Pular para o conteúdo principal

Terço dos homens em Carmo da Cachoeira.

4ª feira, às 18:30 horas homens rezam o Terço.

A força vem de onde venho...
vem do Infinito...
da estrela cadente...
do espelho da alma...
e me leva...
para mais perto de Deus.

Diante da Santa Cruz ergida no alto do morro ao norte de Carmo da Cachoeira, homens colocam-se em oração.
O encontro acontece uma vez por semana e para muitos, o encontro de fé, união e devoção impulsiona o despertar de suas obrigações junto a família, para outros, uma fonte de congracamento e ajuda na superação de vícios.

Aparareça.

Diocese de Campanha - MG
Paróquia Nossa Senhora do Carmo
Santuário Mãe Rainha de Carmo da Cachoeira
Comunidade Paroquial São Pedro de Rates

Comentários

projeto partilha disse…
Comunidade Paroquial São Pedro de Rates fará parte das solenidades do dia de Corpus Christi organizada pela Paróquia.

Quem representará a comunidade serão membros do CORAL INFANTO-JUVENIL.

Domingo, dia 16 de maio, após a missa das 19h00min., Maria das Graças (Graça), coordenadora do Coral Infanto-Juvenil fez parte de reunião convocada pelo Ministério de Música da Paróquia Nossa Senhora do Carmo. Um dos pontos de pauta foi a organização da procissão de Corpus Christi - expressão latina que significa Corpo de Cristo. É quando a Igreja Católica celebra a presença real e substanciada de Cristo na Eucaristia.
Segundo o que ficou decidido acontecerá a procissão pelas ruas da cidade, após Missa Campal no Estádio Tabajara. Como ensina a tradição, o percurso entre o Estádio e a Igreja Matriz terá suas ruas ornamentadas com tapetes feitos de vários tipos de plantas e materiais - cal, argila, serragem, entre outros. No ano passado os desenhos mostravam figuras da Sagrada Eucaristia, Divino Espírito Santo, do Cálice da Ceia e demais motivos eucarísticos. Padre André Luiz da Cruz, o Pároco da Matriz de Nossa Senhora do Carmo insiste num ponto: manter a tradição da festa conforme o instituído no processo litúrgico. As ruas serão enfeitadas por voluntários e a Missa contará com a presença do Grande Coral, formado pelos participantes de grupos de cantos e corais das comunidades rurais e urbanas. A de São Pedro de Rates será representada pelos jovens: Vívian, Lucas, Bárbara e Karine. O acompanhamento e preparação do grupo está a cargo da coordenação do Coral, Maria das Graças (Graça).
projeto partilha disse…
Errata. Deixou de constar um nome muito especial. Registramos nossas escusas. O lapso ocorreu no momento da digitação. Perdoe-nos, Luiz Paulo.
Luiz Paulo de Oliveira Vilela, solista e arranjista o Coral Infanto-Juvenil também faz parte do grupo que representa a Comunidade Paroquial São Pedro de Rates no evento. Sem sua presença jamais seríamos os mesmos. Deus em sua infinita bondade, certamente, nos perdoará. Luz, Paz e Harmonia a todos.
projeto partilha disse…
Era segunda-feira, dia 17 de maio. Graça, a coordenadora do Coral Infanto-Juvenil passa no "Santuário". Vinha com Vivian, Lucas e Karine. O grupo voltava de um encontro com Tereza Maciel, coordenadora do Ministério de Música e, estiveram reunidos para definição do que cantar na Missa do próximo segundo domingo de junho, nas Terras de São Pedro de Rates. Vendo Ykimu (a gatinha protegida pelo "Santuário") Graça diz: "Alguém, fez a diferença na vida desta gatinha" e, conta uma parábola sobre o atirador de conchinhas em um ato de puro amor a vida. O evento aconteceu no período da manhã. A tarde, no mesmo lugar, uma vovó vem trazer a netinha para a aula de catequese. Diz: "o Gabriel, irmão da Ana Vitória, tem mostrado seu lado devocional. Ontem a noite, lembrou-se de Nossa Senhora das Dores e me pediu para rezar o terço com ele, na intenção daqueles que sofrem." A Comunidade ouve muitas partilhas vindas de ações simples do cotidiano de cada um e que são revelaras da semeadura do amor verdadeiro pelo Criador. As sementes, espalhadas no universo, refletem a idéia Cristã de Deus - a do amor efetivo ao próximo, da necessidade de superação do particular, a da ética da paz universal. Na simplicidade e singeleza essas pessoas fazem a diferença ao caminhar na vida. Levam em seu coração a compaixão, o perdão, a tolerância, o desapego, a compreensão de que as provas que lhes correspondem no decorrer de cada dia são muito pequenas, se comparadas a grandeza da vida e da alma. Sabem elas que, cada prova superada, é resultado da força e da coragem de vencer os obstáculos, e que esta força está fundamentada em que em sua fé. Estão convictas de sua Comunhão com o Divino, fonte do Amor Criativo e, como mensageiros da paz auxiliam-no na retirada das poeiras de forças inferiores em transformação. Apenas um servidor em ação.
Suavidade, Luz, Paz e Harmonia a todos.

Mais lidas no site

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump...

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Mais lidas nos últimos 30 dias

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...

