Essa noite tive um sonho que durou mais de uma hora. Sonhei com velhos amigos que do mundo foram embora. Quando eu fiz essa música, dessa turma toda que eu falei os nomes, todos já tinham morrido, mas ainda tem três pessoas vivas nessa música: o Caçamba, que eu vi a mãe dele lá; tem o Frota, que sou eu o cantador; e tem o Capunga que era o pai do Rodrigo, que era o menino que uma caminhonete matou ele aqui na cidade. Então o Capunga, o Caçamba e o Frota, estes estão vivos, já o Zico que cantava comigo, morreu também. O Nem Roberto era casado com a prima da minha esposa e morreu novo e lá atrás eu falo do João de Barro, Aduzio era um fazendeiro que tinha por aqui, e o Antonio Quita (Antoiquita). Sabe porque essa música tem esse título, Festa no Céu ? É por que não tem como uma pessoa viva conversar com uma pessoa morta, por isso que ela passou a se chamar Um Sonho , por que no sonho vale tudo e a gente passa a fazer coisas impossíveis, então essa música é uma coisa impossível, essa é um...
Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai...