Pular para o conteúdo principal

Possível imagem de Santa Rita em detalhe.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Próxima imagem: As garotas e o padre em São Tomé das Letras.
Imagem anterior: Família em frente a um oratório de fazenda.

Comentários

Anônimo disse…
Um consórcio cultural.
O professor e historiador Antonio de Paiva Moura dá a receita: "Antonio, juntamente com Gilberto de Moura, Paulo de Moura e João Evangelista de Moura criaram um consórcio de colaboradores, formado por quatorze familiares, para a pesquisa genealógica." Antonio teceu de forma metafórica a história familiar, das raízes, onde arrola os antepassados desconhecidos; o tronco onde ele identifica os casais fundadores; os galhos, que são os elementos da primeira geração; Os ramos, que se referem à segunda; as folhas, à terceira; as flores, à quarta, os frutos, à Quinta até a Sexta geração, as sementes, que segundo ele, são lançadas no chão, simbolizando a eterna perpetuação do grupo pelos descendentes jovens.
Cf. http://gilsonmoura.vilabol.uol.com.br/
A família Moura e seus colaterais.
:....: Site do Gilson :....: - Windows Internet Explorer.
Anônimo disse…
"Uma das maiores preocupações da genealogia crítica deve ser o resgate das verdadeiras condições sociais de existência dos nossos antepassados. Ao mesmo tempo que resgatamos os nossos avoengos do passado, temos de resgatar os nomes das pessoas que viveram e trabalharam com e por eles. Uma das primeiras fontes da escravidão na região de São Francisco do Sul é o Livro de Registro de Escravos para o Fundo de Manumissão sob a guarda do nosso colega Antonio Roberto Nascimento.
A escravatura estava organizada em um modelo familiar, com a clara intenção de se auto-reproduzir."
Autor: Ricardo de Oliveira.

"Onde tem Brasil tem OLIVEIRA". Oliveira é um nome do Portugal profundo, nome do cerne da ruralidade portuguesa."
Anônimo disse…
Hoje, logo de manhãzinha, quando o sol ainda timidamente lançava seus primeiros raios clareando o leste cachoeirense, alguém me chama pelo nome, na porta da COMUNIDADE PAROQUIAL SÃO PEDRO DE RATES, anteriormente conhecido como GAPA. Exatamente na porta de acesso ao "SANTUÁRIO MÃE RAINHA", vejo a imagem alegre da SELMA do NECA. Irradiava pura felicidade e descontração. Vinha com um envelope nas mãos. Bom dia. Hoje quem tem história sou eu. Minha mãe encontrou um foto histórica que lembra o Pároco, Pe. Manoel Francisco Maciel (paroquiato de 09-05-1944 a 1965). A foto registra sua preocupação com a formação da criança cachoeirense e eu tive o privilégio de ser uma delas. Vou enviar a foto a TS Bovaris e já vou avisar todo mundo para acessar a página de amanhã. Lá vai ter a minha história junto da foto que minha mãe carinhosamente "esconde e tem ciúme".
Com imensa alegria em meu coração recebi e missiva que ora posto, entregando-a a TS Bovaris para as devidas providências:

Padre Manoel Francisco Maciel meu orientador e minha turminha.
Autora: Selma Mendonça Dias - a Selma do Neca.

Turminha querida, turminha unida, turminha feliz. Neste dia estavamos em São Tomé das Letras ao lado do Pe. Manoel. Da direita para esquerda, em cima e em pé: Rejane da Delma, Cecília da dona Ziquinha (família Alvarenga/Santana), o Pe. Manoel eu, a SELMA da dona Doca (hoje SELMA do NECA), a Stella da dona Nilza, e a Cidinha da tia Bibi (na frente do Padre Manoel).
Sentadas: da direita para a esquerda: a Delizete da dona Elza, a Dayse do Valdemar, a Shirley do Toninho alfaiate, a Silvana do Fuad, e a Conceição do Clóvis (esta parente do cachoeirense Jorge Fernando Vilela, autor da obra "O Sertão do Campo Velho".
Esta foto relata um dos passeios feito com Pe. Manoel. Foi em São Thomé das Letras onde o Pe. Manoel ia rezar uma missa (na ocasião já era Pároco em Baependi). Foram nossas acompanhantes as saudosas dona Naná e Manoelina (não aprecem na foto). Da turminha, duas já moram nos planos internos da vida: Rejane da Delma e Cidinha da tia Bibi. "Senhor. Que brilhe para elas a Vossa Luz!"
Fizemos outros passeios tais como: Caxambu, Lambarí e Baependi e, com direito a piquenique, visita a museus, grutas, conventos, cinema, quadra de esportes. Pura diversão. Há, como foi divertido.
Algumas dessas amigas e eu no mês de maio (MÊS DE MARIA)fomos escolhidos para representar a linha angelical existente no PLANO DIVINO. Vestimos-nos de ANJOS e SAUDAMOS NOSSA SENHORA DO CARMO. Cada domingo uma coroava a SANTINHA. Na semana que antecedia a coroação a família do ANJO se envolvia no evento. Angariavam doações para a manutenção do prédio da Matriz de Nossa Senhora do Carmo.
Depois da coroação uma festa. Nos reuniamos na sacristia da Igreja e partilhávamos doces, salgadinhos, sucos e o insubstituivel bolo. QUANTA FELICIDADE!
Essa mesma turma frequentou a escola "PEDRO MESTRE". Enquanto lá estudávamos também brincávamos, representávamos, bordávamos e cantávamos muito ... BONS TEMPOS AQUELES!
Foi onde a Cidinha da tia Bibi lecionou e eu, com muito orgulho sou funcionária junto a equipe de guia intelectual erudita.
Em agradecimento àquela que foi o meu berço da educação quero parabenizá-la pelos seus 106 anos. São cento e seis anos de de instrução e de qualidade de ensino de geração em geração!
A escola "PEDRO MESTRE" tem como Padroeiro "SÃO JOSÉ" o qual saudamos no dia 19 de março.

"SÃO JOSÉ. VALEI-NOS!!!"

assinado: Selma do Neca, num ato de puro amor a CARMO DA CACHOEIRA, no Sul de Minas Gerais.
Anônimo disse…
O "Santuário Mãe Rainha" se prepara para receber a comunidade religiosa no dia em que será celebrada a primeira Missa no local. Este templo, dedicado a oração, recolhimento, retiro, estudos e atividades religiosas encontra-se inserido no Programa de Trabalho da Matriz de Nossa Senhora do Carmo, Carmo da Cachoeira, Minas Gerais,e é assistido por dedicados zeladores, que operacionalizam os objetivos de seu PASTOR. São eles devotados guardiões do "Santuário", e estão prontos a "fazer acontecer" as atividades programadas pelo Pároco André Luiz da Cruz. Deus é Luz é o lema e a chispa Divina soprada pelos 4 cantos da Paróquia. Nenhum espaço poderá ficar "de fora". A COMUNIDADE PAROQUIAL SÃO PEDRO DE RATES perscrutou o ensejo e respondeu ao chamado da Igreja. Foi abençoado pelo PAI. Organizou-se e, tentando manifestar no local o que entende por "Igreja Viva e atuante em seu meio", ofertou-se a este SERVIÇO altruísta. Enquanto imperfeitos seres humanos colocam-se como servidores de Jesus Cristo enquanto tentam manter viva a chama que lhe foi presenteada na PIA BATISMAL. Convictos de que possuem o impulso que alimentará sua busca - perceber-se como ser espiritual ofertam-se para o serviço espiritual no local onde residem. As palavras de Goethe revelam esta dualidade da seguinte forma:


"Por um só impulso tu estás possuído,
Inconsciente do outro permaneces, ainda não o tens sentido,
Duas almas, oh! moram dentro do meu peito,
E aí lutam por um indivisível reino;
Uma aspira pela terra, com vontade apaixonada,
A íntimas entranhas ainda está ligada.
Acima das névoas, a outra aspira, de certeza,
Com Ardor Sagrado por esferas onde reine a pureza".
Quem são estes dedicados zeladores, tentáculos do Pároco em sua comunidade?
- Alcione Silvestrin
- Aldrin Reis
- Aparecida Moreira Naves
- Aparecida Reis
- Eunice Reis
- Ivone Reis
- Roselane Reis Santana
- Sebastiana de Almeida
- Shirley Mantovani Naves
- Teresa dos Reis Cassiano (Terezinha Tanajabi)
- Vania de Fátima
- Vicentina da Cruz Joaquim.

"nenhum homem pode servir a Deus e ao diabo (...) vosso Pai sabe que tendes necessidades. Buscai, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e Sua Justiça, e todas as coisas vos serão dadas por acréscimo".

A COMUNIDADE PAROQUIAL SÃO PEDRO DE RATES presta homenagem nesta data a seu PÁROCO, Padre André Luiz da Cruz pelos feitos realizados em prol das comemorações do Sesquicentenário da PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO CARMO.
Homenageia também, em nome de todos os que estiveram presentes com seu nome no CD COMEMORATIVO - Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, 150 Anos, o PRODUTOR deste compêndio de músicas e poesias cachoeirense, JOÃO PAULO ALVES COSTA. Equipe www.djeciaeventos.com

Rua Domingos Ribeiro de Rezende, 704. Centro. Carmo da Cachoeira.

Mais lidas no site

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump...

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Mais lidas nos últimos 30 dias

Carmo da Cachoeira: A Fronteira entre SP e Minas

Padre Gilberto Paiva, apresentando a obra "O Clero Paulista no Sul de Minas: 1801-1900", de autoria do Pe. Hiansen Vieira Franco: O Estado de Minas Gerais apresenta certas particularidades históricas no seu processo formativo, que fogem ao padrão de outros estados da federação. Sem contar os movimentos contestatários e independentistas no período colonial e o desenvolvimento da arquitetura barroca no século XVIII, Minas tem algo de diferente. O povo mineiro é o povo que mais emigra no Brasil, só perdendo para o povo nordestino, somados os nove estados que formam esta região do país. Paralelamente ao movimento de saída do estado, os mineiros recebem diversas influências, sobretudo dos estados vizinhos. O Triângulo Mineiro tem suas peculiaridades, que incluem ideias separatistas. Enquanto a Bahia exerce influência sobre o norte do estado, a Zona da Mata e a região de Juiz de Fora são influenciadas pelo Rio de Janeiro . Por fim, o Sul de Minas , que recebe forte influência d...

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A História de Carmo da Cachoeira: O Resgate de Leonor Rizzi

A professora Leonor Rizzi dedicou-se a organizar dados que resgatassem a origem mais remota da ocupação europeia na região que viria a ser Carmo da Cachoeira . Por isso, tomou como marco inicial de suas Tabelas Cronológicas a trajetória do nome Rattes , ligado à primeira família europeia conhecida na área. As Tabelas Cronológicas 1 e 2, aqui unificadas, procuram situar Carmo da Cachoeira dentro de uma linha do tempo ampla, que vai das tradições medievais ligadas a São Pedro de Rates até o ciclo do pau-brasil e da cana-de-açúcar no Brasil . publicado originalmente em 21 de janeiro de 2008 Dos primórdios até o ciclo do pau-brasil Tabelas Cronológicas 1 e 2 unificadas A leitura de longo prazo proposta por Leonor Rizzi começa no campo da tradição cristã. No ano 44 , conta-se que Santiago, apóstolo , teria passado pela serra de Rates e sagrado Pedro de Rates como primeiro bispo de Braga . Essa figura, ligada ao imaginário medieval, é um dos fios que mais tarde aproximariam o topôn...

Monsenhor Nunes - 50 anos de sacerdócio

  Em 9 de fevereiro de 2008, a Paróquia Nossa Senhora do Carmo , em Carmo da Cachoeira , registrou em palavras a gratidão a Monsenhor José Nunes Senador pelos seus cinquenta anos de vida sacerdotal . Poucos anos depois ele partiria, e, com o tempo, sua figura foi ficando mais discreta na memória pública. No entanto, quem conviveu com ele lembra bem do modo familiar com que tratava a todos e da facilidade com que transitava entre as famílias da cidade, conhecendo pessoas, histórias e caminhos. Esse jeito próximo fez dele não só um pastor atento à comunidade, mas também uma ponte importante para o fortalecimento de grupos e comunidades ligadas à paróquia. Ao lado dele, muitas iniciativas pastorais tomaram forma; e, graças às histórias que contava e às pessoas que indicava, boa parte do trabalho de resgate da memória local realizado pela professora Leonor Rizzi pôde avançar em poucos anos o que, em condições normais, exigiria décadas de pesquisas de campo, tanto na área urbana quant...

Leonor Rizzi: O Legado do Projeto Partilha

Um Resgate da Memória de Carmo da Cachoeira A história de um povo é construída não apenas por grandes eventos, mas pelo cotidiano, pela fé e pelo esforço de seus antepassados. Em Carmo da Cachoeira , essa máxima foi levada a sério através de uma iniciativa exemplar de preservação e descoberta: o Projeto Partilha . Liderado pela Profª Leonor Rizzi , o projeto destacou-se pelo rigor acadêmico e pela paixão histórica. O intuito era pesquisar a fundo a origem de Carmo da Cachoeira, indo além do óbvio. A investigação buscou a documentação mais longínqua em fontes primárias, estendendo-se desde arquivos em Portugal até registros no Brasil, mantendo contato constante com pesquisadores de centros históricos como Porto , Mariana , Ouro Preto e São Paulo . A metodologia do projeto foi abrangente. Além da consulta a documentos genealógicos digitais, houve um trabalho minucioso nos Livros de Diversas Paróquias e Dioceses . Neste ponto, a colaboração eclesiástica foi fundamental: o clero da Paróq...

Mais Lidas nos Últimos Dias

Carmo da Cachoeira: A Fronteira entre SP e Minas

Padre Gilberto Paiva, apresentando a obra "O Clero Paulista no Sul de Minas: 1801-1900", de autoria do Pe. Hiansen Vieira Franco: O Estado de Minas Gerais apresenta certas particularidades históricas no seu processo formativo, que fogem ao padrão de outros estados da federação. Sem contar os movimentos contestatários e independentistas no período colonial e o desenvolvimento da arquitetura barroca no século XVIII, Minas tem algo de diferente. O povo mineiro é o povo que mais emigra no Brasil, só perdendo para o povo nordestino, somados os nove estados que formam esta região do país. Paralelamente ao movimento de saída do estado, os mineiros recebem diversas influências, sobretudo dos estados vizinhos. O Triângulo Mineiro tem suas peculiaridades, que incluem ideias separatistas. Enquanto a Bahia exerce influência sobre o norte do estado, a Zona da Mata e a região de Juiz de Fora são influenciadas pelo Rio de Janeiro . Por fim, o Sul de Minas , que recebe forte influência d...

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A História de Carmo da Cachoeira: O Resgate de Leonor Rizzi

A professora Leonor Rizzi dedicou-se a organizar dados que resgatassem a origem mais remota da ocupação europeia na região que viria a ser Carmo da Cachoeira . Por isso, tomou como marco inicial de suas Tabelas Cronológicas a trajetória do nome Rattes , ligado à primeira família europeia conhecida na área. As Tabelas Cronológicas 1 e 2, aqui unificadas, procuram situar Carmo da Cachoeira dentro de uma linha do tempo ampla, que vai das tradições medievais ligadas a São Pedro de Rates até o ciclo do pau-brasil e da cana-de-açúcar no Brasil . publicado originalmente em 21 de janeiro de 2008 Dos primórdios até o ciclo do pau-brasil Tabelas Cronológicas 1 e 2 unificadas A leitura de longo prazo proposta por Leonor Rizzi começa no campo da tradição cristã. No ano 44 , conta-se que Santiago, apóstolo , teria passado pela serra de Rates e sagrado Pedro de Rates como primeiro bispo de Braga . Essa figura, ligada ao imaginário medieval, é um dos fios que mais tarde aproximariam o topôn...