Pular para o conteúdo principal

Procissão no antigo arraial de Carmo da Cachoeira.


Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Próxima imagem: Reverendo Miguel Gonçalves Torres no Sul de Minas.
Imagem anterior: Mapa com as fazendas limítrofes.

Comentários

Anônimo disse…
É a Praça do Carmo, na Freguesia do Carmo da Cachoeira Minas Gerais. O professor Wanderley Ferreira de Rezende diz: "Trecho da velha praça, em frente à igreja velha, foto tirada no dia da Procissão de Nossa Senhora do Carmo, no dia 16 de julho de 1921".
Anônimo disse…
O Mapa publicado ontem nas páginas de carmodacachoeira.blogspot.com , estabelece alguns desafios a nós todos, principalmente, aos que tem como foco principal, conhecer as origens do primeiro morador do Sítio Cachoeira, na Cachoeira dos Rates, Comarca do Rio das Mortes nas Minas Gerais, no Brasil Colonial. Conhecer a forma com que ele chegava a Carrancas, ponto oficial e sede da Freguesia é um dos nossos pontos de busca.
*No referido mapa, numa das passagem que dá acesso a Carrancas, entre outros, há, em 1897, a Fazenda de Francisco Costa. A mulher de MANOEL ANTONIO RATES era MARIA DA COSTA. Quais as ligações familiares entre "esses Costas"?

*próximo a Fazenda de Francisco Costa, e como vizinhos dele, a Fazenda do Quilombo. Como o DICIONÁRIO GEOGRÁFICO DO IMPÉRIO DE BRASIL, de Milliet de Sant Adolphe, define em 1720 o Quilombo do Rio Verde?

*A presença do Capitão-mor, Manuel Garcia de Oliveira, com provisão para Aiuruoca, Rio Grande e Paraibuna, em 27.01.1737 e como antigo sesmeiro em Aiuruoca (1717, conforme SIA APAM - Revista do Arquivo Público Mineiro), nos induz a pensar que, a passagem denominada de Três Pontes, a que o PAULO COSTA CAMPOS se refere-se, tinha relativa importância na época e necessitava ter alguém de confiança por perto, e que pudesse manter aí, um certo controle. Sobre o Capitão-mor MANUEL GARCIA DE OLIVEIRA, Cf. em HISTÓRIA DE CAMPANHA MG - 271 anos, em
andréluizferreira.blogspot.com PRIMEIROS MORADORES DA CIDADE ...

* outro desafio, e este nos reporta as trilha percorridas pela antigas tribos da região. Certamente, o espaço que buscamos conhecer, pertenceu aos povos indígenas com seus caminhos e meios de comunicação. Assim fica uma pergunta: onde encontrar referência bibliográfica que venha nos responder, quem foi Antônio de Paula Morais, filho de Francisco de Paula Morais e Felisbina, índia Cataguá. O Projeto Partilha não tem a resposta, mas mantêm a pergunta e conta com ajuda na busca.
Anônimo disse…
A partir da segunda metade do Século XVIII, com a decadência da exploração aurífera, iniciou-se o povoamento da região entre a Serra das Três Pontas, Rios Grande, Sapucaí e Verde. Dentre os primeiros sesmeiros destacamos, tendo como critério, a ordem cronológica, na distribuição das Sesmarias. São eles:
06-ABR-1745 - João Gonçalves de Araújo, no Córrego de Nossa Senhora da Ajuda e São João.

17-ABR-1750 - Domingos Leitão Coelho, nos Rios Cervo e Couro do Cervo, indo para a Serra das Três Pontas.

07-MAI-1754 - Domingos Frz.(Fernandes) de Araújo, nas cabeceiras do Ribeirão das Sete Cachoeiras.

22-MAI-1759 - Antonio José da Silva, no caminho do Campo Grande, confrontando com Luiz Francisco dos Passos.

07-JUL-1760 - João dos Santos, confrontante com o abaixo.

14-JUL-1763 - Luiz Corrêa da Estrella, no "Quilombo do Cascalho", na serra que faz par com a Serra das Três Pontas.

30-JAN-1764 - Luiz Corrêa Lourenço, na paragem da Serra das Três Pontas, no Ribeirão da Mutuca.

03-SET-1764 - Manoel Ferreira de Mascedo (Macedo), no sertão da serra das Três Pontas para o Rio Sapucaí.

07-SET-1765 - Francisco José da Sylva (Silva), na paragem do Ribeirão das Três Pontas.

17-DEZ-1768 - João da Sylva Teixeira (Silva Teixeira), entre as sesmarias de Alexandre S. Sobral e a Luiz C. Lourenço.

17-FEV-1770 - Manoel Ferreira Guimarães, nas Duas Barras, confrontando com Luiz Corrêa Lourenço, no Ribeirão da Mutuca.

