۩Ser justo não consiste em exercer a severidade para punir os culpados, é também reconhecer as retas intenções e recompensar a virtude. Espero tanto da justiça de Deus como da sua misericórdia. (Apêndice, p. 79) ۩Desde que me foi dado compreender o amor do Coração de Jesus, confesso que todo temor foi banido de meu coração. A recordação de minhas faltas me humilha, me leva a nunca me apoiar sobre a minha força, que não é senão fraqueza; mas, sobretudo, esta recordação me fala de misericórdia e de amor. Se, com confiança filial, jogarmos estas faltas no braseiro devorador do amor, como não haveriam de ser consumidas para sempre?! (Carta n. 5, p. 59) ۩ Não posso temer um Deus que se fez por mim tão pequeno... Amo-o! Pois Ele é só amor e misericórdia! (p. 76) ۩ Deus me deu um pai e uma mãe mais dignos do céu do que da terra: pediram ao Senhor que lhes desse muitos filhos e os tomasse para Si. Esse desejo foi atendido: 4 anjinhos voaram para o céu e as 5 filhas que ficaram na are...
Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai...