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Capitão-mór Matias Gonçalves Moinhos

 Matias Gonçalves Moinhos veio para o Brasil em tenra idade. Filho de Antônio Gonçalves Moinhos da Freguesia de Santa Maria das Júnias, Raya de Galiza, Concelho de Monte Alegre, Comarca de Avos do Arcebispado de Braga. Antônio Gonçalves Moinhos era casado com Ana Alves de Villena, legítimos e inteiros cristãos velhos do lugar de Pitões, Freguesia de Santa Maria das Júnias, Raya de Galiza, do Conselho de Monte Alegre, Comarca de Xavier, Arcebispado de Braga (AEAM - 1765).

O Capitão-mór Matias Gonçalves Moinhos c.c Josefa de Morais no ano de 1725. Josefa era filha de Maria de Morais Raposo c.c Luiz Marques das Neves. Angela de Morais Ribeira c.c José Gomes Branquinho era filha de Teresa de Morais c.c André do Valle Ribeiro. Entre outros filhos Teresa e André tiveram Angela de Morais Ribeiro, mãe José Joaquim Gomes Branquinho. Assim Teresa de Morais Ribeiro e Maria de Morais Raposo eram irmãs, conforme Cid Guimarães (ASBRAP, 1999: 234-236) citando o inventário de André do Vale Ribeiro, casado com sua filha Teresa de Morais (MRSJDR - ano 1720, Cx 245).

José Joaquim nasceu em São João del Rei e faleceu em sua Fazenda da Boa Vista, onde funcionou o distrito da Boa Vista, ligado a Lavras do Funil. A proximidade através de parentesco pode ter sido a causa de termos encontrados, nos anos finais do século XIX, registros eclesiásticos e civis do Dr. Mathias Antonio Moinhos de Vilhena c.c Dona Carolina de Guvea. Assim, da família portuguesa “Moinhos”, “Gonçalves” e “Moinhos de Vilhena” oriunda de São João del-Rey, na Comarca do Rio das Mortes, o Dr. Mathias contraiu matrimônio com a filha do Barão de Lavras e deixou propriedades em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais.

Mathias Gonçalves Moinhos foi inventariante de João Rodrigues Moinhos no ano de 1766, documento arquivado na caixa 472 no Museu Regional de São João del Rey. Mathias declarou “que o dito João Rodrigues Moinhos faleceu em sua casa com seu solene testamento”. Era morador no Arraial de Aiuruoca e era comerciante. Deixou muitas dívidas por créditos da loja, provavelmente um dos maiores valores da que consta em seu inventário, foi para com Isabel Rodrigues Pereira 369$000, mulher de Francisco da (...) Brito (24.01.1741). cf: Aportes à Genealogia Paulistana. Pedro da Motta Paes, casado em 1740 em Guaratinguetá com Maria da Silva, filho de Francisco da Silva e de Catarina Corrêa da Veiga. Pedro e Maria foram pais de Maria Barbosa da Conceição, primeira mulher de Luiz Alves do Taveira, do município de Luminárias.

O Capitão-mór Matias Gonçalves Moinhos c.c Josefa de Morais em 16.04.1751, recebeu confirmação de sua sesmaria que se localizava nas proximidades do Vau Formoso, na Paragem do Bom Caldo, vizinho da Serra Branca na ponta das Carrancas.

Entre os filhos do Capitão-mór Matias Gonçalves Moinhos e Josefa de Morais está Matias Gonçalves Moinhos Villena, nascido em 1753 (AEAM - 1765). Mons. Lefort refere se a ele como sendo casado em 1779, com Iria Claudina Umbelina da Silveira (Lefort, 1972:79), irmã de Bárbara Eliadora Guilhermina da Silveira, mulher do inconfidente Inácio José de Alvarenga Peixoto, filhas do Dr. José da Silveira e Sousa e Maria Josefa da Cunha, esta filha de Mariana Bueno da Cunha e do Capitão José Carlos Monteiro de Araújo, morador no Arraial de Santa Rita da Vila Boa de Goiás (Arquivo Paroquial de São João del-Rei, Livro de Casamento 1765-1790).