08-03-1770 - João Dias Palhão, no Ribeirão do Macuco.

12-09-1771 - Padre Francisco Ribeiro da Silva, no Sertão das Três Pontas e Águas Verdes.

07-ABR-1773 - Antonio de Freitas Guimarães, na paragem do Ribeirão de São João, no sertão das Três Pontas.

20-OUT-1774 - Ana Maria da Glória, na Paragem das Três Pontas.

07-SET-1776 - Luiz Francisco dos Passos, na Mata das Três Pontas.

DUAS REFERÊNCIAS ESPECIAIS:

* 01-AGO-1777 - MARIA TERESA DO CARMO, na Paragem do RIBEIRÃO DAS TRÊS PONTES, do outro lado do rio Grande.

* 22-AGO-1777 - ~JOÃO DA MOTA COELHO, no RIBEIRÃO DAS TRÊS PONTES.

17-JUN-1778 - José da Mota, no Ribeirão das Três Pontas.

08-AGO-1789 - Luzia Maria de Jesus, na paragem das Três Pontas.
Anônimo disse…
FAZENDA DOS POTREIROS.

Propriedade rural situada no município de Três Pontas, Minas Gerais, nos limites de Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. O lugar era conhecido antes de 1797, pois uma sesmaria foi requerida por MARIA VICTÓRIA DOS REIS nas "cabeceiras do Córrego dos Potreiros" (SC. 275, p.44v, em 10-NOV-1797. APM). Maria Victória nasceu em São João Del Rei e se casou com JOSÉ JOAQUIM GOMES BRANQUINHO, em 16 de junho de 1776. Era filha de Domingos dos Reis Silva e Andreza Dias de Carvalho. Cf. Genealogia Família Reis, Domingos dos Reis Silva, O Patriarca, de José Ovídio Reis. Gráfica Bom Pastor. Varginha. Minas Gerais.
Anônimo disse…
No Livro Fábrica da Freguesia do Carmo da Cachoeira, Minas Gerais aparecem nomes de pessoas que compareceram em Leilões, organizados pela Paróquia. Na folha 21 verso estão registradas as seguintes pessoas, pela ordem como aparecem (o mesmo nome aparece, algumas vezes repetido, no entanto, a quantia apresentada na coluna ao lado não é a mesma): Francisco (ilegível) de Figueiredo; Joaquim Pinto da Costa; Antonio José Pimentel; Custódio Vilella Palmeira; Antonio Joaquim Alves; José Dias Ferreira;
Maria Carolina de Gouvêa (à margem - sobrinha de Francisco Daniel); João Alves de Gouvêa; Antonio Joaquim Alves;Mariana Clara de Gouvêa; José Dias Ferreira; Francisco Daniel da Costa; Domingos José Pinto; João Urbano de Figueiredo; Ladislau José Naves; Custódio Vilella Palmeira; Valério Máximo dos Reis; José Esteves dos Reis Silva; Joaquim Pedro de Rezende; João Vilella Fialho; Antonio Severiano de Gouvêa; Manoel Francisco de Oliveira; Manoel Ignácio de Abreu;
João Urbano de Figueiredo; Antonio Joaquim Alves; Severino Ribeiro de Rezende; José Dias Ferreira; José Vilella de Rezende e José Petronillo da Silva Primo.

Mais lidas no site

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump...

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Mais lidas nos últimos 30 dias

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...

O jovem João de Tomás de Aquino Villela

Família Vilela deixa seus passos marcados O Dr. Jorge Fernando membro da tradicional Família Vilela de Carmo da Cachoeira é bisneto do ilustre educador e diretor do Colégio de Santo Tomás de Aquino no povoado. O referido colégio foi citado por Bernardo da Veiga, no Almanak Sul-Mineiro , 1884, pg. 190, época em que era Vigário da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo da Cachoeira, Mons. Antônio Joaquim da Fonseca. O texto cita o colégio e o quadro dos profissionais que o compõem. No século XIX , João de Aquino Villela, educador em uma Instituição de Ensino - Colégio de Santo Tomás de Aquino No século XX , seu bisneto, o heraldista Dr. Jorge Fernando Vilela cria um de nossos símbolos, o Brasão do Município de Carmo da Cachoeira, MG Aproveitando a oportunidade oferecida pela aproximação de pessoas da mesma família interferindo na dinâmica de ação e interação com a sociedade e o meio ambiente, vamos partilhar com os visitantes desta página, através de imagens, como era o centro da Freguesia n...

