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Mudanças estão ocorrendo neste blog.

Muito se produziu desde 16 de novembro de 2007 quando publicamos na NET a primeira matéria produzida pelo Projeto Partilha. Foram mais de mil e quinhentos textos, imagens e vídeos produzidos, sendo que nos últimos meses temos publicado 150 novas matérias por mês, que geram aproximadamente o mesmo número de comentários.

Não temos dúvidas que com isso colaboramos para resgatar um pouco da história e da cultura sul-mineira, mas tudo que já foi publicado é apenas uma fração daquilo que o Projeto Partilha conseguiu nestes últimos anos.

A pretensão inicial era singela, atender a quinze leitores diários, hoje são aproximadamente cem. Mas alguns fatores culturais fizeram-nos mudar o curso de nosso trabalho, não temos dúvidas que no futuro esta mudança será muito proveitosa, mas teremos que diminuir o ritmo de nossas publicações em um primeiro momento.

Agora o blog passará a publicar duas matérias diárias, uma imagem do dia e outra de nossos arquivos inéditos ou que tenham sido postadas em comentários. Aproveitaremos este período para reformatar matérias antigas, além de trabalharmos a parte gráfica e em nosso banco de dados.

A Profª Leonor Rizzi estará postando quando possível e necessário, comentando matérias e se comunicando com nossos leitores através do Chat, que continuará ativo em todas as páginas de nosso blog.

Comentários

Anônimo disse…
Nossa eterna e profunda gratidão a todos os que, através de seu apoio e participação, estiveram conosco desde 17 de novembro do ano de 2007.

"Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si. Levam um pouco de nós"
Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944).

É momento de mudar de posição visando enxergar melhor. Um texto de Idésio Milani que, ao refletir sobre um dos campos da ciência, revela conceitos profundos e universais. Na universalidade, a singeleza, a simplicidade. Vejam este trecho, por exemplo:
"... passeio por uma estrada onde, juntos caminham, pai e filho, observando e conversando:
O pai diz: - Filho olha lá aquela flor, que bonita!
Filho: - Não tô vendo pai! não enxergo!
- Olha, bem ali filhote, no meio daqueles arbustos, viu?
- Não, ainda não consigo.
- Vamos olhar daquele dado, vem ... Tá vendo agora?
- Ainda não, me ajuda a chegar mais perto ... ah, agora to vendo, bonita né pai? Viu que tem uma cor diferente? Nunca tinha visto um amarelo assim, repara na forma das pétalas.
- Que legal né filho? Pôxa vida, é mesmo, vendo mais de perto, junto com você e desse lugar, pudemos notar melhor. Ou seja, ambos vão fazendo juntos suas descobertas. Não basta apontar olhe lá! É necessário também observar junto, mudar de posição para enxergar melhor, para poder descobrir afastando os arbustos, para poder ver aquilo que está eclipsado.
Ainda, com Idésio Milani:
(...) no mundo contemporâneo, onde sair da alienação e tornar-se sujeito fica cada vez mais difícil, uma vez que o "penso, logo existo", ou melhor dizendo, "existo onde não me penso", é substituído pelo "consumo(me), logo existo". Cf. Site:
www.febrapsi.org.br/artigos/2007_luso/



Rui Nogueira, p.11 da obra, NOVA CONSCIÊNCIA - Século XXI:

SOB A AURA DA ALEGORIA DA CAVERNA, DE PLATÃO

- O que há aí em cima? Perguntam lá do fundo da caverna.
- Só sombras.


- Com a vida no ambiente de sombras será possível acreditar em algo diferente?
- Ascender das sombras para o ambiente da verdade! Quais os obstáculos?


- Subir a caverna é conquistar o conhecimento.
- A maior parte da humanidade permanece na caverna, na luta precária pela sobrevivência.


- Sempre foi assim!
- Permanecerá assim no século XXI?


A atual avalanche de informações pode ser transformada em pletora de conhecimentos. Permitirá a metamorfose fundamental para o novo homem do século XXI.


Quantos obstáculos o homem continua encontrando na investigação da verdade!
Anônimo disse…
O mês de março marca a queda das amareladas folhas que, durante a primavera mostraram todo seu vigor e juventude. O frondoso Ipê, morador na Escola Municipal Moacir de Rezende, Carmo da Cachoeira, transforma-se em artista ao liberar suas flores. Sua obra prima anual, transforma chão de cimento, em formoso tapete iluminado. É outono, tempo de um sonho cultivado no jardim da ilusão adormecer, sonhar. Sonhar lindos sonhos que, embalados nos braços da paz e do amor fraterno, trarão infinitas recordações em seu despertar. Tempo de sossegar, como se a natureza com sono, quisesse repousar. Como a energia não conhece a lei do desperdício, aproveita para registrar a marca profunda de mudança de tempo/temperatura - de tempo quente para tempo frio. Verdadeiro fascínio.
Regina Bertoccelli diria:
O vento chegou anunciando
U ma nova estação
T ocou nas árvores e galhos
O chão revestiu-se de folhas
N o silêncio da noite
O bservo o fenômeno da renovação.

