Pular para o conteúdo principal

Dona Nenê e o maquinário da Fazenda Itamarati.


Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Próxima imagem: A casa sede da mineira Fazenda Itamarati.
Imagem anterior: O caráter e a compaixão pelos animais.

Comentários

Anônimo disse…
Dona Nenê é Maria do Carmo Meireles, casada com Cirineu Pinto (Martins Costa), padrinhos das Pastorinhas, já conhecidos dos internautas que navegam por estas páginas. O casal foi funcionário da FAZENDA ITAMARATY durante muitos anos. Foi onde eles criaram seus cinco filhos, hoje adultos, sendo três deles já casados e com filhos. Dona Nenê desenvolvia as atividades domésticas: cozinhava, passava, limpava a casa, servia as refeições, tricotava e fazia companhia aos mais idosos. Pessoa piedosa e muito religiosa criou seus filhos ensinando-lhes o respeito para com o próximo, e dentro dos princípios pregados pela religião católica. Doce, silenciosa em seu fazer, habilidosa, mãe extremosa, D. Nenê continua fiel e dedicada a todos os que, de uma forma ou de outra, cruzaram sua vida. No âmbito de suas amizades está inserida a família proprietária da FAZENDA ITAMARATY. Cirineu, seu marido, exercia na fazenda as atividades ligadas a área externa da casa e no campo, no curral, ou onde se fizesse necessário o uso de força física.
Na foto, uma tomada que registra o cuidado de dona Nenê com tudo. Onde ela via algo para ser reparado, lá estava com as mãos na massa.
Hoje dona Nenê está hospitalizada. Sofreu acidente cárdio vascular. Nosso pedido se eleva ao Criador pedindo-lhe que envie a ela bençãos em profusão, e que possa deixar junto dela servidores de sua Milícia Celeste, em especial os encarregados dos setores de Cura planetária, para o seu restabelecimento se faça o mais rápido possível. A esta servidora do bem e propagadora do amor universal, nossos votos de pronta recuperação.
Anônimo disse…
Seria interessante conhecer um trabalho levado pelo site, "Pesquisa dos Sobrenomes e Ancestrais fim-de-linha da Árvore Genealógica - Brava Gente Brasile - Windows Internet Explorer
http://br.geocities.com/bravagentebrasileira/pesquisa.html
Entre os "fim-de-linha", tem gente nossa, por exemplo: Antonio José de Abreu e Mafalda Maria de Abreu.
É só conferir fazendo uma visitinha conforme indicação.
Anônimo disse…
Revendo os documentos do Projeto Partilha, verificamos a presença de um, cujas informações já estão disponibilizadas, no entanto, na transcrição feita por Edriana Aparecida Nolasco no ano de 2005, e que faz parte de nossos arquivos, existem alguns poucos dados suplementares, que poderão se somar aos já existentes. Assim, faremos constar apenas estes, desde que os outros já são de domínio público. Dona Maria de Morais Ribeiro é irmã de Ângela, mãe de José Joaquim Gomes Branquinho - Fazenda Boa Vista, sede do Distrito de Carmo da Boa Vista de Lavras do Funil.

Complementação de dados. Tipo de documento - Inventário.
Ano - 1794 Caixa - 214
Inventariada - Maria de Morais Ribeiro.
Inventariante - Jerônimo de Andrade Brito.
Local - São João del Rei.

BENS
- 19 libras de lã de carneiro, três arrobas e meia de algodão, uma roda de fiar, um caixão de guardar farinha.

Animais - 01 cavalo, 21 ovelhas, vacas, garrotes e novilhas.
Escravos - 06

Fl.07
ABERTURA
Aos treze dias do mês de maio de mil setecentos e noventa e quatro na Paragem das Bicas e Fazenda da Testadora Maria de Morais, Freguesia das Lavras do Funil e Termo da Vila de São João del Rei (...) foi apresentado este testamento com que faleceu a testadora Maria de Morais Ribeira (...)

Fl.09v
DÍVIDAS PASSIVAS.
Além dos já citados:
Padre Francisco da Costa Miranda.

Fl.13
Dizem dona Thereza Maria da Conceição viúva de Simão de Oliveira Pereira; dona Maria Victória do Nascimento casada com o capitão Domingos de Paiva; dona Dorothéa Maria de Jesus casada com Manoel Mendes de Abreu; dona Ana Antônia de Brito casada com o Capitão Antônio de Paiva; dona Luíza Teresa casada com Amaro Gonçalves Chaves; dona Mariana Vitória por si e por seus filhos; Manoel Joaquim de Andrade, e Jerônimo de Andrade Brito filhos de dona Maria de Morais (...).

Fl.21
Procuradores nomeados - Furriel Luís Andrade da Silva Rodarte; Francisco Soares da Graça.
Data - 17 de julho de 1794.
Local - São João del Rei.
Que faz - Amaro Gonçalves Chaves (genro da Inventariada).

Fl.24
PROCURAÇÃO
Procuradores nomeados - ´Capitão Antônio Gonçalves de Figueiredo; Alferes Manoel Ribeiro Cunha.
Data - 17 de julho de 1794.
Local - Vila de (?)
Que faz - Jerônimo de Andrade Brito (filho da Inventariada).

