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Água, uma dádiva.

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Clique na tarja acima e veja este documento de 18 de fevereiro de 1926, em papel timbrado com o símbolo do Estado de Minas Gerais e os termos nele contido "Libertas Quae Sera Tamen", a Camara Muncipal de Varginha, em 18 de fevereiro de 1926 passa "escriptura particular de cessão da servidão de um manancial para o abastecimento da séde do districto do Carmo da Cachoeira".
No ato da referida cessão esteve presente como cedente Gabriel Justiniano dos Reis e sua mulher, dona Anna Reis, e como outorgada cessionária, a Camara Municipal de Varginha.
Consta do termo, "(...) por elles foi dito que eram senhores e possuidores, a juto título, de um manancial nas corcunsvisinhanças da séde do districto, no logar denominado "Capitinga", de onde parte a água que abastece o mesmo districto, cuja servidão cedem como cedido tem a Camara Municipal de Varginha (...). A Camara estava representada pelo farmaceutico Álvaro de Paula Costa, seu Presidente e das testemunhas Armando Paiva e Amaro de Souza Leme (Lemos?). (...) "Eu, Evaristo Gomes de Paiva, Director da Secretaria, a escrevi e de perante as partes que acham de conforme assignam com as testemunhas".
Disponibilizamos também uma versão em baixa qualidade em nosso arquivo de documentos.


Comentários

Anônimo disse…
Gabriel Justiniano dos Reis, filho de Antonio Justiniano dos Reis, da Fazenda CAPITINGA, neto paterno de Gabriel dos Reis e Silva que foi casado, em São Tomé das letras em 1813 com dona Bazilissa Cândida Branquinho, filha do alferes Luiz Gonzaga Branquinho e de Ana Cândida de Meireles, neta materna do Capitão João de Souza Meirelles e de dona Mariana Garcia Duarte Meirelles, segundo o livro de genealogia da Família Reis, p. 26,"sobrinha do Famoso ´Januário Garcia - O sete orelhas´."
Anônimo disse…
Benefredo de Sousa no Prefácio de sua obra obra "História do Sete Orelhas,p.1, diz: "feitos quase lendários e de negativa mística desse cavaleiro do CAMPO FORMOSO(...)"e, mais "Januário Leal decantado nos versos de Drammor enas narrativas épicas de Galpi e José Teixeira Meirelles, este já em 1887. Também Eduardo Frieiro, e Gustavo Barroso crítico de Januário Garcia". No ano de 2003, Dr. Marcos Paulo de Souza Miranda retoma o assunto. Agora sob outro ângulo, e com uma quantidade muito maior de informções e conclusões. Sua obra, Jurisdição dos Capitães, conta a história de Januário Garcia Leal, o Sete Orelhas,e seu bando, pela Editora Del Rey. Belo Horizonte. "Minas Gerais, 1802. "O ciclo do ouro experimenta seus últimos suspiros e a crise social na Capitania atinge proporções alarmantes. O aparato administrativo colonial mostra-se decrépto, deixando patente sua absoluta ineficiência para a solução dos problemas enfrentados pela população, que passa a presenciar um desenfreado aumento da criminalidade. Neste contexto, ocorre no Sul de Minas o covarde e desumano assassinato de um fazendeiro integrante de uma das mais tradicionais famílias da região. Este episódio, aliado à total impunidade dos matadores, deflagra o início de uma perseguição atroz, relembrando tempos muito remotos da história da humanidade, quando a justiça ainda era feita pelas próprias mãos. Três capitães de milícias, parentes do malfadado fazendeiro assassinado, passam a ignorar a ineficiente Justiça do Estado Portugês e assumem pessoalmente a tarefa de perseguir e setenciar os autores do horrendo crime.Encoberta pela força das tradições orais por mais de dois séculos, vem agora a lume, comprovada documentalmente, uma das mais impressionantes histórias do período colonial brasileiro:A história de Januário Garcia Leal, o Sete Orelhas, e seu bando". Benefredo de Sousa diz:"Incluirei ainda uma resenha histórico-geográfica dosmunicípios chaves das ocorrências - Luminárias, Carmo da Cachoeira e São Bento Abade. Como patrióta e como vizinho, junto também o RIO VERDE (...). Pg. 7,"O Tira-Couro, com sua figueira(...)está a seis quilômetros de São Bento, nas terras de propriedade de Gabriel(...)Junqueira.

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