O Bairro da Estação que a Profª Leonor sonhou Hoje, quem chega ao bairro da Estação, em Carmo da Cachoeira , encontra um espaço acolhedor: as antigas ruínas da ferrovia se transformaram em um pequeno centro de cultura e turismo em torno do “ Estação Café com Arte ” . Onde antes havia paredes caindo e abandono, há agora um lugar vivo, que recebe visitantes, conversa com a memória e faz a paisagem respirar de outro modo. Este texto nasce justamente desse contraste: da lembrança de uma Estação em ruínas à experiência recente de rever o local totalmente recuperado, por ocasião da homenagem prestada à professora Leonor Rizzi pela Câmara Municipal , por iniciativa da vereadora cachoeirense Maria Beatriz Reis Mendes (Bia) . A impressão é imediata: poucas coisas a alegrariam tanto quanto ver esse lugar, que a marcou pela ruína, renascer como polo de cultura. Foto original recuperada por IA de Evando Pazzini Para compreender o significado disso, recorremos aos próprios textos de Leonor sobr...
S egundo Mourão (2007), em seu livro sobre a história de Carmo da Cachoeira, João Marques Padilha , casado com Maria de Barros eram os pais de Maria da Costa Moraes , mulher de Manuel Antônio Rates . É isso que etá escrito nas páginas 75, 76 e 77 de seu livro. P aciência se, em mais de 20 anos de pesquisa e com nossos limitados recursos, não tenhamos chegado às origens, tanto de um quanto de outro. S egundo a historiadora , João Marques Padilha e Maria de Barros , contrairam matriônio em 27 de Novembro de 1756 e tiveram os seguintes filhos: 1- Joaquim José Marques Neves , nascido em 24 de fevereiro de 1758; 2- Ana Joaquina do Espírito Santo , batizada em 10 de agosto de 1763; 3- Maria Vitória de Jesus , batizada em 04 de novembro de 1767; 4- Antônio , nascido em 04 de janeiro de 1771; 5- Luís , nascido em 10 de junho de 1772; 6- Manoel , nascido em 9 de outubro de 1775; 7- João Marques Padilha (o filho), casado em 21 de maio de 1787; 8- Maria da Costa Moraes , segundo a hi...