Pular para o conteúdo principal

Via sacra em Carmo da Cachoeira.


Um dos rituais da Semana Santa foi revivido pelo cachoeirense nesta manhã de Sexta-feira da Paixão, a Via-Sacra. Do latim Caminho Sagrado, relembrou a comunidade religiosa local, o percurso de Jesus ao Monte Calvário. Aconteceu através de uma caminhada. O tom refletido foi o de silêncio interno, orações, cantos e leituras. Os fiéis seguindo o Sacerdote celebrante, saiu da Igreja Matriz e, após percorrer as ruas da cidade chegou ao Cruzeiro, no alto do morro - um dos maiores símbolos de religiosidade local. A primeira Estação, também chamada de Calvário, aconteceu aos pés do morro, junto a Cachoeira dos Rates, no Ribeirão do Carmo, em Carmo da Cachoeira-MG. Seguindo as Diretrizes da Campanha da Fraternidade, as reflexões exortavam os valores em defesa da vida. A multidão postada ao lado do Cruzeiro, no alto do Morro, orou e ouviu as mensagens deixadas pelo seu pastor - o pároco Pe. André, que em seu Sermão da Montanha disse :"o momento é o de superação dos limites". O impulso foi o de luta contra a inércia, que deverá ser transcendida por cada cristão no seu fazer de cada dia, e em cada ação. Conclui reafirmando seu pedido com as seguintes palavras: "façam um pouco a mais, daquilo que vocês consideram-se capazes de realizar".

Comentários

Anônimo disse…
Que a vida de Jesus, entregue ao Pai em REDENÇÃO DE NOSSOS PECADOS, não tenha sido em vão. O entendimento que cada cristão deverá ter de sua caminhada é reforçada nas celebrações desta Semana Santa: que CADA UM POSSA FAZER O SEU MELHOR POSSÍVEL EM CADA AÇÃO, e que se assuma como SER ÚNICO no Rebanho de seu MESTRE JESUS CRISTO.
Anônimo disse…
Eu estava entre essa multitão. Verdadeira multidão caminhando no momento que o sol começava nascer.
Anônimo disse…
Esta devoção vem desde o tempo das Cruzadas, no século X na Terra Santa em Jerusalém.
Anônimo disse…
Estou acompanhando. A primeira estação aconteceu onde tem tudo a ver com meus antepassados, aquela do julgamento de Pilatos, junto a Cachoeira dos Rates.
Anônimo disse…
Toda caminhada foi muito especial. A subida do Morro quando o sol resplandecente surgia no nascente e com tanta gente rezando e cantando, foi extraordinário. Terminou o encontro e na descida do morro o céu estava nublado e a brisa muito fria.
Anônimo disse…
Ao subir o Morro achei que o pastor de almas ia parar no Cristo de braços abertos no alto do Morro. Não, passou por ele, avançou mais, e chegou ao CRUZEIRO. É este o ponto de religiosodade da cidade e não o Cristo que se vê nas fotos. É o CRUZEIRO. Dois pontos. Deve haver duas histórias, possivelmente complementares e paralelas.
Anônimo disse…
Diomar estava fotografando. Será que ele emprestaria as fotos para mostrar prá todo mundo deste blog?
Anônimo disse…
Se o Diomar der as fotos todo mundo vai ver que o que o pessoal fiel a este blog está falando é pura verdade. Como é verdade também que eu estava lá e que sou fiel ao blog. Entro todos os dias religiosamente, todos os dias. Está virando mania. Quem vai falar com o Diomar? Será que ele conhece o blog?
Anônimo disse…
Aprendi com meus avós que se precisasse de oração forte era ir buscar na Via-Sacra pois era reviver a grandeza do Amor de Deus para salvar a humanidade. E eles diziam, não pense em todo mundo quando falo em humanidade, pense em você. O Cristo ama muito você.
Anônimo disse…
Saudações fraternas nesta Páscoa. Meu livro de orações conta que o que o que pessoal daí fez ao subir o Morro e chegar ao CRUZEIRO, foi acompanhar Jesus em seu sofrimento e paixão atée chegar a morte. Quanta religiosidade nesta cidade. Li que uma pessoa fotografou. Daria para colocar aqui. Estou muito, muito longe daí e gostaria de viver com o cachoeirense estes momentos de profunda religiosidade.
Anônimo disse…
Visitem o site http://apostolado.sites.uol.com.br/index 40.htm - A VIA SACRA.
Anônimo disse…
Errata. Tipo de erro: Digitação. O correto seria "CACHOEIRA DOS RATES", houve omissão do "s" na expressão.
Anônimo disse…
O, TS Bovaris, que história é essa? Não conseguia ver o que estava desenhado atraz da Igreja antiga. Fui passeando com o mause e clicando. Ao clicar no quadro perto da porta da igreja mostrou as estações da Via Sacra. Você é genial, sabia? Um mestre igual ao Jorge Vilela e ao Wandico. Só que na sua arte, uai.
Anônimo disse…
Estarei disponibilizando as fotos da via Sacra. Foi um belo momento, precisamos partilhar com todos os interessados no assunto. um abraço.
Anônimo disse…
As fotos da Via sacra estarão disponiveis em breve. Um abraço.
Diomar.

