Pular para o conteúdo principal

Congada em frente a antigo casarão mineiro.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Grupo de Congada de Oliveira, Minas Gerais em visita a Carmo da Cachoeira.
Foto: Maria do Carmo - Arte: TS Bovaris

Próxima imagem: Jovens da Congada de São Benedito em Minas.
Imagem anterior: Antiga impressão de São José e o menino.

Comentários

projeto partilha disse…
O casarão é referencial à ANTIGA FAZENDA ITAMARATY. Continua, ainda hoje, em mãos de sua descendência. O nome mais antigo de que temos notícia é o de Astholfo de Rezende. A atual moradora diz: "os antigos diziam que este casarão foi construído por um tal de Custódio. Não sei mais nada sobre ele, nem a época de sua construção."
projeto partilha disse…
Carta póstuma de D. Pedro I, datada de setembro de 1834 e publicada pelo Jornal O RECOPILADOR MINEIRO, N.220, de 5 de abril de 1835.
"Igualmente conheci o abuso em que eu caíra de querer edificar de novo em política com operários da antiga escola. Chamei ao redor de mim as notabilidades velhas, e antes de 10 anos o meu império caducou. Ah! Se eu tivesse convocado esta mocidade brasileira, tão apta para todo conceber, e tão preste a se exaltar pelo amor da Pátria e os sentimentos generosos hoje! Inúteis saudades!"
rui nogueira disse…
FAZER O BEM
Fazer o bem é ajudar cada companheiro do ambiente que o rodeia na execução da sua inerente vontade de realização e de ser feliz.
Seja solidário com o seu próximo, estimule-o na execução de seus objetivos, de suas tarefas ou, mesmo, ajude-o na consecução das mesmas, pois muitas tornar-se-ão mais estimulantes e até mais bem feitas, quando executadas em conjunto, partilhadas. Todo o trabalho é importante e precisamos ter a consciência de que é possível, com o mesmo, construirmos um mundo melhor.
Faça o bem em coisas simples.
Estimule a leitura de uma criança. Isto é de fundamental importância para que ela adquira este tão salutar hábito.
Elogie a beleza de um jardim. O trabalho, a dedicação de quem o executou possibilita alegria aos nossos olhos.
(continua)
rui nogueira disse…
Continuação) FAZER O BEM
(...) Ajude sua companheira de jornada em alguma tarefa doméstica, nem que seja fazer um suco. Ela o sentirá mais participativo, mais solidário.
Oriente, àqueles que não sabem, que os alimentos naturais são muito bons e não há necessidade de usarmos alimentos ou líquidos entulhados de aditivos químicos, às vezes, prejudiciais.
Prefira os livros que traduzem a nossa realidade. Por que incentivar os importados? Estaremos, assim, estimulando a literatura do nosso país.
Consuma produtos lácteos da própria comunidade, em vez dos industrializados à distância. Estará, desta maneira, incentivando o desenvolvimento de indústrias regionais.
Estimule. Elogie. Ajude. Oriente.
(continua)
rui nogueira disse…
(continuação) FAZER O BEM

Fazer o bem é permitir que nossos vizinhos, nossos companheiros de trabalho e todos aqueles que nos são queridos, que nos são próximos, tenham o seu trabalho e suas potencialidades reconhecidos. Assim, poderão melhor se realizar, melhor criar os seus filhos e vê-los, juntos com os seus, buscar tornar o mundo um lugar bom para todos viverem, neste século XXI.

POR QUE INCENTIVAR IMPORTADOS?
ELES TIRAM EMPREGOS BRASILEIROS.

POR QUE EXPORTAR COM ISENÇÃO DE IMPOSTOS?
ISTO DIMINUI A ARRECADAÇÃO DO GOVERNO E SUCATEIA O SERVIÇO PÚBLICO BRASILEIRO.
projeto partilha disse…
Livro n.34 Fls.71v a 73v (sem outras referências no documento original, parte do arquivo do Projeto Partilha.
Escritura de compra e venda de um terreno com área de três mil setecentos e vinte e nove metros quadrados (3729ms2), situados à Rua Padre Joaquim, nesta cidade do Carmo da Cachoeira (antiga rua da Cadeia), dentro dos limites seguintes: Por um lado com herdeiros de Adelino Francisco Rodrigues, por com Placedina Cândida de Almeida e Antonio Zeferino Campos, pelos fundos com Joaquim Garcia dos Reis e, finalmente, com a rua Padre Joaquim. (...) por compra que fizeram de José Augusto de Oliveira por escritura de quinze(15) de março de mil novecentos e vinte e quatro(1924). (...) Certifico que não deve imposto territorial. Coletoria Estadual de Carmo da Cachoeira, 11 de junho de 1940. Antônio Sebastião Ribeiro de Almeida, coletor interino.
projeto partilha disse…
Vigésimo primeiro Anuário Eclesiástico da Diocese da Campanha. Ano - 1959. Imprimatur. Campaniae, 25/1/950. Joannes R. Mesquita. Vic. Generalis. p.23:
"Foi no ano de 1787, a 29 de janeiro, que se matrimoniaram em Lavras (p.90 do primeiro Livro de casamentos), perante as testemunhas Francisco Inácio Botelho e Custódio Luís Afonso, os oradores Capitão Valentim José da Fonseca, natural da capela de Santo Antônio da Vila do Príncipe e Ana Isabel de Jesus. Ele era filho de José Rodrigues Lima de Castro e Ana Maria da Fonseca, de quem tomou o sobrenome, porque seu pai falecera logo."

Mais lidas no site

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump...

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Mais lidas nos últimos 30 dias

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...

O jovem João de Tomás de Aquino Villela

Família Vilela deixa seus passos marcados O Dr. Jorge Fernando membro da tradicional Família Vilela de Carmo da Cachoeira é bisneto do ilustre educador e diretor do Colégio de Santo Tomás de Aquino no povoado. O referido colégio foi citado por Bernardo da Veiga, no Almanak Sul-Mineiro , 1884, pg. 190, época em que era Vigário da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo da Cachoeira, Mons. Antônio Joaquim da Fonseca. O texto cita o colégio e o quadro dos profissionais que o compõem. No século XIX , João de Aquino Villela, educador em uma Instituição de Ensino - Colégio de Santo Tomás de Aquino No século XX , seu bisneto, o heraldista Dr. Jorge Fernando Vilela cria um de nossos símbolos, o Brasão do Município de Carmo da Cachoeira, MG Aproveitando a oportunidade oferecida pela aproximação de pessoas da mesma família interferindo na dinâmica de ação e interação com a sociedade e o meio ambiente, vamos partilhar com os visitantes desta página, através de imagens, como era o centro da Freguesia n...

Biografia de Maria Antonietta de Rezende

Tendo como berço Carmo da Cachoeira, Maria Antonietta Rezende , nasceu a 9 de outubro de 1934 no seio de uma das mais tradicionais famílias do município – a Família Rezende . A professora Maria Antonietta deixou seu legado, o “modelo de compromisso e envolvimento com a terra em que nasceu” . Trabalhou consciências, procurando desenvolvê-las, elevá-las. Fazia isto com seus alunos, com os componentes dos grupos musicais que coordenava, com as crianças ligadas à Igreja, enfim, com toda população. Foi um exemplo vivo de “compromisso com a tradição” e um elo da longa corrente que chegou até nós neste ano comemorativo. Fez sua parte. Nós fazemos a nossa – manter a tradição. No dia-a-dia deixou o exemplo de vida e através de publicações, sua visão de mundo. Editou “Evocações daqui e de além” , “Encontro e desencontros” e “Coletânea de hinos litúrgicos” . Dedicou sua vida ao estudo, à educação e à sua Igreja, como catequista, cantora e liturgista. Patrick A. Carvalho, ao prefaciar sua obra “...
de Ribeiro de Figueiredo: Santuário ecológico em Carmo da Cachoeira - MG , fazenda Córrego das Pedras. Seus atuais proprietários e guardiães Aureliano chaves Corrêa de Figueiredo e seu filho Lúcio Chaves Corrêa de Figueiredo. Na fazenda uma capela,a e sob a proteção de Santa Terezinha. Vi o Evando realizando reportagem fotográfica no local. Conheço o local e as pessoas. São dignas e o local, com sua mata preservada são o maior tesouro existente em Cachoeira.

O antigo cruzeiro do Cemitério da Chamusca.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Antiga foto aérea da fazenda Caxambu, MG. Imagem anterior: Profª. Luna Dias no Cemitério da Chamusca.

Mais Lidas nos Últimos Dias

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...

O jovem João de Tomás de Aquino Villela

Família Vilela deixa seus passos marcados O Dr. Jorge Fernando membro da tradicional Família Vilela de Carmo da Cachoeira é bisneto do ilustre educador e diretor do Colégio de Santo Tomás de Aquino no povoado. O referido colégio foi citado por Bernardo da Veiga, no Almanak Sul-Mineiro , 1884, pg. 190, época em que era Vigário da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo da Cachoeira, Mons. Antônio Joaquim da Fonseca. O texto cita o colégio e o quadro dos profissionais que o compõem. No século XIX , João de Aquino Villela, educador em uma Instituição de Ensino - Colégio de Santo Tomás de Aquino No século XX , seu bisneto, o heraldista Dr. Jorge Fernando Vilela cria um de nossos símbolos, o Brasão do Município de Carmo da Cachoeira, MG Aproveitando a oportunidade oferecida pela aproximação de pessoas da mesma família interferindo na dinâmica de ação e interação com a sociedade e o meio ambiente, vamos partilhar com os visitantes desta página, através de imagens, como era o centro da Freguesia n...

Biografia de Maria Antonietta de Rezende

Tendo como berço Carmo da Cachoeira, Maria Antonietta Rezende , nasceu a 9 de outubro de 1934 no seio de uma das mais tradicionais famílias do município – a Família Rezende . A professora Maria Antonietta deixou seu legado, o “modelo de compromisso e envolvimento com a terra em que nasceu” . Trabalhou consciências, procurando desenvolvê-las, elevá-las. Fazia isto com seus alunos, com os componentes dos grupos musicais que coordenava, com as crianças ligadas à Igreja, enfim, com toda população. Foi um exemplo vivo de “compromisso com a tradição” e um elo da longa corrente que chegou até nós neste ano comemorativo. Fez sua parte. Nós fazemos a nossa – manter a tradição. No dia-a-dia deixou o exemplo de vida e através de publicações, sua visão de mundo. Editou “Evocações daqui e de além” , “Encontro e desencontros” e “Coletânea de hinos litúrgicos” . Dedicou sua vida ao estudo, à educação e à sua Igreja, como catequista, cantora e liturgista. Patrick A. Carvalho, ao prefaciar sua obra “...