São Francisco de Sales diz que a fé viva opera pela caridade e nós mostramos que de fato somos de Deus quando somos Dele por fé e por obra. Ser de Deus é um dom de Deus, dom que Ele não recusa a ninguém, mas oferece a todos os que de bom coração consentirem em recebê-lo. A salvação, pois, está disponível para todos, mas só aqueles que estendem a mão para recebê-la a alcançam. O livre-arbítrio decide isso. Está na escolha de cada um, enquanto peregrina por esta terra, tomar essa decisão e estender a mão, abrir a mão para a obra da caridade. A obra de Deus é a caridade. Se escolhermos ser Dele, devemos abraçar a fé que Ele nos deu e arregaçar as mangas para nos tornarmos obreiros da caridade. Só assim seremos dignos da herança que nos foi prometida e receberemos a graça de partilhar do Reino do Pai, onde habita a Justiça, onde reina a Paz e onde o Amor é a única linguagem. Em sua obra Tratado do Amor de Deus, São Francisco de Sales usa uma expressão muito feliz para definir os q...
Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai...