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Documento original de confissão de dívida, 1919.

Escriptura de confissão de dívida de dação em pagamento que fazem como outorgante Anna Cirino da Costa (Siryno) , e como outorgante sei Netto José Augusto de Oliveira: texto integral - imagem do documento (senha: gapa).

Projeto Partilha - Leonor Rizzi

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Comentários

projeto partilha disse…
Nossa busca continua ....

QUEM FOI CLARA MARIA DE JESUS, primeira mulher de Manoel dos Reis e Silva, nascido em 1804?????????? A esta época, MANOEL ANTONIO RATES/RATY/RATTES/RATI já era falecido e parte de suas terras havia sido ofertada para FORMAÇÃO DO PATRIMÔNIO DE NOSSA SENHORA DO CARMO. Parte restante pertenciam ao herdeiros de MANOEL ANTONIO RATES e MARIA DA COSTA MORAES (Morais).
Manoel dos Reis e Silva, sendo casado em primeiras núpcias com dona Clara Maria de Jesus, enviuvando-se casou-se com sua prima. Manoel era filho de Mariana Vilela do Espírito Santo, nascida em Serranos em 1774, neto de Domingos Villela e Maria do Espírito Santo. (Cf. detalhes no Projeto Compartilhar).
projeto partilha disse…
Não confundir MARIANA VILELA E SILVA (I) com Mariana Vilela. A "Vilela e Silva" foi batizada em 1759. Este ramo descende de André Vilela de Cerqueira e Maria Fialho da Silva, através de João da Costa Fialho. Neste ramo estão os descendentes de Maria Rosa de Moraes e João Villela Fialho, casados em Lavras do Funil em 1811. Ela, filha de Leonarda de Moraes e Joaquim Lopes de Siqueira.
projeto partilha disse…
Livro N.2, p.121, numerado também como 17, de casamentos de Lavras (ver p. 24 e 35 - 21 Anuário Eclesiástico da Diocese da Campanha-1959). CARMO DO MARANHÃO com o Capt. Valentim José da Fonseca. "Na Ermida do Maranhão, a 2 de outubro de 1805, fez casar sua filha Mariana Benedita da Fonseca, perante o Pe. Joaquim Leonel de Paiva, com o rico lusitano, natural de Santo André dos Folóes (Braga), o Alferes Antônio José de Abreu, filho de Antônio Teixeira Alves e Antônia Maria de Abreu."
projeto partilha disse…
Segundo o 21 Anuário Eclesiástico da Diocese da Campanha, p.25:

Moradores no "Núcleo do Maranhão, eclesiásticamente conhecido com o título de Nossa Senhora do Carmo, capela filial de Lavras. No ano de 1811 já se achavam estabelecidas as seguintes famílias: Antônio José Alves (alferes)cc Ana Esméria da Silva; Antônio José de Abreu (capitão) cc Mariana Benedita da Fonseca; Antônio da Silva Melo; Jerônimo de Abreu cc Maria do Nascimento; João Bernardes Ribeiro cc Ana Maria de Jesus; João da Silva Pereira; Joaquim Ferreira da Cruz; Joaquim José de Abreu cc Paulina do Nascimento; José Antonio da Fonseca; José Antônio Ribeiro cc Emerenciana Clara Nascimento (continua)
projeto partilha disse…
(continuação) comentário anterior:

(...) Manuel Afonso das Neves cc Felizarda Clementina da Fonseca; Miguel Jacinto de Carvalho; Rafael Antonio de Carvalho cc Ana Isméria (Esméria) de Azevedo; Valentim Evaristo da Fonseca cc. Emiliana Justiniana; Valentim José da Fonseca (capitão) cc. Ana Isabel de Jesus.
"O arraial e Capela de Nossa Senhora do Carmo do Maranhão, como vimos pelas muitas famílias que a habitavam em 1811, fabricou a ATUAL CARMO DA CACHOEIRA."
projeto partilha disse…
Disemos nós abaixo assinado´s - Álvaro Aristóteles Nogueira e sua mulher Maria Pereira Avellar, residentes na freguesia de Carmo da Cachoeira, Município de Varginha, Estado de Minas que, sendo senhores e possuidores de um terreno, cercado de arame, sito nesta mesma freguesia, à rua da Cadeia, havido por compra feita a Francisco Ignácio da Costa, tendo as seguintes divisas: por um lado dividindo com herdeiro de Augusto Silva e Isalina Cândida de Souza; por outro com os vendedores; pelo outro com o (ilegível), e por outro com a rua da Cadeia (cont.)
projeto partilha disse…
(continuação) Abaixo assinados Álvaro Aristóteles Nogueira e sua mulher Maria Pereira Avellar (...)quantia de 40$000, quarenta mil réis que, ao fazer esta recebermos em moeda corrente (...) Presentes ao ato como testemunhas: Américo Dias de Oliveira e Adolpho Rangel dos Reis.Carmo da Cachoeira, 27 de setembro de 1916.
projeto partilha disse…
um fragmento de registro correspondente ao ano de 1866 "nesta freguesia da Cachoeira do Carmo" (...)assim o disse do que dou fé, que lhe li, aceitou e assignou com as testemunhas presentes o tenente Joaquim Flávio Ximenes do Prado e o alferes Antonio Vicente Xavier Lisbôa moradores nesta Cidade e reconhecidos pelos próprios. Eu Rufino José Gomes de Paiva Segundo Tabellião interino que o escrevi subscrevi e assigno em público e raso. Em testemunho de verdade Rufino José Gomes de Paiva - Ignácio Antonio Teixeira de Abreu - Joaquim Flávio Ximenes do Prado - Antonio Vicente Xavier Lisbôa - Eu Aureliano José Mendes que escrevi e assignei. Seguem as assinaturas sendo que Ignácio Antônio é representado por José Celestino Terra e as de Manoel Antonio Teixeira, de José Joaquim Alves e de José Felizardo de Assis.
univ. do vale do sapucaí disse…
Oi, pessoal. Parece-me que há na Seção Colonial do Arquivo Público Mineiro em Belo Horizonte dados sobre um tal de Antônio Ferreira Mendes ligado a questão de segurança. Não é de Carmo da Cachoeira, mas de um antigo distrito daí de nome São Bento do Campo Belo. Como meu trabalho era mais regionalizado, este dado ficou em minhas anotações de forma sintética. Vale a pena conferir.

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