Biografia de Maria Antonietta de Rezende

Tendo como berço Carmo da Cachoeira, Maria Antonietta Rezende , nasceu a 9 de outubro de 1934 no seio de uma das mais tradicionais famílias do município – a Família Rezende . A professora Maria Antonietta deixou seu legado, o “modelo de compromisso e envolvimento com a terra em que nasceu” . Trabalhou consciências, procurando desenvolvê-las, elevá-las. Fazia isto com seus alunos, com os componentes dos grupos musicais que coordenava, com as crianças ligadas à Igreja, enfim, com toda população. Foi um exemplo vivo de “compromisso com a tradição” e um elo da longa corrente que chegou até nós neste ano comemorativo. Fez sua parte. Nós fazemos a nossa – manter a tradição. No dia-a-dia deixou o exemplo de vida e através de publicações, sua visão de mundo. Editou “Evocações daqui e de além” , “Encontro e desencontros” e “Coletânea de hinos litúrgicos” . Dedicou sua vida ao estudo, à educação e à sua Igreja, como catequista, cantora e liturgista. Patrick A. Carvalho, ao prefaciar sua obra “...

Padre Manoel Francisco Maciel no pátio da escola.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Mapa com as fazendas limítrofes. Imagem anterior: A antiga escola particular de Carmo da Cachoeira.

Inventários de Antônio Dias de Gouveia e esposa

A ntônio Dias de Gouveia , falecido em 27 de junho de 1789, teve seu inventário aberto na paragem da Ponte Falsa da Freguesia de Santa Ana de Lavras do Funil, do termo de São João Del Rey, Minas e Comarca do Rio das Mortes, tendo como inventariante sua esposa Ana Teresa de Jesus. Nos chama a atenção os limites e os bens que ficaram de herança. “(...) que de uma banda parte com fazenda de João Francisco Carvalho e com a fazenda chamada a dos Barreiros”. J á o inventário de Ana Teresa de Jesus, Ana Teresa de Jesus, filha de Maria da Assunção Franca e Manoel Alves Pedrosa, cita como seu genro Manoel Pereira de Carvalho; Gabriel Antônio de Carvalho e Joaquim Antônio de Carvalho e os filhos João Dias de Gouveia e irmãos. E aponta como bens: fazenda Chamusca – 14:090$000; fazenda Rio Grande – 3.000$000; fazenda Palmital – 200$000; terreiro fazenda Chamusca – 1.000$000; terreiro da fazenda Rio Grande – 400$000; terreiro da fazenda Caxambu – 270$000. A fazenda Chamusca ficou em comum,...

Mais Lidas nos Últimos Dias

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...

O jovem João de Tomás de Aquino Villela

Família Vilela deixa seus passos marcados O Dr. Jorge Fernando membro da tradicional Família Vilela de Carmo da Cachoeira é bisneto do ilustre educador e diretor do Colégio de Santo Tomás de Aquino no povoado. O referido colégio foi citado por Bernardo da Veiga, no Almanak Sul-Mineiro , 1884, pg. 190, época em que era Vigário da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo da Cachoeira, Mons. Antônio Joaquim da Fonseca. O texto cita o colégio e o quadro dos profissionais que o compõem. No século XIX , João de Aquino Villela, educador em uma Instituição de Ensino - Colégio de Santo Tomás de Aquino No século XX , seu bisneto, o heraldista Dr. Jorge Fernando Vilela cria um de nossos símbolos, o Brasão do Município de Carmo da Cachoeira, MG Aproveitando a oportunidade oferecida pela aproximação de pessoas da mesma família interferindo na dinâmica de ação e interação com a sociedade e o meio ambiente, vamos partilhar com os visitantes desta página, através de imagens, como era o centro da Freguesia n...

Biografia de Maria Antonietta de Rezende

Tendo como berço Carmo da Cachoeira, Maria Antonietta Rezende , nasceu a 9 de outubro de 1934 no seio de uma das mais tradicionais famílias do município – a Família Rezende . A professora Maria Antonietta deixou seu legado, o “modelo de compromisso e envolvimento com a terra em que nasceu” . Trabalhou consciências, procurando desenvolvê-las, elevá-las. Fazia isto com seus alunos, com os componentes dos grupos musicais que coordenava, com as crianças ligadas à Igreja, enfim, com toda população. Foi um exemplo vivo de “compromisso com a tradição” e um elo da longa corrente que chegou até nós neste ano comemorativo. Fez sua parte. Nós fazemos a nossa – manter a tradição. No dia-a-dia deixou o exemplo de vida e através de publicações, sua visão de mundo. Editou “Evocações daqui e de além” , “Encontro e desencontros” e “Coletânea de hinos litúrgicos” . Dedicou sua vida ao estudo, à educação e à sua Igreja, como catequista, cantora e liturgista. Patrick A. Carvalho, ao prefaciar sua obra “...