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O Livro Fábrica como fundamento do trabalho.

O Livro Fábrica da Paróquia Nossa Senhora do Carmo de Carmo da Cachoeira é uma das bases de nossa pesquisa.

Escaner: Rogério Vilela - 2007 - Arte: TS Bovaris

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A transcrição do imóvel do pasto de Izalina.

Comentários

projeto partilha disse…
O Livro Histórico apresenta-se como um dos marcos na História do Carmo da Cachoeira dos Rates. Quando dos registros nele existentes, já haviam sido doadas as TERRAS PARA FORMAÇÃO DO PATRIMÔNIO DE NOSSA SENHORA DO CARMO. Esta doação ocorreu pelos descendentes do primeiro morador do local: MANOEL ANTONIO RATES, casado com dona MARIA DA COSTA MORAES/Morais. Em termos nacionais, já pertencia ao passado a política econômica baseada na cultura da cana de açucar e estava em decadência(final do século XVIII) a mineração. Momento marcado pela necessidade de incentivo as atividades agrícolas. José Bonifácio de Andrade e Silva propõe: "Todos os possuidores de terras que não têm título legal perderão as terras, que se atribuem, excepto num espaço de 650 jeiras, que lhe deixara, caso tenhão feito algum estabelecimento ou sítio". Na sessão da Assembléia Constituinte de 1823 em documento, Nicolau Campos Vergueiro diz: "Que suspendam as datas das Sesmarias. Que a comissão de agricultura proponha um projeto de lei sobre terras públicas, contendo providências para o pretérito e regras para o futuro".
projeto partilha disse…
A Lei de Terras, com desfecho em 1850, além de representar um marco histórico na política do uso do solo, demonstra a força dos produtores de café. É com esta visão, e neste contexto histórico, que devemos procurar entender os dados e o conteúdo presentes no Livro Fábrica, motivo da Imagem do Dia de hoje em nossas páginas.
projeto partilha disse…
A visão que deverá nortear nossa análise é a de que o Livro I - Fábrica da Freguesia do Carmo da Cachoeira não reflete o início da História de Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. Reflete sim, um momento de grande importância, no entanto, não o primeiro. A busca empreendida pelo Projeto Partilha gira em torno de duas questões básicas:

- Quem foi MANOEL ANTONIO RATES?

e

- onde está arquivada a PROVISÃO para funcionamento da Capela Barroca que, em 1857, foi transformada em FREGUESIA/MATRIZ?

Que a Luz se faça presente no caminho de todos os que se envolveram nesta busca. Paz e Harmonia. Carmo da Cachoeira, no ano em que se comemora 152 anos da Instalação de sua Freguesia/Matriz.
projeto partilha disse…
- Onde encontrar OS RATES sendo citados como proprietários rurais?
- Na criação da Companhia de Ordenanças DUAS BARRAS, dividida da de Espírito Santo de Catanduvas, que se divide, partindo do Rio do Peixe e barra do Ribeirão Vermelho (não a de Lavras; a de Três Corações).
projeto partilha disse…
- Quem eram os proprietários rurais citados na referida criação da Companhia de Ordenanças?
- Na ordem como aparecem, são os seguintes: pelas divisas das fazendas dos herdeiros do falecido alf. Francisco Matias da Luz, Matias Alves Negrão e o cap. João Ferreira da Silva, Maria da Pena (Penna/Penha/Paula), viúva de JOSÉ DA COSTA MORAES, Domingos Gomes do Monte, MIGUEL ANTONIO RATES e herdeiros do falecido Joaquim Pimenta de Abreu, alf. João Alves Ferreira (...)Mateus da Costa Manso, Manuel de Souza Diniz (...) José Joaquim Gomes Branquinho. O comandante designado foi João Damasceno Branquinho.

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