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Refazendo Memórias - Wanderley Ferreira de Resende

Alguns comentários sobre o lançamento do livro do prof. Wanderley

Muitas perguntas presentes na lúcida e questionadora mente do prof. Wanderley F. Resende continuam, ainda hoje, a impulsionar a busca sobre nossas origens. Ele falou em sua obra sobre o tempo, as coisas e as pessoas de sua terra natal e nossa mui simpática Carmo da Cachoeira, na fala do prof. Wilson de Magalhães Terra.

Nesse século XXI vamos agregando dados com a mesma finalidade idealizada pelo prof. Wanderley, ou seja, atingir o objetivo patriótico de perpetuar os acontecimentos e os feitos valorosos dos antepassados que se tornaram os verdadeiros benfeitores de sua cidade natal, segundo o prof. José Filgueiras Sobrinho.

A cachoeirense e autora da letra do hino de Carmo da Cachoeira, profª. Maria Antonietta de Rezende regozijou-se com o legado deixado para as atuais e futuras gerações. Na ocasião escreveu ao prof. Wanderley:

(...) felicito-o pela publicação de seu admirável trabalho "Carmo da Cachoeira - Origem e Desenvolvimento", trabalho esse que emocionou a todos os cachoeirenses.

Segundo consta na Certidão de Nascimento de Inteiro Teor, no livro de assento de nascimento nº 02/A, às fls. 197 encontrou-se o termo seguinte:

Aos vinte e cinco dias do mez de fevereiro de mil nove centos e cinco neste districto do Carmo da Cachoeira, Comarca de Varginha, Estado de Minas Gerais, em meo cartório comunicou-me, por escripto José Pedro Ferreira e por sua mulher Anna Emydia de Rezende, haver nascido no dia deseceis do vigente, seo filho Wanderley, tomando para padrinhos do recem-nascido, João Villela de Rezende e Candida Emydia de Rezende (...).

Em 2.3.1946 Wanderley F. de Resende casou-se com dona Isaura Torres, nascida aos 16.8.1907 em Lavras, MG, filha de Nicolau da Costa Tôrres e Felisbina de Paula Torres. Isaura passou a assinar Isaura Torres de Resende.

Wanderley F. de Resende, faleceu em Carmo da Cachoeira, no dia 13.6.1982, conforme consta do termo de óbito no livro 14/C, fls. 51 vº, sob nº 340. C. C, 14.6.1982.

Nossa mais profunda e eterna gratidão a esse cidadão cachoeirense guardião de nossa história e construtor de degraus sobre os quais podemos buscar, com segurança, dados complementares sobre nossa história.

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