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Antigo mapa de Carmo da Cachoeira em Minas.


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Próxima imagem: Os fundos da Casa Nova dos Rates no sítio Cachoeira.
Imagem anterior: Manoel Ferreiro Avelino de dona Maria de Souza.

Comentários

Anônimo disse…
Ficou fora de nosso recorte o ANGAHY ABAIXO, conforme pode-se se constatar. A leste, visualizamos, São Thomé da Lettras.
Anônimo disse…
Pouco acima do ponto assinalado como sendo, "17", a assinala a Capela do Campo Bello. Em outros mapas, também antigos, aparece como "Pe. Bento". Pe. José Bento Ferreira, autorizado pela carta de Sesmaria recebida no ano de 1752, deveria atender a uma solicitação explicitada na mesma: "abrir caminho, pelo qual, sem alagados e alagadiços se chegasse a Campanha" da Princesa.
O ponto denominado "Capela do Campo Belo" ou "Pe. Bento" foi, segundo Jorge Fernando Vilela, o caminho percorrido pelo naturalista Spix e Von Martius. No ano de 2000, ao vasculhar os museus e arquivos, Jorge encontrou algumas referência que indicavam o dinamismo deste ponto, nos fins do século XVIII e início de XIX. Dinâmico e ativo, o ponto chamou atenção da Coroa que implementou medidas visando instalar nele "gente sua". Pe. Bento iria conhecer a população aí existente, ao mesmo tempo que o local serviria como sendo um ponto de apoio religioso local.
MANOEL ANTONIO RATES mesmo, morador na Cachoeira junto ao Ribeirão do Carmo, procurou pelo Padre Bento, para a realização de alguns atos religiosos envolvendo pessoas de sua família. Não foi só neste ponto que foram realizados batizados e casamentos dos "DE RATES". Um de seus filhos, O Miguel, como vimos, utilizou a "Ermida da Fazenda Paraízo". Houve ato em sua própria casa - na CACHOEIRA DOS RATES, e registrado, com "no ALTAR PORTÁTIL" de Pe. Bento. Manoel Antonio Rates era grande conhecedor desta região. Deveria ser amigo dos índios e outros moradores, naquele período em que, o local era dinâmico e ativo, porém sem controle da Coroa. É aí, exatamente neste ponto, que está a raiz da história da CACHOEIRA DOS RATES, no Ribeirão do Carmo. Qual a relação que nosso MANOEL ANTONIO RATES mantinha com os índios? Seus ancestrais já o conheciam? Estas respostas, são as que buscamos, com uma única e exclusiva finalidade: contar para as futuras gerações a HISTÓRIA DE NOSSA ORIGEM. O que aconteceu após o domínio Portugues, com certa dificuldade, ainda se encontra documentos. Outros dados, já são de domínio público, no entanto, quem foi MANOEL ANTONIO RATES, é uma pergunta, ainda sem resposta. Só um grande mutirão de busca como este, do qual a FAMÍLIA RATTES está particularmente envolvida, é que deverá encontrar a resposta.
Anônimo disse…
Parte da sociedade, composta de "ANDARILHOS". Termo utilizado por Thomazelli, p.24, ao estudar as origens de sua família. Registrou o trabalho na obra, "As famílias de Nossas Famílias", de sua autoria. Diz, p.22: " (...) que em 1765 JOÃO Gomes do Nascimento, temente a Deus e cheio de fervor religioso que envolveu sempre os nossos aventureiros descobridores, era já o chefe de família numerosa, desbravador e colonizador das matas de São João del-Rei, lugar alegre, acolhedor".
Aqui, na qualidade de vila é SEDE DA COMARCA DO RIO DAS MORTES.
Inicialmente na Fazenda POUSO ALEGRE, no antigo curato do Onça (Ibertioga), depois, na FAZENDA NOVA DO POUSO ALEGRE (Emboabas), entrelaçado com famílias vizinhas, os descendentes de João Gomes do Nascimento são encontrados em todo o município de São João del-Rei.
"Por aqueles terrenos multiformes e agrestres, ANDARILHOS, os familiares e herdeiros de JOÃO GOMES DO NASCIMENTO percorreram léguas, entrelaçando-se com outras famílias, dentre as quais os: GOMES DA ROCHA
FAGUNDES
DIAS DE FREITAS
VALINS
MAFRAS
RIBEIROS
TEIXEIRAS
VIEIRAS
CAMPOS
ALVES PEDROSA
ÁVILAS
BRANQUINHOS
JUNQUEIRAS
NOGUEIRAS
BORGES DA SILVA
ANDRADES
COSTAS
CORRÊAS
BORGES DA COSTA
OLIVIERA, num emaranhado de famílias. Em todo o município de São João del-Rei, principalmente na zona rural, residem, ainda hoje muitos descendentes de JOÃO GOMES DO NASCIMENTO. Mas, boa parte da família, com o mesmo espírito desbravador e aventureiro que trouxe de seus antepassados ao Brasil, espalhou-se por todo o sul de Minas Gerais e norte de São Paulo. Do ramo, que se passou para a pitoresca cidadezinha mineira de SÃO THOMEÉ DAS LETRAS (ver mapa acima), a qual, apesar de estacionária, figurou por muito tempo nos mapas oficiais do Estado, é que FAZEMOS PARTE". Nossa Gratidão, Apparecida Gomes do Nascimento Thomazelli.
Anônimo disse…
Fazenda Campo Limpo de Três Corações.

