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Carmo da Cachoeira unida por uma dinâmica integradora



A reconstrução pós isolamento social

“Quando os ventos da mudança sopram, umas pessoas levantam barreiras, outras constroem moinhos de vento” — sabedoria oriental
O povo de Deus não perde sua esperança. Sabe que vivemos hoje um tempo de provações — crises e tribulações. Olhamos para os lados e o que enxergamos é sofrimento generalizado.

Parece-nos que perdemos a liberdade. No entanto, conseguimos também perceber a luta e a solidariedade manifestada por todos que, voltando-se para aquele que, no momento, é vítima de infortúnio, proporciona-lhe alento, compreensão e incentivo.

Em pequenas cidades torna-se fácil perceber a resposta dada, por seus habitantes, diante do processo que vitima uma família, um bairro ou parte da sociedade com menos recursos.

Momento para reflexão de como estamos reagindo diante das perdas vitimadas pela infestação do Corona vírus em nossa cidade, na região, no estado, no país, no mundo.

Será que nossa negligência nos impedirá de ver o sofrimento globalizado ou, alimentados pela fé (Hb 11) conseguimos reaprender a sonhar para acordar. O sonho da força para a luta e refresca a alma.

Vamos olhar nossas crianças em seu isolamento social e avaliar suas consequências.

Famílias, ensinem às crianças a hierarquizar as necessidades e valores para que não se percam buscando felicidade num celular novo ou uma roupa da moda. Lembre-se de que o sonho alimenta a esperança. O sonho antecipa o futuro e o futuro está em nossas mãos.

Todo ser humano de fé é aquele que sabe o que quer e tem certeza inabalável de que vai conseguir. Ter fé é saber querer.

Eleve o seu coração! Pense em crianças numa ação imediata e rápida. Não deixe para amanha que, com certeza será surpreendido por um amanhã que já será tarde — uma geração foi perdida, permaneceu sem assistência e deseducada.

Pais, lembrem-se de que devem atuar e orientar seus filhos em todas as ocasiões diuturnamente.

Mãos a obra, reconstruamos juntos.

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