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O ministro da Eucaristía de Carmo da Cachoeira

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Próxima imagem: A coroinha da Igreja Nossa Senhora do Carmo.
Imagem anterior: Ministério da Música na missa do Santário.

Comentários

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Nossa profunda gratidão a este servidor da Casa do Pai. Aproveitamos esta imagem para enviar ao Senhor do Universo um pedido:

PAI, SUPRI O "SANTUÁRIO" Mãe Rainha com um cristão dotado do dom de MINISTRO DA EUCARISTIA. Um cristão que saído desta COMUNIDADE possa ser mais um SERVIDOR a SERVIÇO de sua Paróquia. Na fé aguardamos esta manifestação. Sabemos que a messe é grande e poucos são os operários, no entanto, nos é claro que eles existem em potencial, e que com o PODER DA SUA GRAÇA podem se revelar e disponibilizar seu serviço.
Sob a Luz Crística, e na Sabedoria do Espírito Santo, OREMOS:

Deus, criador e protetor do gênero humano, que formastes o homem à vossa imagem e o renovastes pela graça do batismo,
olhai para mim, vosso servo,
e atendei às minhas suplicas.
Brilhe em meu coração
o esplendor da vossa glória,
para que, superando todo o temor, medo e terror,
eu possa louvar-vos, de coração e espírito sereno,
juntamente com os irmãos na vossa Igreja.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
Amém.
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Hoje é quarta-feira e dia de sessão no plenário da Câmara Municipal de Carmo da Cachoeira. A Comunidade São Pedro de Rates estará presente, conforme agendamento programado. A presença do Grupo tem uma finalidade explicitada em sua Comunicação, como se poderá ler abaixo.

Carmo da Cachoeira, 1 de abril de 2009.

À Câmara Municipal de Carmo da Cachoeira, Minas Gerais.
Sr. Presidente da Edilidade,
João Donizete Mantovani.

Que a alegria, a esperança e a paz do Cristo estejam presentes neste ambiente.

A Comunidade Paroquial São Pedro de Rates visita hoje esta casa sob sua presidência com a finalidade de se dar a conhecer, e para lhe entregar um CD, que pedimos possa fazer parte dos ARQUIVOS da Casa. Presentearemos, também, com um exemplar, a cada um dos vereadores eleitos pedindo que o mesmo seja divulgado entre os eleitores que constituiu a plataforma de seu eleitorado.
Este CD foi projetado pelos professores Evando Pazini e Leonara. A idéia do casal foi sintetizar o caminho percorrido pela casa, onde hoje está situado o "Santuário" Mãe Rainha. João Paulo Alves Costa foi responsável pela trilha sonora. Ele induz a leitura que poderá ser feita a partir das imagens selecionadas e nele mostradas. Como cachoeirenses, reconhecemos a importância dos acontecimentos presentes e passados, no lugar que nos serviu de berço, e onde vivemos e pretendemos criar nossos filhos. Preocupamo-nos com os fatos ocorridos em nossa cidade, nosso bairro, nossa rua e sabemos, por viver e interagir em comunidade, que cabe a Câmara influir sobre as coisas que nos afetam, direta ou indiretamente, bem como nas coisas que repercutem a todo instante na qualidade de vida de nossa gente, do povo cachoeirense e, junto com o prefeito, é esta casa que deverá zelar pelo lugar onde moramos, pela vizinhança do nosso lar, pelos caminhos que precisamos utilizar em nosso percurso diário rumo à escola, ao trabalho, às atividades sociais, religiosas ou ao comércio, entre outros compromissos assumidos por cada cidadão em seu fazer diário.
Sabemos que é aqui, nesta casa que se assentou as bases, e é onde está alicerçado o processo democrático e de direito, portanto, processo participativo. É a Câmara Municipal que está presente desde o início de nossa história, ainda com Brasil Colônia. Inicialmente, nossa Câmara referência era São João Del Rei, depois Carrancas, a seguir Lavras, depois Três Pontas e Varginha até que, em nossa Emancipação Política, no ano de 1938 temos esta casa. A trajetória foi longa e se iniciou a partir da primeira Câmara das Américas, na Vila de São Vicente, sede da capitania do mesmo nome e que abrangia do Rio de Janeiro ao Paraná, incluindo onde fica hoje o território de Carmo da Cachoeira. Esta Câmara inicial era chamada "Senado da Câmara" ou "Conselho" e se multiplicou por todo o país. Hoje estamos diante de uma instância representativa a quem rendemos nossas homenagens, e quem entregamos, através de um CD, parte de nossa história. História que, através dos elos da grande corrente chega até nós o sangue indígena do Cacique Tibiriça e sua filha Bartira, casada com o bandeirante João Ramalho. Foi ele, e sua descendência que, subindo o Planalto de Piratininga foi plantando vilas e cidades ao longo dos rios Tietê, Paraná, Grande, entre muitos outros. Monções, Bandeiras, Bandeirantes fazem parte inconteste da história de nossas origens. Estes desbravadores, ao avançar, forçavam a linha vertical, que demarcava áreas de acordo, surgidos do TRATADO DE TORDESILHAS. Foram milhões de quilômetros quadrados conquistados. O preço pago por eles foi muito alto. Enfrentavam doenças, animais ferozes, silvícolas. Eram homens corajosos, valentes, sabiam o que, e como queriam as coisas. Interferiam nas decisões através da Câmaras já existes. Aí é que sempre vigorou o Estado de Direito. É a CASA DE MORADA da Democracia. Em milhas, partindo de Taubaté, fundaram 36 das mais antigas cidades, entre elas Lavras do Funil, de quem nos tornamos DISTRITO com o nome do CARMO DA BOA VISTA, depois, Carmo da Cachoeira, e em determinado momento vigorou a lei que a definia com CARMO DA CACHOEIRA DE RATES.
Esta comunicação segue assinada pelos integrantes da referida comunidade, guardiões e aspirantes do "SANTUÁRIO" Mãe Rainha da cidade.
A esta casa, sede do Legislativo, que detém o PODER de legitimar os atos da Câmara, solicitamos que receba e arquive um exemplar deste trabalho síntese, realizado pela Paróquia Nossa Senhora do Carmo, por ocasião dos 150 anos de sua elevação de CAPELA a FREGUESIA (Matriz), e sintetizado pelos professores Evando e Leonara e pelo cidadão cachoeirense, João Paulo Alves Costa.
Nossa gratidão e respeito.
COMUNIDADE PAROQUIAL SÃO PEDRO DE RATES. Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. Brasil.
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Foto - Evando Pazini.
Arte - TS Bovaris.
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Mateus Luís Garcia era conhecido, senão, amigo, do Pe. Antônio Caetano de Almeida Villas Bôas, filho de João de Villas Boas e Maria da Costa, falecido com testamento, arquivado no Museu Regional de São João del Rei, caixa147, ano 1805, cujo testamenteiro foi Manoel da Costa Villas Bôas da Gama.

Cf. genealogia.villasboas.nom.br/

Cf. Jurisdição dos Capitães, obra de Dr. Marcos Paulo de Souza Miranda.

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Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump...

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

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