MARIA FRANCELINA DE REZENDE, nasceu no ano de 1810, e faleceu em 1873, filha de Joaquim Fernandes Ribeiro de Rezende e Jacinta Ponciana Branquinho, moradores na FAZENDA DAS ABELHAS, em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. Maria Francelina casou-se com Rafael dos Reis Silva, nascido na Fazenda Couro do Cervo de Carmo da Cachoeira, filho de Manoel dos Reis e Silva (I), nascido em Aiuruoca, e de dona Mariana Vilela, natural de Serranos.
Rafael e Francelina foram moradores na FAZENDA DO CAMPO LIMPO, Município de Três Corações.
Aí nasceram seus filhos:
- Jacintha Ponciana dos Reis, casada com Casimiro Gonçalves Pimentel, filho de Joaquim Gonçalves Avelar e Isabel Felicíssima dos Anjos;

- Joaquim Fernandes dos Reis, neto de Joaquim Fernandes Ribeiro de Rezende. Joaquim casou-se com sua prima Mariana Cândida dos Reis Branquinho;

- Mariana Vilela Reis, casada com Joaquim Luís do Prado, filho de Manuel Joaquim da Silva e Joaquina Rosa da Silva;

- Maria Elídia dos Reis, falecida em 1868 e casada com Joaquim Flávio da Costa, nascido em Lavras e filho do ten. Gabriel Flávio da Costa e Mariana Jesuína de Andrade;

- Francelina Ricardina dos Reis Costa, batizada em 1847 e casada com seu cunhado, viúvo de Maria Elídia dos Reis, Joaquim Flávio da Costa;

- Ana Celestina dos Reis Avelar, casada com Pio Gonçalves de Avelar, filho de Joaquim Gonçalves de Aguiar e Isabel Felicíssima dos Anjos;

- Cândida Emídia dos Reis Oliveira, casada com Manuel Cecílio de Oliveira, filho de Manuel Francisco de Oliveira e Francelina Umbelina de Arantes.
Anônimo disse…
CASAMENTO ENTRE VIZINHOS.

Ângela Ribeiro de MORAES, bisavó de
Mariana Cândida Branquinho (I), avó de João Damasceno Branquinho, pai de Mariana e mãe de José Joaquim Gomes Branquinho - FAZENDA BOA VISTA, no Distrito de Lavras do Funil.
Mariana Cândida dos Reis Branquinho, casou-se em 02/03/1859, com seu primo, Joaquim Fernandes Reis, neto de José Joaquim Gomes Branquinho, da FAZENDA DA BOA VISTA, sede do Distrito da Boa Vista do Município de Lavras do Funil. Mariana era irmã do TROPEIRO DE CARMO DA CACHOEIRA, ANDRÉ FERNANDES DOS REIS, fazendeiro da Fazenda do SALTO, no município de Carmo da Cachoeira, Minas Gerais.

Joaquim Fernandes dos Reis, casado com dona Mariana Cândida, era filho de Rafael dos Reis Silva, nascido na Fazenda Couro do Cervo e residente na FAZENDA CAMPO LIMPO.
Anônimo disse…
Alguns nomes que aparecem em documentos manuscritos pelo Projeto Partilha:
Anna Baptista da Fonseca
João Batista da Fonseca (Baptista)
Artur Estolano da Fonseca
Antonio Joaquim da Fonseca
Maria Amélia da Fonseca
Elisa Cândida da Fonseca
Marianna Amélia da Fonseca
José Baptista da Fonseca
Gabriella América Ferreira da Fonseca
Joaquim Garcia da Fonseca
João Garcia de Figueiredo
Anna Jacinta Figueiredo (Jacintha)
José Alves Figueiredo Primo
João Urbano de Figueiredo
Francisco Augusto Figueiredo
Felícia Generosa Figueiredo
Evaristo C. de Figueiredo
Francisco Garcia de Figueiredo
Olimpia Cândida de Figueiredo Olympia)
Gregório Alves de Figueiredo
Manoel Moreira de Garcia Figueiredo
Anônimo disse…
AIURUOCA, na visão de José Pedro de Oliveira Costa.
Manoel dos Reis e Silva(I), filho de Domingos Reis Silva, nascido em 1747, e pai de Rafael dos Reis Silva, citado no comentário anterior, casou-se na Ermida do Senhor do Bonfim da Boa Vista na cidade de Aiuruoca, segundo a genealogia da Família Reis. José Pedro de Oliveira Costa, em sua obra, "Aiuruoca: Matutu e Pedra do Papagaio: Um Estudo de Conservação do Ambiente Natural e Culturas". São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1994", e em nota introdutória, p.15 conta o seguinte, sobre Aiuruoca:

Os pequenos veios d´água formados pela chuva, pela condensação da neblina, pelo derretimento da geada ou da neve ocasional que, escorregando para o norte na rocha viva do Itatiaia, despencam em pequenos lagos, os mais elevados do Brasil, logo se juntam num ribeirão mais encorpado, e se precipitam das alturas na primeira das cachoeiras do rio Aiuruoca. Aí o Itatiaia divide as águas das bacias do Paraíba do Sul e do Paraná. Essa extensa região serrana, habitada há milênios por indígenas, começou a ser visitada com certa regularidade, em meados do século XVII, pelos colonizadores. Próximo a Baependi, nasce um dos principais esporões do maciço central da Serra da Mantiqueira. No alto desse esporão instalou-se uma missão jesuítica que lá permaneceu até meados do século XVIII, quando foi expulsa por determinação de Pombal. O ouro dessas catas se exauriu no século da mineração e aí deixou, em lenta expansão, uma incipiente agricultura de subsistência nas terras férteis dos vales, e o pastoreio do gado aproveitando os campos nativos de altitude. A apropriação do território foi pouco a pouco galgando as fraldas da Mantiqueira e se apossando do território circunvizinho.
Anônimo disse…
Gostaria de compartilhar uma informação que acredito pode estar equivocada - tópico: Casamento entre vizinhos!
Caso esteja errado me perdoe e me corrijam.
O Sr. André Fernandes dos Reis era filho de Joaquim e Mariana e não irmão de Mariana como consta no tópico. Não tenho documentos é só informação de familia pois o Sr.André é meu Bisavô e consequentemente o Sr. Joaquim meu tataravô.
Grato !
Anônimo disse…
Estou encantada com tanta informação encontrada no projeto ,e gostaria de ter ajuda para decifrar um enigma em minha árvore que barra em total ?
Manoel Franisco de Oliveira casado com maria Umbelina de Arantes seriao mesmo que casou-se com Maria Teresa de Novaes (Araújo Martins e Araújo Sampaio )e tiveram único filho ùis Gonzaga de Oliveira Novaes falecido em1889 Sã Joaquim Barra Mansa?

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