O Coronel Matias Gonçalves Moinhos, fez o seus estudos no Seminário de Mariana buscando discernimento quanto ao seu desejo de tornar-se sacerdote. No ano de 1765 foi encontrado no arquivo eclesiástico Arquidiocesano de Mariana um documento interessantíssimo: o “de gênere” de Matias Gonçalves Moinhos de Vilena, no entanto em 1779, segundo Lefort, casou-se com Iria Claudina.

No Cartório de Registro Civil para o ano de 1889, Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, encontramos um registro que se deu em casa do Barão de Lavras. Lá compareceu o Dr. Mathias Antonio Moinhos de Vilhena e declarou ter si e sua mulher dona Maria Carolina de Gouvea Vilhena ter batizado João, nascido em 4.6.1888. Padrinho: Domingos de Oliveira Carvalho de Vilhena, residente em Lambary - termo de Campanha.

Transações foram encontradas no livro de nº 18 - Escripturas de compras e vendas contratos de locação de terras do ano de 1888-1896, Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, envolvendo o nome do cidadão Dr.  Mathias Antonio Moinhos de Vilhena.

Às folhas 11 está registrada uma Escriptura de permuta que entre si fazem o Dr. Mathias Antonio Moinhos de Vilhena c.c Maria Carolina Gueva Vilhena e Francisco de Assis Reis em 12.2.1890. Dizem Dr. Mathias e sua mulher Maria Carolina: “que eles são legítimos senhores e possuidores da Fazenda denominada Pinhal cita nesta freguesia de Carmo da Cachoeira que houverão de seus sogro e pai - o Barão de Lavras (...)”. Assim, “troca a fazenda da Mata por Pinhal”.

Às folhas 57 localiza-se outra escritura esta é de compra e venda que fazem tendo como comprador Jeronimo Ferreira Pinto Vieira e como vendedor douctor Mathias Antonio Moinhos de Vilhena e sua mulher Maria Carolina de Gouveia Vilhena, “terras compradas a herdeiros de José Antonio da Silva (que foi da Fazenda Cachoeira e está unida aquellas partes em comum).

Às folhas 77 verso uma escritura de compra e venda de uma morada de casas nesta freguesia do distrito de Carmo da Cachoeira que a Exª. Baroneza de Lavras e outros fazem em 26.6.1892 a João Antonio Naves. Como vendedores: Baroneza de Lavras; Eduardo Alves de Gouveia; douctor Mathias Antonio Moinhos de Vilhena e sua mulher Maria Carolina Gouveia Vilhena; Domingos de Oliveira Carvalho de Vilhena e sua mulher Marianna Clara de Gouveia Vilhena; Antonio Joaquim Alves Gouveia e sua mulher Anna Maximina, moradores neste districto cito a rua do Doctor José Constanço dividindo com Álvaro Dias de um lado e por outro com João Villela Fialho.

Ainda no mesmo livro constatamos que o Dr. Mathias Antonio Moinhos Villena possuiu casa de morada em Carmo da Cachoeira. Segundo o que lemos, às fls. 02 verso, em 16.2.1890 é citado o seguinte: “em residência de Mathias compareceram a Baronesa de Lavras como outorgante, sua pupila e filha Dona Marianna Clara Alves de Gouvêa, maior de 12 anos, o Dr. Mathias Antonio Moinhos de Vilhena, Eduardo Alves de Gouvêa, e Antonio Joaquim Alves de Gouvêa. A Baroneza por si e como tutora de sua dita filha, Dona Mariana Clara Alves de Gouvea todos moradores n’esta freguesia”. A filha, até então “maior de 12 anos", viria a se casar com Domingos de Oliveira Carvalho de Vilhena.

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