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Mostrando postagens que correspondem à pesquisa por monsenhor

Monsenhor Nunes - 50 anos de sacerdócio

  Em 9 de fevereiro de 2008, a Paróquia Nossa Senhora do Carmo , em Carmo da Cachoeira , registrou em palavras a gratidão a Monsenhor José Nunes Senador pelos seus cinquenta anos de vida sacerdotal . Poucos anos depois ele partiria, e, com o tempo, sua figura foi ficando mais discreta na memória pública. No entanto, quem conviveu com ele lembra bem do modo familiar com que tratava a todos e da facilidade com que transitava entre as famílias da cidade, conhecendo pessoas, histórias e caminhos. Esse jeito próximo fez dele não só um pastor atento à comunidade, mas também uma ponte importante para o fortalecimento de grupos e comunidades ligadas à paróquia. Ao lado dele, muitas iniciativas pastorais tomaram forma; e, graças às histórias que contava e às pessoas que indicava, boa parte do trabalho de resgate da memória local realizado pela professora Leonor Rizzi pôde avançar em poucos anos o que, em condições normais, exigiria décadas de pesquisas de campo, tanto na área urbana quant...

Monsenhor Nunes passa por momentos difíceis.

As notícias que temos de nosso benemérito Mons. é a de que seu estado de saúde é precário. Está internado num hospital da cidade de São Lourenço, Minas Gerais. Trago aqui algumas fotos do Mons. que estavam em um pequeno álbum particular. Bodas de Ouro - Monsenhor José Nunes Senador 08 de Dezembro - 1957/  2007 Monsenhor Nunes, familiares e Comunidade Palavra de Deus convidam: sacerdotes, religiosos (as) para celebração de seus 50 anos de Vida Sacerdotal. Celebração Eucarística sob a presidência de  D. Diamantino Prata de Carvalho, na Comunidade Palavra de Deus. Alameda Euclides da Cunha 45, Solar dos Lagos - São Lourenço MG.

Recordações das festas da Srª do Carmelo

Autoria de Gledes D’ Aparecida Reis Geovanini Recordar as comemorações festivas em honra a nossa Padroeira, a Srª do Carmo, sempre foi motivo de alegria e emoção, pois sempre foi grande e ativa a participação dos cachoeirenses nas festividades. Nos idos tempos dos Reverendos Pe. Manoel Pe. Zequinha, a festa tinha o caráter só espiritual sendo composto de uma Novena na Matriz com missas, procissão e consagração das crianças à Mãe do Carmo. Aliás, as procissões sempre foram uma grande demonstração da espiritualidade mariana, sendo muito bem organizadas, bonitas, constando de duas alas em fila indiana, tendo ao centro lindas menininhas vestidas de anjos, seguida das cruzadinhas trajadas de branco e após as filhas de Maria com seus vestidos brancos, trazendo na cintura uma larga cinta azul e no peito a fita azul. Atrás vem o Apostolado da Oração ostentando no peito a bela fita vermelha que demonstra pertencerem ao Sagrado Coração de Jesus. Mais atrás vem o andor lindamente enfeitado, tendo...

Tabela Cronológica 14 - Carmo da Cachoeira

1850 ü 15/Abr – casamento na igreja Sagrada Família de Três Corações de José Manoel de Oliveira, viúvo de Anna Flora de Figueiredo; ü 17/Abr – Domingos Leytão Coelho obteve sesmaria no rio do Servo e no rio Couro do Servo indo para Três Pontas; ü 27/Abr – criação da comarca em Três Pontas; ü 18/Set – Lei n° 601: dispõe de terras devolutas do império; e ü a capela do Espírito Santo da Varginha foi elevada a freguesia. 1851 ü 18/Jun – decreto obriga o registro de nascimentos e óbitos; ü fundada a primeira fabrica têxtil em Minas Gerais, em Santa Luzia do Rio das Velhas; e ü segundo Monsenhor Lefort , assume como capelão de Nossa Senhora do Carmo, o Padre José Teodoro Brasileiro. 1852 ü 30/Abr – subdelegacia do distrito de Boa Vista, termo de vila de Lavras do Funil, abertura do livro com a assinatura de Antonio Severiano de Gouvêa; e ü 29/Ago – começaram as obras da primeira ferrovia, inaugurada a 30 de abril de 1854, indo do: Porto do Mauá à Raiz da Serra, Rio de Janeiro. 185...

Jorge Vilela refuta tese sobre nossas origens

Fazenda Maranhão em 1805 - Pe. Leonel de Paiva Tese elaborada por Monsenhor Lefort No excelente Anuário Eclesiástico da Diocese da Campanha , para 1959, o ilustre historiador, Mons. José do Patrocínio Lefort, no intuito, aliás muito louvável, de determinar as origens de Carmo da Cachoeira, assim se expressa: Afeito ao trabalho e possuidor de alguns escravos, (o Capitão Valentim José da Fonseca) adquiriu determinada sorte de terras ao sudoeste de Lavras e procurou fazê-la produzir e ganhar nome. Sua disposição para tudo foi-lhe documento de vitória. Aquela sorte de terras a cavaleiro de um riacho, foi apelidada de fazenda do Maranhão. Realmente era bem um caudal que simulava um mar a correr, na tradução de Teodoro Sampaio. Foi dali que proveio, pouco depois a atual localidade, não obstante outros quererem época mais distante, conceito que desfaremos no capítulo seguinte" . Pouco mais adiante, diz ainda Mons. Lefort: "O arraial e capela de N. S. do Carmo do Maranhão, como vimos...

Monsenhor Antônio Joaquim da Fonseca

 Paróquia da Nossa Senhora do Carmo de 1884 a 1900 Um santo sacerdote! Mons. Fonseca nasceu em Três Corações, no dia 8 de outubro de 1849. Seus pais: Mariana Amélia da Fonseca e Cap. João Antônio da Fonseca, tido por Bernardo da Veiga como um dos homens importantes e dedicados ao progresso da cidade, cujo falecimento se deu em 30 de outubro de 1876 (cf Almanak Sul-Mineiro, 1884, p. 104). Seus estudos iniciais as primeiras letras, foram feitos na escola do Prof. Octaviano Augusto Cézar, em Três Corações. Mais tarde, transferiu-se para o conceituado Colégio Campanhense, do já conhecido e renomado Antônio de Araújo Lobato, tendo sido aluno do Prof. Antonio José Rodrigues de Morais. A vocação para o ministério sacerdotal nasceu-lhe muito cedo, mas sua admissão no seminário foi dificultada em razão de seu estado de saúde. Em melhores condições, algum tempo depois, reafirmou seu desejo e partiu para o seminário. A caminhada para o sacerdócio foi árdua, exigente, extensa. O seminarista, e...

Morre o Revmo. Monsenhor José Nunes Senador.

Aquele chamado que tocou o coração do jovem permanece vivo e atuante até os dias de hoje, sinal da presença do Espírito Santo de Deus. Este Espírito que continua agindo dia após dia, ano após ano, em José Nunes Senador, verdadeiro servo a serviço do Senhor. Através de um trabalho produtivo tanto na parte física como espiritual: construindo a galeria Francisco Nunes, o Salão Paroquial, o Sítio São José, as Capelas da Esperança e Vovó Santana, idealizando a festa de Nossa Senhora do Carmo, criando e dinamizando as diversas pastorais, comunidades rurais, grupos de jovens e a RCC. Metade de seu tempo como presbítero está fixado na história de Carmo da Cachoeira. Se a felicidade for medida pelo número de amigos, o senhor foi uma pessoa feliz; se for medida por suas obras podemos afirmar o mesmo e finalmente se for medida por sua fé e devoção a nossa querida Mãe Maria afirmamos com certeza que o senhor foi muito feliz. Dentro de nossas limitações como pequena paróquia tivemos no senhor ...

O falecimento de Monsenhor Lefort em Campanha

Monsenhor José do Patrocínio Lefort " O falecimento do Mons. José do Patrocínio Lefort (Campanha, MG) , em 15 de dezembro p.p., abriu enorme lacuna n genealogia brasileira. Autor de extensa pesquisa sobre as raízes mineiras, parte incorporada ao conhecido estudo As Três Ilhôas , de José Guimarães , exerceu por longos anos, o cargo de Chanceler do Bispado de Campanha , cujos arquivos organizou e franqueou aos genealogistas de todo o país ". M onsenhor Lefort é descende do francês François Lefort, que veio para o Brasil em 1855. Filho filho de Francisco Augusto Lefort e de Palmira Antonieta Alves, nasceu em Campanha, Minas Gerais, em 05 de junho de 1914. Aí morou e estudou. Ordenou-se sacerdote em Mariana, Minas Gerais em 5 de dezembro de 1937. ¹ A lgumas de suas obras foram: »Varginha; »O Sul de Minas e as Bandeiras; »Descoberta e povoamento do Sul de Minas; e »A cidade de Campanha e Famílias Campanhenses. 1 . Carta Mensal n.47 do Colégio Brasileiro de Genealogia, relativa...

A história da cidade de Santana da Vargem.

S antana da Vargem , município do Sul de Minas , localizado às margens do Ribeirão Santana. E m 1862 foram feitas doações das terras , para edificação da ermida, sob o orago da Senhora Santana. A tradição diz que as doações foram feitas por Pedro Pinto da Silva, José Celestino Terra , doutor Fernando da Costa Leal e Figueiredo, este custeou a construção, e João Vilela Figueiredo, encarregado de dirigir as obras. T erminada a construção da ermida , foram chegando outros moradores e novas casas foram edificadas ao seu redor. Logo depois, foi nomeado capelão o Padre Luiz Augusto Beltrão de Oliveira. A partir daí, o povoado cresceu de maneira significativa, tanto que, em 14 de novembro de 1873, pela lei n. 1999, foi elevado a distrito, desmembrando-se da freguesia de Dores da Boa Esperança, passando à jurisdição da freguesia de Carmo do Campo Grande , termo da Comarca de Três Pontas . Por determinação da Câmara Municipal de Três Pontas, em 13 de janeiro de 1876, procedeu-se à demarcação do...

Monsenhor Nunes - 50 anos de sacerdócio

" C inquenta anos de vida sacerdotal . A quele chamado que tocou o coração do jovem permanece vivo e atuante até os dias de hoje, sinal da presença do Espírito Santo de Deus. Este Espírito que continua agindo dia após dia, ano após ano, em José Nunes Senador , verdadeiro servo a serviço do Senhor. Quase 25 destes 50 anos em nossa paróquia de Nossa Senhora do Carmo. Através de um trabalho produtivo tanto na parte física como espiritual: construindo a galeria Francisco Nunes, o Salão Paroquial, o Sítio São José, as Capelas da Esperança e Vovó Santana, idealizando a festa de Nossa Senhora do Carmo, criando e dinamizando as diversas pastorais, comunidades rurais, grupos de jovens e a RCC. Metade de seu tempo como presbítero está fixado na história de Carmo da Cachoeira. S e a felicidade for medida pelo número de amigos, o senhor é uma pessoa feliz; se for medida por suas obras podemos afirmar o mesmo e finalmente se for medida por sua fé e devoção a nossa querida Mãe Maria afirma...

Mais Lidas nos Últimos Dias

O Capitão Diogo Garcia da Cruz.

G ravura da obra O Capitão Diogo Garcia da Cruz de Ricardo Gumbleton Daunt , onde se lê: O Capitão Diogo Garcia da Cruz neto de Diogo Garcia e Júlia da Caridade naturais da Ilha do Faial e sua geração. A Edição de que o Projeto Partilha dispõe foi editada em São Paulo - 1974 foi revista, ampliada e atualizada pelo Professor Caio de Figueiredo e Silva. Próxima imagem: Denise Garcia e os Garcia Frades. Imagem anterior: As três ilhõas de José Guimarães.

Ave Maria na Igreja Matriz N. Srª. Carmo

Recital de Piano e Canto em Carmo da Cachoeira Além do pianista Francis Vilela e das mezzo-sopranos Larissa Amaral e Maisa Nascimento, durante a apresentação do tema Berceuse da Suíte Dolly, de Gabriel Fauré houve a participação especial do pianista Hélcio Barone Júnior, formado pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade São Paulo. Um momento especial, raro, em que os espectadores puderam apreciar uma apresentação de pianos a quatro mãos. A Ave Maria, ou ave-maria, também chamada de Saudação Angélica, é uma oração, que saúda a Virgem Maria baseada nos episódios da Anunciação e da Visitação (Lucas 1:28-42). Segundo São Luís Maria Gringnon de Montfort, cada vez que se reza a Ave Maria, a Virgem Maria no céu louva a Deus por nós com seu canto, o Magnificat  A Ave Maria é repetida várias vezes na recitação do Santo Rosário, uma oração completa, porque nela reside a história da nossa salvação ao meditar os mistérios da vida de Jesus e Maria; incluindo as orações, do Credo; o Pai...

Hino do Centenário de Carmo da Cachoeira

letra: Haroldo Ambrósio Caldeira música: Álvaro Arcanjo Athaíde interpretação: Glória Caldeira teclado: Teresa Maciel do Nascimento estúdio de som: João Paulo Alves Costa - DjeCia edição de vídeo: Rícard Wagner Rizzi Letra do Hino do Centenário Cem anos de existência bem vivido Cantemos este hino de alegria Saudando essa data memorável do nosso centenário nesse dia. Cachoeira, Carmo da Cachoeira, Berço de um povo acolhedor Ergue hoje um pavilhão Rendendo Graças ao Senhor.