O sábado santo foi marcado pelo silêncio. Não houve celebrações. Parecia que tudo acabou sem possibilidades de mudanças. Depois que alguém morre todos os seus projetos ou aqueles que lhe dizem respeito têm fim. Jesus também morreu, levaram- no ao sepulcro. O seu corpo esteve nas mãos de um homem, justo e reto: José de Arimatéia, que O desceu da cruz e O envolveu em um lençol depositando-O no sepulcro, talhado na rocha, onde ainda ninguém havia sido sepultado. Só faltou o embalsamento, envolto em aromas de mirra e aloés. Conservá-Lo intacto era o intento. Uma esperança precária porque no fim nada resiste à consumação do tempo e à sua voracidade. O fecho foi conclusivo e difícil. Foi rolada uma grande pedra contra a porta do túmulo. O Filho de Deus quis compartilhar a sua semelhança conosco até o extremo. Tudo aconteceu há dois mil anos. Jesus Cristo veio ao mundo disposto a ser o maior exemplo de amor e de verdade. Tinha uma proposta de vida não entendida por muitos. Condenaram-no...
Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai...