Cartão postal de Carmo da Cachoeira - Minas Gerais No século XVIII terras limítrofes com Manoel Antonio Rates Foi um evento extraordinário relembrado com muita emoção pelo ministro da Sagrada Eucaristia, José Geraldo Leopoldino , conhecido por toda comunidade cachoeirense como Caçamba. Curiosos, perguntamos do que se tratava, e qual o assunto que atraía tanta atenção do grupo reunido ao seu entorno. Disse-nos: Coisas do passado que estão nítidas em nossa memória, não é Pasté ? ( Adelino Moreira Naves ) Caçamba participou do traslado do Cruzeiro - a cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, até o alto do Morro. É o símbolo da nossa fé a qual ostentamos com orgulho e gratidão diuturnamente. À noite as luzes ordenadamente colocadas acompanham as linhas verticais e horizontais que a representam. Lembram-nos de que nosso caminho é o da luz. A luz crística que nos leva ao Pai. Consultando o LIVRO Nº. 101, Folha Nº. 51 vº. 52 e v. serviço Registral e notorial privativo. município / distrito de ...
Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai...