Pular para o conteúdo principal

Dona Nenê, um exemplo de fé e de vida..

A mulher no serviço do lar, aquelas que serviram na Casa de seus Senhores nos idos tempos.

Desta exemplar senhora cachoeirense representa aqui todas as mulheres que na labuta diária em seus lares ou como serviçais nos idos tempos, mantinham o dia a dia das famílias.

Dona Nenê é uma pessoa especial. Nós a amamos muito. Reflete o aspecto devocional do universo, através dos valores internos presentes em seu agir no dia a dia. É humilde, sincera, fervorosa e submissa a vontade de seu Criador. Busca recurso de cura nos elementos da natureza, através das ervas que mantêm em seu quintal. É comum ver pessoas chegando, para buscar um raminho de alguma erva que esteja necessitando. Ela preserva os que nascem expontaneamente em seu quintal, e cuida para não acabar com aquelas que viram chás, e ajudam as mães a tratarem as doencinhas de suas crianças. A idéia de tomá-la como representante da "mulher servidora nos lares" foi o estudo das origens de Carmo da Cachoeira. Casou-se com Cirineu. Ele é descendentes dos "Martins Costa" ou "Costa Martins"; Pinto, ou simplesmente Costa. Futuras pesquisas poderão nos ajudar a reconhecer a questão da origem desses nomes aqui em Cachoeira.

Outro ponto é a ligação de Dona Nenê como servidora fiel nos trabalhos domésticos e de acompanhamento da família a que servia. Existe uma forte ligação que se mantêm até hoje com a família tradicional da Fazenda Itamarati: "Resende" e "Naves"..

Comentários

Anônimo disse…
Antonio CArlos é autor de "O TROPEIRO DE CARMO DA CACHOEIRA - André Fernandes Reis" A poesia faz parte do CD comemorativo dos 150 anos da paróquia. Foi interpretada por Carlos Caldeira e a poesia assim se inicia:
Certa feita, em um pouso, com a tropa a descansar
Estava André o velho tropeiro
Junto ao fogo, seu café a passar
Ia para o Rio de Janeiro
Levando produtos de Carmo da Cachoeira
Lá do interior da terra mineira

De repente um tropel de cavalo ouviu
E à sua frente um cavaleiro surgiu
Disse-lhe o homem; tropeiro, bom dia
A ferragem de meu animal pode verificar?
E apeando com elegância e fidalguia
Começou com ele a prosear

Pelo vestir e falar não é um mateiro
O que também não condiz com a vida de tropeiro
Mas tens coragem para tamanha peripécia nestes dias.
Responde o homem ao filho do Quinzinho
Falando manso bem baixinho
Nesta vida na guerra lutei
Na linha de frente vários perigos enfrentei
Sou Luis Alves de Lima e Silva
O Duque de Caxias
Anônimo disse…
O Tropeiro ANDRÉ FERNANDES REIS, fazendeiro. Fazenda do Salto, Município de Carmo da Cachoeira - MG ,casou-se em 1885 com dona Francisca de Paula Teixeira de Rezende Reis, nascida em Varginha. André, filho de Joaquim Fernandes dos Reis (da Fazenda do Salto) e Mariana Cândida Branquinho(da Fazenda do Morro Grande), neta de João Damasceno Branquinho(Fazenda Boa Vista Vista), filha de Maria Cândida Branquinho. A Fazenda MORRO GRANDE é vizinha da FAZENDA DO SALTO, que é vizinha da Fazenda Boa Vista). Quinzinho e Mariana, além de André Fernandes Reis - o Dedé, também o TROPEIRO DE CARMO DA CACHOEIRA, tiveram mais 3 filhos: Ana Reis, que Antonio Carlos denomina de Sinhana; Antonio Fernandes Reis - Tozinho; Maria Francelina dos Reis - Dica.
Os pais do TROPEIRO ANDRÉ foram, Joaquim Fernandes Reis é filho Maria Francelina de Rezende, nascida em 1810, filha de Maria Theodora Figueiredo, casada em segundas núpcias em Carmo da Cachoeira, com Antonio Teixeira de Rezende, filho de Antonio José Teixeira e Maria Benedita de Rezende. Maria Francelina casou-se com Rafael dos Reis e Silva, nascido em 1800 na Faz. Couro do Cervo. Foram moradores da Fazenda Campo Limpo. Municipio de Três Corações.
O autor da Poesia o tropeiro de Carmo da Cachoeira, Antonio Carlos é neto de ANTONIO FERNANDES REIS, casado em 1885 com MARIANNA CLARA DE VILHENA, nascida em Carmo da Cachoeira, na Fazenda Chamusca. Antonio - Tozinho e Marianna são pais, entre outros de dona Hulda Vilhena Reis, nascida em Carmo da Cachoeira , casada com Aarão Soares Rocha de Resende-RJ.Hulda e Aarão, são os pais do poeta. A genealogia vem nos mostrar o quanto CACHOEIRENSE é ANTONIO CARLOS REIS DA ROCHA.Sensibilizamo-nos com sua colaboração e lembrança. Gratidão, Luz e Harmonia a todos.
Junior Caldeira disse…
Prezados;
Só para correção :
Maria Francelina de Rezende, casada com Rafael dos Reis e Silva, é filha de : JACINTA PONCIANA BRANQUINHO E do Capitão JOAQUIM FERNANDES RIBEIRO DE REZENDE. Conforme Inventário e testamento de Jacinta Ponciano Branquinho,ano de 1842, retirado do Projeto Compartilhar,deBartyra Sette e Regina Moraes Junqueira.
Saudações.

Mais lidas no site

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump...

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Mais lidas nos últimos 30 dias

O Capitão Diogo Garcia da Cruz.

G ravura da obra O Capitão Diogo Garcia da Cruz de Ricardo Gumbleton Daunt , onde se lê: O Capitão Diogo Garcia da Cruz neto de Diogo Garcia e Júlia da Caridade naturais da Ilha do Faial e sua geração. A Edição de que o Projeto Partilha dispõe foi editada em São Paulo - 1974 foi revista, ampliada e atualizada pelo Professor Caio de Figueiredo e Silva. Próxima imagem: Denise Garcia e os Garcia Frades. Imagem anterior: As três ilhõas de José Guimarães.

Ave Maria na Igreja Matriz N. Srª. Carmo

Recital de Piano e Canto em Carmo da Cachoeira Além do pianista Francis Vilela e das mezzo-sopranos Larissa Amaral e Maisa Nascimento, durante a apresentação do tema Berceuse da Suíte Dolly, de Gabriel Fauré houve a participação especial do pianista Hélcio Barone Júnior, formado pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade São Paulo. Um momento especial, raro, em que os espectadores puderam apreciar uma apresentação de pianos a quatro mãos. A Ave Maria, ou ave-maria, também chamada de Saudação Angélica, é uma oração, que saúda a Virgem Maria baseada nos episódios da Anunciação e da Visitação (Lucas 1:28-42). Segundo São Luís Maria Gringnon de Montfort, cada vez que se reza a Ave Maria, a Virgem Maria no céu louva a Deus por nós com seu canto, o Magnificat  A Ave Maria é repetida várias vezes na recitação do Santo Rosário, uma oração completa, porque nela reside a história da nossa salvação ao meditar os mistérios da vida de Jesus e Maria; incluindo as orações, do Credo; o Pai...

Hino do Centenário de Carmo da Cachoeira

letra: Haroldo Ambrósio Caldeira música: Álvaro Arcanjo Athaíde interpretação: Glória Caldeira teclado: Teresa Maciel do Nascimento estúdio de som: João Paulo Alves Costa - DjeCia edição de vídeo: Rícard Wagner Rizzi Letra do Hino do Centenário Cem anos de existência bem vivido Cantemos este hino de alegria Saudando essa data memorável do nosso centenário nesse dia. Cachoeira, Carmo da Cachoeira, Berço de um povo acolhedor Ergue hoje um pavilhão Rendendo Graças ao Senhor.

