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Idílica fazenda do Lobo, um recanto mineiro.

Falar na fazenda do Lobo, é falar em bandeirantes, é falar em descendência de Ângela Ribeiro de Moraes (Ângela de Morais Ribeira), mãe do Capitão José Joaquim Gomes Branquinho, da fazenda sede do Distrito do Carmo da Boa Vista, Freguesia de Lavras do Funil, Comarca do Rio das Mortes. Falar na fazenda do Lobo é relembrar do tropeiro Joaquim Fernandes Ribeiro de Rezende, da fazenda das Abelhas. É se lembrar de João Damasceno Branquinho, casado com Joaquina de Rezende, filha de Elias Antonio da Silva Resende e sua primeira mulher Ana de Jesus de Góes (Anna) e Lara. É falar de Martinho Dias de Gouvêa, já falecido em 1842, irmão de João Alves de Gouveia - Barão de Lavras. É falar de Francisco de Paula Teixeira, casado com Cândida Emídia (Emília de Rezende). É falar de Joaquim Flávio da Costa, casado com Ilydia e filho de Gabriel Flávio da Costa. É falar de Antônio Severiano de Gouvêa, filho de Martinho Dias de Gouvêa. É falar de Gabriel José Junqueira, José Mizael de Andrade, Francisco Daniel da Costa, Manoel da Silva Brandão. É falar de José Antônio da Luz, José Ferreira da Luz, José Joaquim da Luz, Francisco Antônio da Luz, Joaquim Pereira, João do Nascimento Branquinho. É falar de João Ferreira Guimarães, José Ferreira da Silva, Joaquim Ferreira da Silva, Francisco Joaquim de Souza, João José de Carvalho. Falar na Idílica fazenda do Lobo e falar na fazenda Palmital do Cervo, de José Antônio da Costa. Falar na Idílica Fazenda do Lobo, e reportar-se a Manoel Antônio Rates, casado com Maria da Costa Moraes (Morais) do Sítio Cachoeira, na Cachoeira dos "de Rates" (Cachoeira dos Rates), do Distrito da Boa Vista de Lavras do Funil.

O distrito posteriomente passou a fazer parte da Freguesia de Carmo da Cachoeira, ligado a Capela de Nossa Senhora do Carmo. O que era Carmo da Boa Vista passa a ser Carmo da Cachoeira, hoje Município. A sede que era na fazenda da Boa Vista para onde hoje está a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Carmo. A lei de 1857 cita alguns nomes: Barra do Ribeirão, que vem da fazenda de Francisco Garcia, por ele divisando com a Freguesia de São João Nepomuceno, até o alto da Serra Rica. Fala em Carlos Alexandre para Varginha. Fala : "até o alto do Mato da Onça". Fala, "ao Morro do Chapéu", desde a direitura à Serra dos Tachos. Fala em José Francisco Tristão. Fala, "até o Rio do Peixe (...) barra do Ribeirão Vermelho". Fala no Ribeirão das Cobras. Fala na Serra do Gavião. Fala na Cachoeira do Funil, no Rio Ingaí abaixo da fazenda do Jardim, e fala ... e, fala ...

Onde estarão nossos documentos??????? Em que arquivo? ou, será que o fogo o consumiu???????
Porque???????

Que força impulsou a mudança do Distrito??????? Que força???????

O que incomodou tanto??????? O que??????? O fato de Manoel Antonio Rates, morador na Cachoeira dos "de Rates" ... ... ... ... ...


Comentários

projeto partilha disse…
Histórias, histórias ... que o tempo apagou. Se não temos uma, tomamos emprestada de quem tem, e somos gratos a esses caminhantes que usaram seus conhecimentos e registraram sua história. Estes, que não ficaram vendo o tempo passar da janela de suas confortáveis residências, ajudam-nos a reconstruir nossa história. Antes tarde do que nunca. Nossa crianças aguardam ... ... ...

"Ex-escravo que, após a Abolição, sem ter onde trabalhar, perambulavam pelas ruas vivendo na mendicância". Francisco "Pitada" de Oliveira, o "Chico Pitada" era um remanescente escravo pós libertação. Cf.: ABRINDO O BAU. Windows Internet Explorer
http://www.sfreinobreza.com/itachicopitada.htm

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