Pular para o conteúdo principal

Ruralista e lutador pela dignidade do povo.



Antônio Carlos Nogueira Caldeira Leite é filho de Antonio Carlos Leite Caldeira que tinham sua propriedade na zona urbana de Cachoeira do Carmo. Venderam-na para o Sr. Coti que nela instalou sua farmácia. Para a presente geração identificar o local é só pensar no prédio onde funciona a Prefeitura. A farmácia do Coti fazia fundos com o Cemitério Paroquial, em terras doadas por Francisco Rates. Hoje no local funciona a Estação Rodoviária da Cidade.

Carmo da Cachoeira teve outro morador, a quem o cachoeirense designa de forma carinhosa como Pedro Mestre. Muitos da nova geração aprendeu suas primeiras letras numa instituição de ensino que lhe presta homenagem. É a Escola Estadual Pedro Mestre - Pedro Juvêncio de Souza.
 
Antônio Carlos Nogueira Caldeira Leite, além de ser um lutador na dura batalha no resgate e da dignidade de sua gente e da origem desta cidade. Muita Paz.

Projeto Partilha - Leonor Rizzi

1.

Comentários

projeto partilha disse…
Os pais de Antonio Carlos Leite Caldeira tinham sua propriedade na zona urbana de Cachoeira do Carmo. Venderam-na para o Sr. Coti que nela instalou sua farmácia. Para a presente geração identificar o local é só pensar no prédio onde funciona a Prefeitura. A farmácia do Coti fazia fundos com o Cemitério Paroquial, em terras doadas por FRANCISCO RATES. Hoje no local funciona a Estação Rodoviária da Cidade.
Carmo da Cachoeira teve outro morador, a quem o cachoeirense designa de forma carinhosa como Pedro Mestre. Muitos da nova geração aprendeu suas primeiras letras numa instituição de ensino que lhe presta homenagem. É a Escola Estadual PEDRO MESTRE - Pedro Juvêncio de Souza.
projeto partilha disse…
Pedro Juvêncio de Souza nasceu em Aiuruoca, aos 29 de junho de 1885, filho do Ten. Juvêncio Elias de Souza, segundo dados do historiador de Três Pontas, Paulo Costa Campos. Foi casado com Emília Augusta de Oliveira e, após enviuvar-se, contraiu segundas núpcias com Dona Rita Vieira de Campos, em Três Pontas.
Aiuruoca é citada de forma muito especial por José Pedro de Oliveira Costa em publicação denominada, Aiuruoca. Editora da Universidade de São Paulo. 1944. São Paulo. Diz ele: "Os pequenos veios d´água formados pela chuva, pela condensação da neblina, pelo derretimento da geada ou da neve ocasional que, escorregando para o norte na rocha viva do Itatiaia, despencam em pequenos lagos, os mais elevados do Brasil, logo se juntam num ribeiro mais encorpado, e se precipitam das alturas na primeira das cachoeiras do rio Aiuruoca. Essa extensa região serrana, habitada há milênios por indígenas, começou a ser visitada com certa regularidade, em meados do século XVII, pelos colonizadores, que, buscando escravos e prata, acabaram por encontrar ouro." Aqui, nasceu Pedro Juvêncio de Souza - PEDRO MESTRE.
projeto partilha disse…
Setembro de 1967.
HOMENAGEM PÓSTUMA, AO ILUSTRE HOMEM PÚBLICO, QUE EM VIDA SEMPRE FOI HOMENAGEADO: PEDRO JUVÊNCIO DE SOUZA (Pedro Mestre).
Pela prof. Nadir Reis.

A figura veneranda do Sr. Pedro Juvêncio de Souza, que todos conhecem por Pedro Mestre, não nasceu em nossa pequenina Carmo da Cachoeira, mas, por direito e justiça, merece o título de cidadão cachoeirense.
Também a sua infância, não foi vivida aqui.
Sua vida porém, foi tôda consagrada ao bem das crianças de nossa terra. Tôda juventude desta cidade passou pelos seus bancos escolares, recebendo não só as luzes das instruções, como as salutares lições de moral e civismo de que ele próprio é o verdadeiro modêlo. É invejavel sua dedicação à causa do ensino, notando-se até hoje, o seu interesse e zêlo nesse sentido.
O patrono do nosso Grupo nasceu na histórica cidade de Aiuruoca, aos 29 de junho de 1885. É filho de D. Emília Augusta de Oliveira, e do Tenente Juvêncio Elias de Souza, que teve a glória de participar da Guerra do Paraguai, em 1865, lutando em defesa de nossa querida Pátria. Tomou parte nos principais combates e conquistou vários postos. Como louro por sua relevante atuação, trouxe da referida guerra, uma medalha.
Perdendo sua progenitora, aos 2 anos, Pedro Juvêncio de Souza foi confiado aos cuidados de uma Santa criatura, com quem seu pai contraiu segundas núpcias, e a quem considerava como verdadeira mãe - dona Rita América de Campos Souza. Iniciou seus estudos na Escola Pública de D. Ana Bernardino, em Varginha. Diplomou-se pela Escola Normal de Três Pontas, em 1900. Lecionou em Três Pontas; e quase um ano em sua terra natal. Em 8 de janeiro de 1903, foi nomeado Professor Primário, tendo nossa cidade a ventura de receber no dia 16 de fevereiro do mesmo ano, em um sábado. Havia aqui uma escola para meninas, dirigida pela Professora Ana Evangelista Ximenes. Ele começou a lecionar para o sexo masculino. Exerceu o Magistério até setembro de 1934, quando se aposentou.(continua)
projeto partilha disse…
(continuação)
HOMENAGEM PÓSTUMA, AO ILUSTRE HOMEM PÚBLICO, QUE EM VIDA SEMPRE FOI HOMENAGEADO, PEDRO JUVÊNCIO DE SOUZA.
Pela prof. Nadir Reis, em, setembro de 1967.

Pedro Juvêncio de Souza casou-se em 24 de maio de 1905, sendo sua esposa a dedicada e fiel D. Maria de Campos Reis. Foi testemunha de seu enlace matrimonial, o Santo e Venerado PADRE VICTOR, ao qual êle serviu como coroinha.
O casal teve a felicidade de comemorar, em 1965, suas Bôdas de Diamante, o que trouxe grandes bençãos à Família.
Teve o casal 9 filhos, estando vivos apenas 4: Dona Semiramis Reis Souza, casada com Antonio Fernandes Teixeira Reis; Dona Elvira Reis Souza, casada com o Sr. João Batista CALDEIRA Sobrinho; Dona Alvina Reis Souza, casada com Francisco de Paula Vitor Mendes de Oliveira; e o sr. José Reis Souza, casado com a sra. Marieta Botrel Reis.
Pedro Juvêncio de Souza era filho de Emília Augusta de Oliveira, cuja origem é encontrada na genealogia da família Toledo Piza, e do Tenente Juvêncio Elias de Souza, que além de herói da Guerra do Paraguai, tendo integrado a "Coluna de Voluntários de Aiuruoca", foi professor, advogado e jornalista. Juvêncio Elias de Souza era filho de Justino Aureliano de Souza e Sebastiana Augusta Cunha Carvalho, esta de tradicional família de Baependi, MG, e neto de Elias de Souza Maciel e Floriana Rufina da Cunha. Entre os irmãos do Ten. Juvêncio encontra-se meu bisavô, Martiniano de Souza Lintz, que foi professor e advogado em Leopoldina,MG,tendo se formado na Turma de 1864 da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da qual foi orador.
Clovis F da Silva Ramos

Mais lidas no site

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump...

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Mais lidas nos últimos 30 dias

O Capitão Diogo Garcia da Cruz.

G ravura da obra O Capitão Diogo Garcia da Cruz de Ricardo Gumbleton Daunt , onde se lê: O Capitão Diogo Garcia da Cruz neto de Diogo Garcia e Júlia da Caridade naturais da Ilha do Faial e sua geração. A Edição de que o Projeto Partilha dispõe foi editada em São Paulo - 1974 foi revista, ampliada e atualizada pelo Professor Caio de Figueiredo e Silva. Próxima imagem: Denise Garcia e os Garcia Frades. Imagem anterior: As três ilhõas de José Guimarães.

Ave Maria na Igreja Matriz N. Srª. Carmo

Recital de Piano e Canto em Carmo da Cachoeira Além do pianista Francis Vilela e das mezzo-sopranos Larissa Amaral e Maisa Nascimento, durante a apresentação do tema Berceuse da Suíte Dolly, de Gabriel Fauré houve a participação especial do pianista Hélcio Barone Júnior, formado pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade São Paulo. Um momento especial, raro, em que os espectadores puderam apreciar uma apresentação de pianos a quatro mãos. A Ave Maria, ou ave-maria, também chamada de Saudação Angélica, é uma oração, que saúda a Virgem Maria baseada nos episódios da Anunciação e da Visitação (Lucas 1:28-42). Segundo São Luís Maria Gringnon de Montfort, cada vez que se reza a Ave Maria, a Virgem Maria no céu louva a Deus por nós com seu canto, o Magnificat  A Ave Maria é repetida várias vezes na recitação do Santo Rosário, uma oração completa, porque nela reside a história da nossa salvação ao meditar os mistérios da vida de Jesus e Maria; incluindo as orações, do Credo; o Pai...

