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Tabela Cronológica 15 - Carmo da Cachoeira

1860

ü 20/Mai – foi nomeado o tenente-coronel João Ferreira de Aquino, residente na vila de Lavras, para acompanhar e inspecionar a execução do contrato de cruzamento para o aprimoramento das raças entre o cavalo Mortimer e éguas das fazendas: Chamusca, Atalho e Campo Belo. (Arquivo Público Mineiro - Seção Provincial, SP548, pp.120-124, Ofícios sobre a agricultura e comércio); e

ü denominação oficial da Paróquia do Santíssimo Coração de Jesus à vila de Três Corações do Rio Verde.

1861

ü Nasceu João Baptista Ribeiro da Luz, que foi casado com Mariana Clara de Mello; e

ü o fabriqueiro José Selestino Terra e o Vigário Joaquim Antônio de Rezende registram no Livro Fábrica as primeiras notas: Balbino Francisco Xavier, Claudina Maria Terra e contribuem para sepultura da sogra de João Villela Fialho com 6$000.

1862

ü 16/Ago – morreu Francisco Inácio de Souza, pai de Rita Vitalina de Souza, em Carmo da Cachoeira;

ü Francisco de Paula Cândido era o escrivão interino de notas na freguesia do Carmo da Cachoeira; e

ü elementos da Guarda Nacional são escolhidos pelo Conselho Paroquial na matriz de Cachoeira do Carmo.

1863

Os tropeiros constroem na região onde hoje está Varginha uma capela, que seria o núcleo inicial da povoação.

1864

ü 23/Jun – realizou-se o casamento de Joaquim Praxedes da Costa e Rita Cândida de Souza, ele era filho de Generosa Costa e ela de José Pedro Fernandes, foram testemunhas: José Fernandes Avelino e Inácio Lopes Guimarães. O evento ocorreu na Casa Nova dos Rates, onde além da residência havia uma entrada independente para uma ermida;

ü 1/Ago – o Diário Oficial “Publicação do Minas Gerais” cita: “A divisar ... e Cachoeira do Carmo da Boa vista ...”, (Lei nº 1.190 de 23 de julho, artigo 11); e

ü morreu João Vilela Junqueira, proprietário da fazenda do Campo Redondo.

1865 a 1870

- Guerra do Paraguai -

1865

ü 1865-1866 – Aureliano José Mendes, era o escrivão em Carmo da Cachoeira; e

ü 29/Abr – casaram-se João Hermenegildo Vilella e Mariana, no oratório da fazenda dos Terras.

1867

ü Nasceu na “Cachoeira de Rates” na fazenda da Chamusca, Jóia, o garanhão conhecido como Jóia da Chamusca, que teria dado origem ao cavalo Mangalarga Paulista;

1868

1869-1870 – Concílio Vaticano I, reafirmou as decisões do Concílio de Trento; e

ü 20/Jul – Lei n° 1.510: eleva a vila de Lavras do Funil à condição de cidade, com a denominação de Lavras.


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