Mais lidas no site

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump...

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Mais lidas nos últimos 30 dias

Ainda garoto, o Pe. Manoel F. Maciel ao colo do pai.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas. Imagem anterior: Os Maciéis, uma família Brugre com muito orgulho.

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Padre Manoel Francisco Maciel no pátio da escola.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Mapa com as fazendas limítrofes. Imagem anterior: A antiga escola particular de Carmo da Cachoeira.

Distritos, fazendas, ermidas e patrimônios.

P ara este trabalho , só um olhar singelo sobre cada fazenda e uma busca para encontrar o ponto de religiosidade existente em cada uma. Pensou-se um pouco em sua história e a reconstruímos com imagens através de fotos e ilustrações. O primeiro documento estudado em relação a limites foi a Carta Patente de Criação da Companhia de Ordenanças de 1811 . D iferentes critérios foram utilizados para agrupar as nossas fazendas. Aqui citamos alguns destes trabalhos: Professor Wanderley F. Resende , Carta Patente de 1811 , relatório do juiz de paz Raphael dos Reis e Silva de 1842 ; Lei de Criação da Paróquia ( freguesia ) de 1857 ; Limites do Patrimônio da Paróquia de 1893 ; Álbum da Varginha , de 1917 e de 1918 ; Registro no tabelião de Varginha de 1922 ; além das citações encontradas em documentos e livros dispersos. I - As citadas pelo Prof. Wanderley são: - fazenda do Retiro ( fazenda Retiro ) ; - fazenda do Rancho ( fazenda Rancho ) ; e - sítio Cachoeira ( da Cachoeira ) . II - C...

O caso do escravo Lério sepultado no adro da Capela de São Bento do Campo Belo.

J osé Ferreira Godinho , negociante, morador no Rancho da Boa Vista , em 19 de julho de 1862, foi um dos peritos, junto com João Villela Fialho, morador na fazenda dos Pinheiros , foram os peritos nomeados no " Caso do escravo Lério ", sepultado no adro da Capella de São Bento do Campo Bello. O sacristão da referida capela era José Ignácio de Souza. O procurador dela, o tenente Francisco Ignácio de Souza. O documento, cuja inicial deu-se na fazenda Retiro em 20 de julho de 1862, registra alguns nomes e localizações, que podem auxiliar os estudiosos da região. Mostra que foram testemunhas no enterro do escravo Lério, Ignácio Lopes Guimarães, Antônio Gomes Martins e Antônio Lopes Guimarães. Assina o documento Aureliano José Mendes. Em outro momento e relacionado ao mesmo caso outras testemunhas são ouvidas: Jozé Boenno; Joaquim Thomaz; Mogango; Maria Albina mulher de Luís Francisco Motique; Pedro Bernardes da Costa; " Guerino Ferreira de Oliveira, 55 anos, natural e morad...

Mais Lidas nos Últimos Dias

Ainda garoto, o Pe. Manoel F. Maciel ao colo do pai.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas. Imagem anterior: Os Maciéis, uma família Brugre com muito orgulho.

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Padre Manoel Francisco Maciel no pátio da escola.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Mapa com as fazendas limítrofes. Imagem anterior: A antiga escola particular de Carmo da Cachoeira.