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Fazenda Laje do distrito de Boa Vista.

A fazenda Lage fazia parte da região do distrito de Boa Vista, existem alguns registros interessantes referêntes a este local também conhecido como sítio das Lages:
Aqui faleceu dona Amélia Augusta Villela da Silva, casada com João Tomás de Aquino Villela, professor em Carmo da Cachoeira. João Tomás, filho de João Vilela Fialho da "fazenda dos Pinheiros" em 1884, e de sua mulher Maria Vitória, que encontramos como "Branquinho" e outras vezes como "Rezende", mantinha na fazenda da Lage uma vastíssima e rica biblioteca. Era um homem culto e letrado. Sua descendência é pertetuada através de nosso colaborador, mestre e guardião da história de Carmo da Cachoeira - Jorge Fernando Vilela. João Tomás de Aquino Vllela era proprietário da fazenda Mata-Vaca em sociedade com seu pai, João Vilela Fialho e seu irmão Antonio de Resende Vilela, prefeito de Carmo da Cachoeira de 1/1 a 7/8 de 1939.

Aos dois dias do mês de maio de mil setecentos e setenta anos, o Reverendo Padre Bento Ferreira na sua Ermida do Campo Bello desta freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Carrancas, e Sant’Ana das Lavras do Funil, batizou opôs os Santos Oleio a Joaquim, nascido na mesma freguesia, filho legitimo de Manuel Francisco Terra e de Ana Vitória de Jesus, moradores no deserto dourado desta freguesias; neto pela parte paterna de Domingos Francisco Terra, e de Isabel Pires de Morais da freguesia de Nossa Senhora da Conceição dos Prados deste Bispado; e pela materna de Domingos Rodrigues Barrinha e de sua mulher Jacinta Bernarda da Conceição morador no sítio do Ribeirão das Lages desta freguesia; foram padrinho: João Rodrigues Barreiros, solteiro, e Rosa Maria Pires, mulher de Antônio de Freitas Ribeiro, moradores no Turvo, freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Aiuroca, deste Bispado, e os mais todos desta freguesia de que fiz este assento, que por verdade assinei era “ut supra”. O Vigário Manuel Afonso.”
O sétimo filho de André Villela de Cerqueira e Maria Fialho da Silva, foi João Villela Fialho. Nascido em 1769, João casou-se em Lavras aos 05 de agosto de 1811, com Marianna Rosa de Moraes, teve em seu sétimo filho João Villela Fialho, casado com Maria Vitória Resende e moradores na fazenda dos Pinheiros, um neto, João Tomás de Aquino Villela, casado com Amélia Augusta Villela e Silva, moradores na fazenda da Lage, distrito de Luminárias, da cidade de Lavras. Foi nesta fazenda que dona Amélia faleceu em 24 de dezembro de 1891. Em 1894, João Tomás residia na fazenda Mata Vacas.

Comentários

Anônimo disse…
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Me confundi um pouco ... Afinal a Fazenda da Lage q contam é a mesma em q moro hoje??
Município de Luminárias Pertenceu a Aureliano Augusto Ferreira de Andrade e sua esposa Acelina Ferreira de Andrade filha de Prudenciana (Mãe Chana)
Mas quem foi Amélia?
Os meus curiosos estudos sobre minha família parou em "Carlos Gomes Ribeiro da Luz" ex proprietário da Fazenda da Lage q foi vendida para meu bizavo Aureliano Augusto Ferreira de Andrade, ponto final (?), afinal a quem pertenceu, antes, esta fazenda? Quem a construiu? Quando? Ainda não tive oportunidade p/ pesquisar documentos importantyes q possam me responder talves isso. E também ñ encontrei "ninguém q se interessasse por isso como eu. Será q algum de vcs poderiam me ajudar? Graças
Dudu Rezende disse…
Thaís Helena. A Fazenda da Lage referida no Blog é outra. NA CARTA TOPOGRÁFICA DA CIDADE DE LUMINARIAS - COMISSÃO GEOGRÁFICA E GEOLÓGICA DE MINAS- 1897- ARQUIVO PÚBLICO MINEIRO,
é possível ver três fazenda com o mesmo toponômio. A fazenda da Lage João Thomás de Aquino Villela é próximo ao córrego Mata Vaca. Entre São Bento Abade, Carmo da Cachoeira e Distrito do Palmital (Carmo da Cachoeira).
No MAPA DO ESTADO DE MINAS GERAIS - MUNICÍPIO DE CARMO DA CACHOEIRA 1939.(site: ARQUIVO PÚBLICO MINEIRO) é possível ver o Local da Fazenda Lage, proximo ao corrego Mata Vaca.
Thais, o Luiz Eduardo já deve ter dissipado a confusão. Realmente existe mais de uma Fazenda Lage. A Laje de Luminárias é proveniente de uma grande sesmaria. Posteriormente dívida em fazendas cujo conjunto situava-se na margem esquerda do Rio Ingaí.

A Lei 319/1901 de 16/09/1901 em seu Artigo 21 cita o cidadão Carlos Gomes Ribeiro da Luz como sendo proprietário dessa Fazenda da Lage a que você se refere.

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