Hino do Centenário de Carmo da Cachoeira

letra: Haroldo Ambrósio Caldeira música: Álvaro Arcanjo Athaíde interpretação: Glória Caldeira teclado: Teresa Maciel do Nascimento estúdio de som: João Paulo Alves Costa - DjeCia edição de vídeo: Rícard Wagner Rizzi Letra do Hino do Centenário Cem anos de existência bem vivido Cantemos este hino de alegria Saudando essa data memorável do nosso centenário nesse dia. Cachoeira, Carmo da Cachoeira, Berço de um povo acolhedor Ergue hoje um pavilhão Rendendo Graças ao Senhor.

Inventários de Antônio Dias de Gouveia e esposa

A ntônio Dias de Gouveia , falecido em 27 de junho de 1789, teve seu inventário aberto na paragem da Ponte Falsa da Freguesia de Santa Ana de Lavras do Funil, do termo de São João Del Rey, Minas e Comarca do Rio das Mortes, tendo como inventariante sua esposa Ana Teresa de Jesus. Nos chama a atenção os limites e os bens que ficaram de herança. “(...) que de uma banda parte com fazenda de João Francisco Carvalho e com a fazenda chamada a dos Barreiros”. J á o inventário de Ana Teresa de Jesus, Ana Teresa de Jesus, filha de Maria da Assunção Franca e Manoel Alves Pedrosa, cita como seu genro Manoel Pereira de Carvalho; Gabriel Antônio de Carvalho e Joaquim Antônio de Carvalho e os filhos João Dias de Gouveia e irmãos. E aponta como bens: fazenda Chamusca – 14:090$000; fazenda Rio Grande – 3.000$000; fazenda Palmital – 200$000; terreiro fazenda Chamusca – 1.000$000; terreiro da fazenda Rio Grande – 400$000; terreiro da fazenda Caxambu – 270$000. A fazenda Chamusca ficou em comum,...

O livro da família Reis, coragem e trabalho.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: 24º Anuário Eclesiástico - Diocese da Campanha Imagem anterior: A fuga dos colonizadores da Capitania de S. Paulo

Mais Lidas nos Últimos Dias

O Capitão Diogo Garcia da Cruz.

G ravura da obra O Capitão Diogo Garcia da Cruz de Ricardo Gumbleton Daunt , onde se lê: O Capitão Diogo Garcia da Cruz neto de Diogo Garcia e Júlia da Caridade naturais da Ilha do Faial e sua geração. A Edição de que o Projeto Partilha dispõe foi editada em São Paulo - 1974 foi revista, ampliada e atualizada pelo Professor Caio de Figueiredo e Silva. Próxima imagem: Denise Garcia e os Garcia Frades. Imagem anterior: As três ilhõas de José Guimarães.

Ave Maria na Igreja Matriz N. Srª. Carmo

Recital de Piano e Canto em Carmo da Cachoeira Além do pianista Francis Vilela e das mezzo-sopranos Larissa Amaral e Maisa Nascimento, durante a apresentação do tema Berceuse da Suíte Dolly, de Gabriel Fauré houve a participação especial do pianista Hélcio Barone Júnior, formado pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade São Paulo. Um momento especial, raro, em que os espectadores puderam apreciar uma apresentação de pianos a quatro mãos. A Ave Maria, ou ave-maria, também chamada de Saudação Angélica, é uma oração, que saúda a Virgem Maria baseada nos episódios da Anunciação e da Visitação (Lucas 1:28-42). Segundo São Luís Maria Gringnon de Montfort, cada vez que se reza a Ave Maria, a Virgem Maria no céu louva a Deus por nós com seu canto, o Magnificat  A Ave Maria é repetida várias vezes na recitação do Santo Rosário, uma oração completa, porque nela reside a história da nossa salvação ao meditar os mistérios da vida de Jesus e Maria; incluindo as orações, do Credo; o Pai...

Hino do Centenário de Carmo da Cachoeira

letra: Haroldo Ambrósio Caldeira música: Álvaro Arcanjo Athaíde interpretação: Glória Caldeira teclado: Teresa Maciel do Nascimento estúdio de som: João Paulo Alves Costa - DjeCia edição de vídeo: Rícard Wagner Rizzi Letra do Hino do Centenário Cem anos de existência bem vivido Cantemos este hino de alegria Saudando essa data memorável do nosso centenário nesse dia. Cachoeira, Carmo da Cachoeira, Berço de um povo acolhedor Ergue hoje um pavilhão Rendendo Graças ao Senhor.