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Agosto, o mês vocacional e a vida religiosa.



O mês de agosto é dedicado à reflexão sobre as vocações em geral . É costume neste mês comemorarmos uma vocação diferente a cada semana.

No dia trinta, um domingo, refletimos sobre a vida religiosa. 

No 10 domingo comemora-se o dia do padre e também do diácono, ou seja, as vocações para os ministérios ordenados.

O sacerdócio ministerial pelo poder conferido conduz o povo de Deus, realiza o sacrifício eucarístico na pessoa de Cristo.

O presbítero é chamado a assumir o ministério hierárquico na Igreja, como serviço aos irmãos. Quem é o Padre? É alguém que Deus chama do meio do povo e de novo o envia para trabalhar no meio do povo. O padre está á serviço da comunidade. Ele é uma ponte entre Deus e o povo.

Dia 4 de agosto é o dia dedicado a São João Maria Vianney, o Cura D´Ars, patrono dos padres; e dia 10 é o dia de São Lourenço, patrono dos diáconos.

No 20 domingo é destacada a vocação de ser pai (vocação matrimonial). Nesse dia refletimos sobre a beleza da vocação matrimonial. O homem deixa seu pai e sua mãe e une-se à mulher, formando uma só carne.

No dia dos pais, somos convidados a voltar nosso olhar para toda a família. A família é lugar e escola de comunhão, fonte de valores humanos e cívicos, é o lar onde a vida humana nasce. Neste dia fazemos memória de São Joaquim, pai de Nossa Senhora.

Os religiosos são pessoas que foram chamadas para seguir Jesus dentro de uma congregação religiosa, consagrando-se a Ele através dos votos de pobreza, castidade e obediência, além de outros específicos de cada congregação. Através do voto, o religioso faz a oferenda de si mesmo a Deus. O fundamento evangélico da vida consagrada está na relação que Jesus estabeleceu com alguns discípulos, convidando-os a colocarem sua existência a serviço do Reino, deixando tudo e imitando mais de perto sua forma de vida.

Os religiosos estão a serviço do povo de Deus por meio da oração, das missões, da assistência à saúde, da educação e das obras de caridade.

O 40 domingo é o dia dedicado ao catequista. O amor pelo Mestre leva o catequista a seguir a sua mensagem numa comunidade fraterna; mesmo sendo a fé uma adesão pessoal, ela só cresce na convivência com os outros. A experiência de uma comunidade de fé e de amor é fundamental para quem quer ser discípulo de Jesus.

O zelo apostólico do catequista leva-o a ser missionário. Não podemos guardar para nós o tesouro que recebemos. Num mundo marcado por tanta confusão ideológica, precisamos anunciar e testemunhar Jesus Cristo, cujo conhecimento é a plena realização do ser humano.

Liliene Idalina Gomes

Pastoral Vocacional

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