Estação de Renovação, cujo céu não tem como esconder sua cara outonal, e o ar doce e delicado que o acompanha, ao embalar delicada sinfonia, induz embarques e desembarques. O Projeto Partilha prepara-se para embargar, seguindo os ciclos mágicos da natureza. Maria Loussa diria:
Outono é renascimento
Do reino vegetal
Folhas mortas
Adubam o solo
Ressurge da terra algo novo.

O Projeto Partilha tem a sensação de que, se se pudesse traduzir em palavras a voz do vento que soa ao se iniciar a nova estação, ouviria:
Senhor, Senhor, inunda-me de contentamento - poético, mágico, lindo, livre e solto. É tempo de renovação. Rita Bernadete Sampaio Velosa, em ENCONTRO ACIDENTAL fala de forma poética:
Eu sou a verdade,
Você a mentira.
Eu sou a luz,
Você a sombra.
Eu sou o sol que ofusca.
Você a lua que se esconde.

No mesmo céu lá estavamos:
Eu_uma estrela_
a refrescar-me na sua sombra;
Você_um satélite_
a aquecer-se e iluminar-se na minha luz.

Nossos votos são os de que, a Harmonia permaneça nestes novos ares de um novo tempo. Nossa eterna e profunda gratidão, hoje e sempre.
Anônimo disse…
Mudanças estão ocorrendo ... ... neste blog. Mudanças estão ocorrendo ... ... na casa física e material que o hospeda, na cidade de Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. Desde sua construção, a casa se identificou como sendo uma casa a serviço. A serviço de uma causa que atendesse o "bem comum", na formação de um mundo melhor para todos (humanos e infra-humanos). Seu número identificador é 90. Inicialmente, seu espaço físico foi cedido a um grupo de voluntários a serviço da causa animal (GAPA - Grupo de Apoio e Proteção aos Animais). A seguir, o espaço foi sede do GAPA CULTURAL, hospedando aí o PROJETO PARTILHA. Surgiu como serviço e está cumprimento seu papel. Similar a ele, as gotas d´água que, brotando, ou passando pelo talvergue situado em frente deste prédio se transforma constantemente, em seu percurso a busca do mar. Esta água serviu aos moradores MANOEL ANTÔNIO RATES E SUA FAMÍLIA, nos idos anos do século XVIII. Esta água, que aflora próximo daqui depois de iniciar sua trajetória, segue firme e fugaz até ver à sua frente a vastidão do oceano ao qual, após se unir a ele e desaparecer, num puro ato integrador. João Fernandes diria:
"A cada ponto final
Há um novo começo
O rio virou plural
E o mar seu novo berço."

Rui Nogueira, transcreve em sua obra, "Água x Humanidade", o Conto-Poema de Uan Denes Roessler que faz parte das Dádivas do EU SOU, do livro Maha Lila Insights.

Foi naturalmente que o rio percebeu, que para atravessar um grande deserto e finalmente voltar para o mar, teria de se entregar ao INEVITÁVEL; fluir ao calor do Sol, deixar-se vaporizar, depois tornar-se nuvem. E assim atravessar o grande deserto leve, sutilmente condensado, carinhosamente transformado. Um Pássaro Líquido. Carregado pelos ventos, explode luminosidade descendo como chuva sobre vales e montanhas. E assim com a força dos raios, corre sem parar direto de volta ao mar. E por estar Consciente, atento ao seu inevitável transformar, o rio pode perceber que não é rio apenas, tampouco nuvem, pássaro, chuva, vapor, lago, nem vento. Na realidade é Mar, que se transformando pode dar o alimento divino a toda e qualquer vida, que usa a Terra como Tabuleiro Espacial das Inevitáveis Transformações.
O número 90, da Rua Francisco de Assis Reis, onde está situado o "Santuário de Mãe Rainha", em Carmo da Cachoeira, após ver concluídas as acomodações que se fizerem necessárias, funcionará, por cessão a título de empréstimo, às atividades da Paróquia Nossa Senhora do Carmo. A comunidade auxiliar do Pároco no local, e, portanto, guardiões do "Santuário", se auto-denomina, "Comunidade de São Pedro de Rates", e foi formado espontâneamente, a partir dos encontros semanais, que acontecem as quartas-feiras, 18 horas, a mais de um ano no local.
No próximo comentário o assunto será - a água que servia a casa de nosso primeiro morador, família Rates.

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