MONTE MOR............11:964$245
p/ cada herdeiro..... 1:329$360

Fl.40
PROCURAÇÃO
Procuradores nomeados - João Felisberto Gomes do Couto; Diogo Moreira da Silva Rabello; João Evangelista de Faria Lobato; Manoel José Dias; Capitão Antônio Gonçalves de Figueiredo; Capitão Doutor Rodrigues Barreiros; Alferes Manoel Ribeiro Quinta; Francisco Soares da Graça.
Data - 26 de agosto de 1794
Local - Fazenda do Espírito Santo
Que faz - Manoel Joaquim de Andrade ( filho da Inventariada).

Fl.56
PROCURAÇÃO
Procuradores nomeados - Manoel José Dias; Diogo Moreira da Silva Rabelo; João Antônio da Silva Leão; Capitão Antônio Gonçalves de Figueiredo; Capitão Francisco Xavier Pereira da Silva; Francisco Soares da Graça.
Data - 03 de fevereiro de 1795.
Local - Vila de São João del Rei.
Que faz - José Antônio de Almeida por cabeça de sua mulher dona Jacinta Maria da Conceição (genro e filha da Inventariada).

Fl.57
PROCURAÇÃO
Procuradores nomeados - Manoel José Dias; Diogo Moreira da Silva Rabelo; João Antônio da Silva Leão; capitão Antônio Gonçalves de Figueiredo (...)
Data - 29 de janeiro de 1795
Que faz - Manoel Mendes de Abreu (genro da Inventariada)

Fl.70
PROCURAÇÃO
Procuradores nomeados - Diogo Moreira da Silva Rabelo; Gomes da Silva Pereira; Furriel Luís Antônio da Silva; Francisco Soares da Graça.
Data - 19 de dezembro de 1794
Local - Vila de São João
Que faz - Domingos de Paiva Silva (genro da Inventariada).

Fl.145
PROCURAÇÃO
Procuradores nomeados - Capitão Antônio Gonçalves de Figueiredo; Francisco Xavier Pereira e Silva; Alferes Luís Antonio da Silva Rodarte.
Data - 28 de janeiro de 1800
Local - Espírito Santo
Que faz - Os herdeiros Manoel Joaquim de Andrade; Lauriana de Souza; Manoel Mendes de Abreu; Dorothéa Maria de Jesus; José Joaquim de Andrade; Francisco José de Andrade; Mariana Vitória do Nascimento; Custódio de Souza Pinto; Ana Esméria de Andrade; Teresa Maria da Conceição.
Anônimo disse…
De - J. Kentenich:

"Deus colocou-me neste lugar como herdeiro de um grande passado, portador de um grande presente e construtor de um grande futuro".

Onde estarão os documentos que irão nos brindar com o verdadeiro conhecimento de nossa história? Quem foi MANOEL ANTÔNIO RATES? Quem foram seus pais? Que faziam eles nesta abençoada e acolhedora terra de sertão? Que busca o levou a permanecer nesta paragem tão primitiva, tendo como companheiros apenas os elementos da natureza e seus guardiões?
Olhai para o céu, e na Casa Superior do Paraíso, onde estão as estrelas e os antepassados estão também registrados todos os dados. Aguardai ... ... , a resposta virá. Certamente virá, como veio uma em Catalão - Goiás.

Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhanguera, deixou fincada uma cruz de aroeira, que anos depois foi requisitada pelo Governo do Estado de Goiás e levado para Goiás, a Velha Capital.
O traslado da Cruz foi registrado em Ata de uma reunião da Loja Maçônica de Catalão que deliberou pela entrega da Cruz. A ata registra nome dos presentes, inclusive o do dono da fazenda
http://www.ingego.org/geneacalaça/textos.htm.

Alguém deverá saber onde estarão os dados que tanto buscamos. Onde estarão os nossos documentos? Onde? Onde? Onde?

Luz e harmonia a todos.
Anônimo disse…
Felizarda Maria do Espírito Santo Santo poderá ser Maria Felizarda de Jesus, filha natural de JOSÉ FRANCISCO DE LIMA. José Francisco foi casado duas vezes. O primeiro casamento foi com dona Felizarda Justina da Costa e o segundo com dona Ana Ribeira de Jesus.
Maria Felizarda de Jesus foi casada com JOÃO DIAS DA COSTA, nascido por volta de 1740, pois aparece no Inventário de sua mãe Francisca Pereira da Silva, com 25 anos, no ano de 1765.
João Dias de Carvalho é irmão de Andreza Dias de Carvalho, casada com Domingos dos Reis Silva.

Para dona Maria Felizarda de Jesus, casada com João Dias de Carvalho, ver 3.2.2.5, em:
Amaro da Silveira e Máxima Pinta Pereira.

Veja também, João de Souza Pinto em ANA RIBEIRA QUINTA.

Mais lidas no site

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump...

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Mais lidas nos últimos 30 dias

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...

O jovem João de Tomás de Aquino Villela

Família Vilela deixa seus passos marcados O Dr. Jorge Fernando membro da tradicional Família Vilela de Carmo da Cachoeira é bisneto do ilustre educador e diretor do Colégio de Santo Tomás de Aquino no povoado. O referido colégio foi citado por Bernardo da Veiga, no Almanak Sul-Mineiro , 1884, pg. 190, época em que era Vigário da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo da Cachoeira, Mons. Antônio Joaquim da Fonseca. O texto cita o colégio e o quadro dos profissionais que o compõem. No século XIX , João de Aquino Villela, educador em uma Instituição de Ensino - Colégio de Santo Tomás de Aquino No século XX , seu bisneto, o heraldista Dr. Jorge Fernando Vilela cria um de nossos símbolos, o Brasão do Município de Carmo da Cachoeira, MG Aproveitando a oportunidade oferecida pela aproximação de pessoas da mesma família interferindo na dinâmica de ação e interação com a sociedade e o meio ambiente, vamos partilhar com os visitantes desta página, através de imagens, como era o centro da Freguesia n...

Biografia de Maria Antonietta de Rezende

Tendo como berço Carmo da Cachoeira, Maria Antonietta Rezende , nasceu a 9 de outubro de 1934 no seio de uma das mais tradicionais famílias do município – a Família Rezende . A professora Maria Antonietta deixou seu legado, o “modelo de compromisso e envolvimento com a terra em que nasceu” . Trabalhou consciências, procurando desenvolvê-las, elevá-las. Fazia isto com seus alunos, com os componentes dos grupos musicais que coordenava, com as crianças ligadas à Igreja, enfim, com toda população. Foi um exemplo vivo de “compromisso com a tradição” e um elo da longa corrente que chegou até nós neste ano comemorativo. Fez sua parte. Nós fazemos a nossa – manter a tradição. No dia-a-dia deixou o exemplo de vida e através de publicações, sua visão de mundo. Editou “Evocações daqui e de além” , “Encontro e desencontros” e “Coletânea de hinos litúrgicos” . Dedicou sua vida ao estudo, à educação e à sua Igreja, como catequista, cantora e liturgista. Patrick A. Carvalho, ao prefaciar sua obra “...
de Ribeiro de Figueiredo: Santuário ecológico em Carmo da Cachoeira - MG , fazenda Córrego das Pedras. Seus atuais proprietários e guardiães Aureliano chaves Corrêa de Figueiredo e seu filho Lúcio Chaves Corrêa de Figueiredo. Na fazenda uma capela,a e sob a proteção de Santa Terezinha. Vi o Evando realizando reportagem fotográfica no local. Conheço o local e as pessoas. São dignas e o local, com sua mata preservada são o maior tesouro existente em Cachoeira.

O antigo cruzeiro do Cemitério da Chamusca.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Antiga foto aérea da fazenda Caxambu, MG. Imagem anterior: Profª. Luna Dias no Cemitério da Chamusca.

Mais Lidas nos Últimos Dias

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...

O jovem João de Tomás de Aquino Villela

Família Vilela deixa seus passos marcados O Dr. Jorge Fernando membro da tradicional Família Vilela de Carmo da Cachoeira é bisneto do ilustre educador e diretor do Colégio de Santo Tomás de Aquino no povoado. O referido colégio foi citado por Bernardo da Veiga, no Almanak Sul-Mineiro , 1884, pg. 190, época em que era Vigário da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo da Cachoeira, Mons. Antônio Joaquim da Fonseca. O texto cita o colégio e o quadro dos profissionais que o compõem. No século XIX , João de Aquino Villela, educador em uma Instituição de Ensino - Colégio de Santo Tomás de Aquino No século XX , seu bisneto, o heraldista Dr. Jorge Fernando Vilela cria um de nossos símbolos, o Brasão do Município de Carmo da Cachoeira, MG Aproveitando a oportunidade oferecida pela aproximação de pessoas da mesma família interferindo na dinâmica de ação e interação com a sociedade e o meio ambiente, vamos partilhar com os visitantes desta página, através de imagens, como era o centro da Freguesia n...

Biografia de Maria Antonietta de Rezende

Tendo como berço Carmo da Cachoeira, Maria Antonietta Rezende , nasceu a 9 de outubro de 1934 no seio de uma das mais tradicionais famílias do município – a Família Rezende . A professora Maria Antonietta deixou seu legado, o “modelo de compromisso e envolvimento com a terra em que nasceu” . Trabalhou consciências, procurando desenvolvê-las, elevá-las. Fazia isto com seus alunos, com os componentes dos grupos musicais que coordenava, com as crianças ligadas à Igreja, enfim, com toda população. Foi um exemplo vivo de “compromisso com a tradição” e um elo da longa corrente que chegou até nós neste ano comemorativo. Fez sua parte. Nós fazemos a nossa – manter a tradição. No dia-a-dia deixou o exemplo de vida e através de publicações, sua visão de mundo. Editou “Evocações daqui e de além” , “Encontro e desencontros” e “Coletânea de hinos litúrgicos” . Dedicou sua vida ao estudo, à educação e à sua Igreja, como catequista, cantora e liturgista. Patrick A. Carvalho, ao prefaciar sua obra “...