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A cachoeirense Jacinta Rezende Naves.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: O cachoeirense Evaristo Brasiliense Naves. Imagem anterior: A Photographia Allemã dos dois irmãos Passig.
Programação - 23/09/08 3h 30 min - Procissão da Penitência - - Roteiro: Matriz N. Sra. Aparecida até à Faxina. Coordenação Paróquia Nossa Senhora Aparecida 5 h - Alvorada - Corporação Musical Luiz Antônio Ribeiro 6h - Missa na Capela Santa Cruz (Capela do Padre Victor) presidida por Dom Diamantino Prata de Carvalho na - Faxina (Paróquia Nossa Senhora Aparecida) 8h - Ação Cívica na Praça Cônego Victor 9 h - Missa no Parque da Mina. Horário de missas na Matriz: Igreja Nossa Senhora D'Ajuda de Três Pontas, Minas Gerais. 5h/ 6h30min/ 8h30min/ 10h30min/ 12h30min/ 14h30min/ 16h/ 17h30min/ 19h.

Os ataques aos brancos e os quilombos fortificados.

E m 1746 Gomes Freire de Andrade afirmava que os quilombolas do Campo Grande estavam entrando nos sítios e nos povoados e levavam deles “... não só os bons escravos e escravas mas matando os senhores... cuidando que tudo em tirar negros em lotes de 10-12 de cada sítio os quais hoje com pouca violência os seguem...” 1 E m uma outra de suas várias cartas a respeito do Quilombo do Campo Grande , Gomes Freire de Andrade afirmava que precisava socorrer “... os miseráveis a que não só os tais negros tem levado os escravos, mas insultando-lhes suas famílias, lhes roubarão, sem deixar-lhes uma camisa...” 2 E m 1770 , a situação ainda era a mesma. Ignácio Correia de Pamplona , escrevendo para o Conde de Valadares, informa que o vigário de Bambui havia lhe escrito contando sobre o “... vexame a aflição em que estão...”. Os quilombolas estavam atacando as fazendas , “ destruindo tudo, pondo-o em miserável estado, ultimamente levando os seus escravos e escravas, sem um só lhe deixarem. ..” 3 A...

Hino ao Padre Victor, o Cônego Francisco de Paula Victor.

Hino ao Padre Victor Professora Leocádia Piedade. O povo alegre se ufana Cheio do mais puro ardor, Para cantar as virtudes De seu querido Pastor! Salve, oh! Grande amigo, Salve, oh! Benfeitor, Defende-nos do perigo Nas aras do teu amor (BIS) Três Pontas clama bem alto O valor de um grande varão Que tudo fez, nesta vida, Pelo pobre, pela instrução Padre Victor, oh, Padre Victor, Apóstolo da Caridade, De lá, junto de Deus, Abençoa esta cidade! ... Projeto Partilha - Leonor Rizzi Próxima matéria: Carmo da Cachoeira por um Brasil melhor. Artigo Anterior: A certidão de batismo do Padre Victor de Campanha.

A festa de São Sebastião em Carmo da Cachoeira.

A festa de São Sebastião era e é 1 uma das mais mais concorridas e a que maior renda produz para a igreja, porque o povo concorre com dinheiro e brindes e quase todos os fazendeiros que possuem gado reservam o seu bezerro ou garrote para o leilão. É que o Santo Mártir é considerado o protetor da criação e os criadores, muito naturalmente, querem estar nas boas graças do bravo santo. N em mesmo as chuvas torrenciais de outrora impediam os fazendeiros de se transportarem para o arraial, nas vésperas da festa de S. Sebastião. Vinham a cavalo e chegavam quase sempre encharcados pela chuva, acompanhados de toda a sua família. Mais tarde vinham chegando os carros de bois que traziam, através das estradas lamacentas, tudo aquilo de que necessitavam: colchões, malas de roupas, sacos de mantimentos, frangos, lenha, etc., etc. A s ruas por onde deveria passar a procissão eram enfeitadas com arcos de bambu, onde esvoaçavam bandeiras ou correntes de papel de seda de várias cores. Ao lado da ig...

A Photographia Allemã dos dois irmãos Passig.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: A cachoeirense Jacinta Rezende Naves. Imagem anterior: 103 anos de morte do Servo de Deus Padre Victor. Nota: A partir de 1870 cresce o número de fotógrafos, que se instalam nas várias regiões geográficas e econômicas de Minas. A lista de fotógrafos atuantes em Minas nas décadas seguintes torna-se gradativamente maior, e nota-se a busca por melhores mercados, como a vinda dos irmãos Passig de São Paulo ...

