Celebração na Igreja Matriz e na “igreja doméstica”, na Comunidade de São Pedro de Rates em Carmo da Cachoeira em Minas Gerais Templos não são os muros, mas as pessoas. Em época do isolamento social certas leis ficam suspensas por uma necessidade maior. Em 2021 é a preservação de vidas humanas. A casa transformou-se em A CASA DA IGREJA, como nos moldes antigos da Igreja primitiva. Tivemos oportunidade de observar, na procissão de Corpus Christi, as casas decoradas com motivos religiosos e seus respectivos altares. No trajeto de passagem de Nosso Senhor Jesus Cristo Sacramentado moradores expuseram os santos de sua devoção e aos quais apelam em momentos de dor e sofrimento. Hoje, 24 de junho, A CASA DA IGREJA de São João Batista manifestava todo o seu fulgor. Decretos Municipais nos restringe. Nada de encontros. O bem maior a ser preservado é a vida – a nossa e dos demais. O silêncio, no entanto, faz-se ouvir. A voz do silêncio toca o coração dos transeuntes. Neste ano, os aspectos t...
Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai...