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Hino do Centenário de Carmo da Cachoeira

letra: Haroldo Ambrósio Caldeira

música: Álvaro Arcanjo Athaíde

interpretação: Glória Caldeira

teclado: Teresa Maciel do Nascimento

estúdio de som: João Paulo Alves Costa - DjeCia

edição de vídeo: Rícard Wagner Rizzi


Letra do Hino do Centenário

Cem anos de existência bem vivido

Cantemos este hino de alegria

Saudando essa data memorável

do nosso centenário nesse dia.


Cachoeira, Carmo da Cachoeira,

Berço de um povo acolhedor

Ergue hoje um pavilhão

Rendendo Graças ao Senhor.



Comentários

Anônimo disse…
Parabéns a Carmo da Cachoeira. Vamos aguardar a oficialização.
Anônimo disse…
O que? Não está oficializado? Quantos prefeitos já passaram, e ninguém pensou nisso?
Anônimo disse…
Concordo com o Carioca. Depois pode aparecer a turma do pemerepequê e a gente ter que sair em defesa, pô...
Anônimo disse…
Que beleza, estou emocionado.
Anônimo disse…
Conheço um a um dos personagens que estão aí representados. Parabéns ao organizador do blog. É nossa terra, portanto, nossa gente é que tem que aparecer.
Anônimo disse…
É isso aí Márcia. Se a gente não aprece aqui, vai aparecer onde? Varginha e outros é que abrem campo.
Nóis é mais nóis.
Anônimo disse…
Já ouvi cinco vezes e não me canso. Como ninguém pensou nisso antes. Parabéns aos organizadores. Paróquia, você fez sua parte neste ano do sesk. Fico imensamente feliz com a presença do Pe. André. Com ele aumentamos nossa dignidade. Sabemos quem somos e honramos nossa maneira de ser. Se somos assim, pra mor de que fingir outra coisa.
Anônimo disse…
Ah, refrigério.
Anônimo disse…
E o pessoal que pensa o turismo? Será que não vai fisgar essa isca?
Anônimo disse…
Ó cidade querida. Ó cidade querida. Ó cidade querida. Ó cidade querida. Ó cidade querida.
Anônimo disse…
Já que o recado do Felix emperrou, digo, nunca, nunca ví coisa tão linda.
Anônimo disse…
Quem é que ao ouvir um hino deste não se envolve, e passa a amar ainda mais a cidade? Dá a ela a identidade. Perdida? Ainda bem que a Câmara e o Prefeito e sobretudo a EDUCAÇÃO estão atentos.
Anônimo disse…
Ai tá tudo. Parabéns TSBovaris. Tem o carro de boi, tem nosso folclore, tem nossa bandeira, tem muitos pontos com santinhos, tem a cantora que é da terra, tem sua avó que sempre foi incentivadora da música na cidade, tem a gravadora que é daquie tem a compositora . Uaí, começo a ver que aquí tem tudo, tudinho. Só vim a perceber agora. Acorda Zé.
Anônimo disse…
Só completando o que o Zé do Morro não disse. O Pe. André está dividindo o que é nosso. Deus abençoe nosso Pastor. Nem é necessário a gente comprar essa informação. Sabe, meu professor de sociologia iria dizer,... e o cidadão não pôs a mão no bolso.
Brigadão Pe. André.
Anônimo disse…
Parabéns Pe. André. Seu trabalho é digno de louvor. O senhor já recebeu, através da Câmara de sua cidade, o título de Cidadão Cachoeirense? Se não recebeu, é porque os representantes do povo estão dormindo ou deitados em berço esplendido.
Anônimo disse…
Ah, meus antepassados. Olha só o que voces deixaram plantados na Cachoeira que levou seu nome. Suspiro em terras distantes.
Anônimo disse…
Cadê as pequenas indústrias da cidade? Seus filhos em terras distantes estão aguardando o momento de retornar. Não pensem que a gente saí e fica desligado. Estamos plugados aí. Agora mais do nunca. Vou voltar a ter propriedade aí. Vendi o que tinha para estudar meus filhos fora. Agora, votarei.
Anônimo disse…
Toca o mais profundo do nosso ser sentir o quanto de desprendimento a igreja tem mostrado no decorrer de seu trabalho. Parabéns Pe. André. Parabéns a seu superior. Parabéns, aí, TSBovaris pelo seu dom de transformação. Do nada, sai uma obra de arte.
Anônimo disse…
Que gente atenta desta cidade, pô.
Anônimo disse…
O Pe. André é carismático, mesmo.
Anônimo disse…
Cachoeira , Cachoeira, Cachoeira. Nós a amamos muito.
Anônimo disse…
Olá Moreira. Indústria? só se não poluir. Não vamos estragar. Empregar sim, poluir não.
Anônimo disse…
Maísa e Teresa. Nossa família sente-se engrandecida. Voces fizeram sua parte. Foram um exemplo vivo de cooperação, colaboração. Não foram chupins(esta espécie que me perdoe).
Anônimo disse…
Vamos listar esse voluntários. Pessoas nobres, caladas sem pretensão nenhuma.
Anônimo disse…
A audição do clipe e suas imagens tocam profundamente, mesmo aqueles que não são filhos da terra. Parabéns a sua compositora.
Anônimo disse…
O quê eu acabo de ouvir e ver? Divino, divino, divino, e ponto final.
Anônimo disse…
Para você Antonietta. Receba em nome de todos nós:
Pai nosso que estais no céu, Santificado seja o vosso nome. Venha a nós o vosso Reino,seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu.
Anônimo disse…
Vou rezar com a Leonor:
Pai nosso que estais no céu santificado seja o vosso nome venha nós o vosso reino seja feita vossa vontade assim na terra como no céu. Amém.

É para você Antonieta.
Anônimo disse…
Sem palavras, só emoção e amor.
Anônimo disse…
Aqui. Tenho dúvidas se existe no planeta algo tão, tão lindo.Parabéns aos organizadores deste blog. Parabéns ao Pe. André.
Anônimo disse…
Maísa. Que Deus continue dinamizando os dons que quer ver irradiado entre os homens, através de Você. Você é um anjo, sabia?
Obrigada por existir e pelo seu espírito de doação.
Anônimo disse…
Ah, danadinha da Maísa. Some durante as férias daqui de Pouso Alegre. Olhe o que ela estava fazendo....Descobrimos.
Parabéns.
Anônimo disse…
Uai, a Verônica disse que a Maísa foi embora? Que história mais chata essa?
Anônimo disse…
Professora Antonietta. Onde a senhora estiver receba nosso eterno amor.
Anônimo disse…
O senhor recolheu a Professora Maria Antonietta na hora que ele sentiu que devia. Mas, podia ficar mis um pouquinho aqui, Pai.a
Anônimo disse…
A Fazenda Maranhão não tem nada a ver com a origem de Carmo da Cachoeira. Foi apenas uma invenção de Monsenhor Lefort para tirar a família Rates da história de Carmo da Cachoeira. Em nossa pesquisa fizemos buscas em cada canto do município e não encontramos nada que se relacionasse à esta fazenda ou a seu proprietário, o Capitão Valentim José da Fonseca. O próprio Professor Wanderley já tinha afirmado isto.
Para reforçar este entendimento,localizamos em um mapa da região de Lavras uma Fazenda Maranhão, às margens de um ribeirão que nascia na serra da Bocaina e que cruzava a rodovia Fernão Dias entre a Balança e a ponte do Rio Grande, chamado Maranhão.
Quanto ao Capitão Valentim José da Fonseca, vamos encontrá-lo no Arraial de Lavras, participando com outros capitães da demolição de das casas que, à revelia foram construídas na praça do povoado.
Jorge Vilela 09-11-2021

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