O jovem João de Tomás de Aquino Villela

Família Vilela deixa seus passos marcados O Dr. Jorge Fernando membro da tradicional Família Vilela de Carmo da Cachoeira é bisneto do ilustre educador e diretor do Colégio de Santo Tomás de Aquino no povoado. O referido colégio foi citado por Bernardo da Veiga, no Almanak Sul-Mineiro , 1884, pg. 190, época em que era Vigário da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo da Cachoeira, Mons. Antônio Joaquim da Fonseca. O texto cita o colégio e o quadro dos profissionais que o compõem. No século XIX , João de Aquino Villela, educador em uma Instituição de Ensino - Colégio de Santo Tomás de Aquino No século XX , seu bisneto, o heraldista Dr. Jorge Fernando Vilela cria um de nossos símbolos, o Brasão do Município de Carmo da Cachoeira, MG Aproveitando a oportunidade oferecida pela aproximação de pessoas da mesma família interferindo na dinâmica de ação e interação com a sociedade e o meio ambiente, vamos partilhar com os visitantes desta página, através de imagens, como era o centro da Freguesia n...

Biografia de Maria Antonietta de Rezende

Tendo como berço Carmo da Cachoeira, Maria Antonietta Rezende , nasceu a 9 de outubro de 1934 no seio de uma das mais tradicionais famílias do município – a Família Rezende . A professora Maria Antonietta deixou seu legado, o “modelo de compromisso e envolvimento com a terra em que nasceu” . Trabalhou consciências, procurando desenvolvê-las, elevá-las. Fazia isto com seus alunos, com os componentes dos grupos musicais que coordenava, com as crianças ligadas à Igreja, enfim, com toda população. Foi um exemplo vivo de “compromisso com a tradição” e um elo da longa corrente que chegou até nós neste ano comemorativo. Fez sua parte. Nós fazemos a nossa – manter a tradição. No dia-a-dia deixou o exemplo de vida e através de publicações, sua visão de mundo. Editou “Evocações daqui e de além” , “Encontro e desencontros” e “Coletânea de hinos litúrgicos” . Dedicou sua vida ao estudo, à educação e à sua Igreja, como catequista, cantora e liturgista. Patrick A. Carvalho, ao prefaciar sua obra “...
de Ribeiro de Figueiredo: Santuário ecológico em Carmo da Cachoeira - MG , fazenda Córrego das Pedras. Seus atuais proprietários e guardiães Aureliano chaves Corrêa de Figueiredo e seu filho Lúcio Chaves Corrêa de Figueiredo. Na fazenda uma capela,a e sob a proteção de Santa Terezinha. Vi o Evando realizando reportagem fotográfica no local. Conheço o local e as pessoas. São dignas e o local, com sua mata preservada são o maior tesouro existente em Cachoeira.

O antigo cruzeiro do Cemitério da Chamusca.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Antiga foto aérea da fazenda Caxambu, MG. Imagem anterior: Profª. Luna Dias no Cemitério da Chamusca.

Mais Lidas nos Últimos Dias

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...

O jovem João de Tomás de Aquino Villela

Família Vilela deixa seus passos marcados O Dr. Jorge Fernando membro da tradicional Família Vilela de Carmo da Cachoeira é bisneto do ilustre educador e diretor do Colégio de Santo Tomás de Aquino no povoado. O referido colégio foi citado por Bernardo da Veiga, no Almanak Sul-Mineiro , 1884, pg. 190, época em que era Vigário da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo da Cachoeira, Mons. Antônio Joaquim da Fonseca. O texto cita o colégio e o quadro dos profissionais que o compõem. No século XIX , João de Aquino Villela, educador em uma Instituição de Ensino - Colégio de Santo Tomás de Aquino No século XX , seu bisneto, o heraldista Dr. Jorge Fernando Vilela cria um de nossos símbolos, o Brasão do Município de Carmo da Cachoeira, MG Aproveitando a oportunidade oferecida pela aproximação de pessoas da mesma família interferindo na dinâmica de ação e interação com a sociedade e o meio ambiente, vamos partilhar com os visitantes desta página, através de imagens, como era o centro da Freguesia n...

Biografia de Maria Antonietta de Rezende

Tendo como berço Carmo da Cachoeira, Maria Antonietta Rezende , nasceu a 9 de outubro de 1934 no seio de uma das mais tradicionais famílias do município – a Família Rezende . A professora Maria Antonietta deixou seu legado, o “modelo de compromisso e envolvimento com a terra em que nasceu” . Trabalhou consciências, procurando desenvolvê-las, elevá-las. Fazia isto com seus alunos, com os componentes dos grupos musicais que coordenava, com as crianças ligadas à Igreja, enfim, com toda população. Foi um exemplo vivo de “compromisso com a tradição” e um elo da longa corrente que chegou até nós neste ano comemorativo. Fez sua parte. Nós fazemos a nossa – manter a tradição. No dia-a-dia deixou o exemplo de vida e através de publicações, sua visão de mundo. Editou “Evocações daqui e de além” , “Encontro e desencontros” e “Coletânea de hinos litúrgicos” . Dedicou sua vida ao estudo, à educação e à sua Igreja, como catequista, cantora e liturgista. Patrick A. Carvalho, ao prefaciar sua obra “...