Inventários de Antônio Dias de Gouveia e esposa

A ntônio Dias de Gouveia , falecido em 27 de junho de 1789, teve seu inventário aberto na paragem da Ponte Falsa da Freguesia de Santa Ana de Lavras do Funil, do termo de São João Del Rey, Minas e Comarca do Rio das Mortes, tendo como inventariante sua esposa Ana Teresa de Jesus. Nos chama a atenção os limites e os bens que ficaram de herança. “(...) que de uma banda parte com fazenda de João Francisco Carvalho e com a fazenda chamada a dos Barreiros”. J á o inventário de Ana Teresa de Jesus, Ana Teresa de Jesus, filha de Maria da Assunção Franca e Manoel Alves Pedrosa, cita como seu genro Manoel Pereira de Carvalho; Gabriel Antônio de Carvalho e Joaquim Antônio de Carvalho e os filhos João Dias de Gouveia e irmãos. E aponta como bens: fazenda Chamusca – 14:090$000; fazenda Rio Grande – 3.000$000; fazenda Palmital – 200$000; terreiro fazenda Chamusca – 1.000$000; terreiro da fazenda Rio Grande – 400$000; terreiro da fazenda Caxambu – 270$000. A fazenda Chamusca ficou em comum,...

O livro da família Reis, coragem e trabalho.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: 24º Anuário Eclesiástico - Diocese da Campanha Imagem anterior: A fuga dos colonizadores da Capitania de S. Paulo

Mais Lidas nos Últimos Dias

O Capitão Diogo Garcia da Cruz.

G ravura da obra O Capitão Diogo Garcia da Cruz de Ricardo Gumbleton Daunt , onde se lê: O Capitão Diogo Garcia da Cruz neto de Diogo Garcia e Júlia da Caridade naturais da Ilha do Faial e sua geração. A Edição de que o Projeto Partilha dispõe foi editada em São Paulo - 1974 foi revista, ampliada e atualizada pelo Professor Caio de Figueiredo e Silva. Próxima imagem: Denise Garcia e os Garcia Frades. Imagem anterior: As três ilhõas de José Guimarães.

Ave Maria na Igreja Matriz N. Srª. Carmo

Recital de Piano e Canto em Carmo da Cachoeira Além do pianista Francis Vilela e das mezzo-sopranos Larissa Amaral e Maisa Nascimento, durante a apresentação do tema Berceuse da Suíte Dolly, de Gabriel Fauré houve a participação especial do pianista Hélcio Barone Júnior, formado pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade São Paulo. Um momento especial, raro, em que os espectadores puderam apreciar uma apresentação de pianos a quatro mãos. A Ave Maria, ou ave-maria, também chamada de Saudação Angélica, é uma oração, que saúda a Virgem Maria baseada nos episódios da Anunciação e da Visitação (Lucas 1:28-42). Segundo São Luís Maria Gringnon de Montfort, cada vez que se reza a Ave Maria, a Virgem Maria no céu louva a Deus por nós com seu canto, o Magnificat  A Ave Maria é repetida várias vezes na recitação do Santo Rosário, uma oração completa, porque nela reside a história da nossa salvação ao meditar os mistérios da vida de Jesus e Maria; incluindo as orações, do Credo; o Pai...

Hino do Centenário de Carmo da Cachoeira

letra: Haroldo Ambrósio Caldeira música: Álvaro Arcanjo Athaíde interpretação: Glória Caldeira teclado: Teresa Maciel do Nascimento estúdio de som: João Paulo Alves Costa - DjeCia edição de vídeo: Rícard Wagner Rizzi Letra do Hino do Centenário Cem anos de existência bem vivido Cantemos este hino de alegria Saudando essa data memorável do nosso centenário nesse dia. Cachoeira, Carmo da Cachoeira, Berço de um povo acolhedor Ergue hoje um pavilhão Rendendo Graças ao Senhor.