O Jornal A Gazeta do Sul e o Santo Padre Victor

A data de 23 de outubro é, para Três Pontas , uma das mais alegres e felizes. S im: alegre e feliz porque se comemora o aniversário da morte do sempre saudoso e presente Cônego Victor. N ão há contra-senso na afirmativa, uma vez que, para a Igreja e, por conseguinte, para nós, católicos, a data festiva dos santos é, justamente, aquela que marca a sua morte, a sua passagem da vida terrestre para a glória do céu. Foi, pois, em 23 de setembro de 1905 que passamos a ter um protetor, um anjo da guarda de todo trespontano, um santo conterrâneo no céu. E mbora nascido em Campanha , aqui viveu 53 anos, como verdadeiro bom filho da terra, amigo e benfeitor daqueles que tiveram a honra de com ele conviver. O Pe. Francisco de Paula Victor , não foi apenas o diretor espiritual, o sacerdote zeloso, mas também o líder completo que sentiu a necessidade de promover os seus paroquianos, de dar-lhes instrução. Para isso fundou um colégio que se instalou com grande número de alunos. E esse educandári...

As táticas de terrorismo utilizadas pelos quilombolas.

O s quilombolas usaram o sequestro de mulheres brancas também como uma forma de vingança. Em 1740 em Vila Rica , esquartejaram um negro junto com algumas outras pessoas. Infelizmente o documento não diz a causa desta pena. Como conseqüência, 50 negros armados, provavelmente quilombolas, foram para a cidade em busca de vingança. N o meio do caminho resolveram mudar a tática e decidiram que para cada negro morto pelos brancos, haveriam de matar duas pessoas e começaram a cumprir seus intentos ali mesmo. De acordo com o documento “...por modo mais bárbaro...”. Raptaram duas mulheres, uma branca que estava grávida e uma mulata, levaram-nas para o mato, as degolaram e despedaçaram a uma delas. 1 Os corpos foram encontrados no quilombo, mas os quilombolas, avisados por escravos da região, já tinham mudado de lugar. E m 1760 , os moradores de vários arraiais estavam indignados com os danos causados pelos quilombolas “... que atrevidos e temerariamente os estavam acometendo e as mulheres b...

Mais Lidas nos Últimos Dias

O Capitão Diogo Garcia da Cruz.

G ravura da obra O Capitão Diogo Garcia da Cruz de Ricardo Gumbleton Daunt , onde se lê: O Capitão Diogo Garcia da Cruz neto de Diogo Garcia e Júlia da Caridade naturais da Ilha do Faial e sua geração. A Edição de que o Projeto Partilha dispõe foi editada em São Paulo - 1974 foi revista, ampliada e atualizada pelo Professor Caio de Figueiredo e Silva. Próxima imagem: Denise Garcia e os Garcia Frades. Imagem anterior: As três ilhõas de José Guimarães.

Ave Maria na Igreja Matriz N. Srª. Carmo

Recital de Piano e Canto em Carmo da Cachoeira Além do pianista Francis Vilela e das mezzo-sopranos Larissa Amaral e Maisa Nascimento, durante a apresentação do tema Berceuse da Suíte Dolly, de Gabriel Fauré houve a participação especial do pianista Hélcio Barone Júnior, formado pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade São Paulo. Um momento especial, raro, em que os espectadores puderam apreciar uma apresentação de pianos a quatro mãos. A Ave Maria, ou ave-maria, também chamada de Saudação Angélica, é uma oração, que saúda a Virgem Maria baseada nos episódios da Anunciação e da Visitação (Lucas 1:28-42). Segundo São Luís Maria Gringnon de Montfort, cada vez que se reza a Ave Maria, a Virgem Maria no céu louva a Deus por nós com seu canto, o Magnificat  A Ave Maria é repetida várias vezes na recitação do Santo Rosário, uma oração completa, porque nela reside a história da nossa salvação ao meditar os mistérios da vida de Jesus e Maria; incluindo as orações, do Credo; o Pai...

Hino do Centenário de Carmo da Cachoeira

letra: Haroldo Ambrósio Caldeira música: Álvaro Arcanjo Athaíde interpretação: Glória Caldeira teclado: Teresa Maciel do Nascimento estúdio de som: João Paulo Alves Costa - DjeCia edição de vídeo: Rícard Wagner Rizzi Letra do Hino do Centenário Cem anos de existência bem vivido Cantemos este hino de alegria Saudando essa data memorável do nosso centenário nesse dia. Cachoeira, Carmo da Cachoeira, Berço de um povo acolhedor Ergue hoje um pavilhão Rendendo Graças ao Senhor.