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Os primeiro crime registrado em Carmo da Cachoeira.

S ervira este Livro para rol dos infratores da Subdelegacia deste Distrito E vai rubricado com o meu apelido Gouveia no fim o incerramento. Distrito da Boa Vista 30 de abril de 1859. Antônio Severiano de Gouveia . Primeiro Ato : A os vinte e oito dias do mes de novembro de mil oitocentos e secenta e um me foi entregue uns authos crimes instaurados pelo (...) de Manoel Rodrigues Barreto com (ilegível) do Subdelegado deste Districto do Carmo da Cachoeira José Fernandes Avelino em que (...) Ignácio e Plácido na Lei desdes de hybgi de mil oitocentos e trinta e cinco , artigo primeiro e que foi competentemente sustentada pelo Doutor Juis Municipal do que para constar lanço aqui os nomes. Eu Aureliano Mendes escrivão que o escrevi e assignome. Projeto Partilha - Leonor Rizzi Próxima matéria: Certidão de nascimento de Manoel Francisco Maciel. Artigo Anterior: A fazenda das Carapinas dos "Costas" de S. Bento.

A medieval Igreja de São Pedro de Rates.

A Igreja de São Pedro de Rates foi criada no século IX em São Pedro de Rates, conselho da Póvoa de Varzim . Foi reconstruída pelo conde D. Henrique em 1100 e está classificada como um dos importantes monumentos românticos medievais, no então emergente reino de Portugal, dada a relevância de suas formas arquitetônicas. As origens do templo antecedem a nacionalidade, tendo sido identificados vestígios materiais que remontam à era romana. A Igreja de São Pedro de Rates situa-se junto à bacia do Ave e é um dos mais importantes mosteiros beneditinos clunicenses . Está ligada à lenda de São Pedro de Rates. Sua construção data do período romano. Um dos poucos vestígios desta época são as colunas junto à entrada principal e alguns capitéis. Até 1552, guardava o corpo de São Pedro de Rates, antes de ter sido transferido para Braga. Sua história é contada como sendo um bispo ordenado por Santiago Mata-Mouros. Foi decapitado quando celebrava uma missa. Um eremita chamado Félix deu sepultura ao ...

Correspondência recebida:

de: Neco Torcato Amigos,Primeiro, parabéns pelo Blog. Muito bem escrito e o conteúdo é sem dúvida alguma enriquecedor. Sou de Sta Rita do Sapucaí - MG e estou a procura das minhas origens. Li nos comentários de seu post (Os “Alves Pedrosa”, na base dos “Gouveias”,) referencia a um antepassado meu: Coronel Henrique Dias Mendes de Vasconcelos. Pergunto: Onde vocês descobriram que ele foi casado duas vezes? Existe alguma relação entreo Cel Henrique e Carmo da Cachoeira? E quanto ao sobrenome Mendes, vocês sabem de quem Henrique herdou este? Caso puder me ajudar, fico grato!Obrigado e []s

Escola Dr. Moacir Rezende - Carmo da Cachoeira.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Carmo da Cachoeira, cidade de fé. Imagem anterior: Carmo da Cachoeira entra no século XXI.

Rinaldo e como o povo desvenda sua história.

R inaldo é mais um ilustre filho de Carmo da Cachoeira, seu irmão é casado numa sesquicentenária família cachoeirence, e trabalha como caixa no Credivar, aqui na cidade. Seu outro seu irmão também é bancário e está trabalhando na agencia de Curitiba. É assim, gente do povo , que conta a história de nosso povo. É assim a vida e a família de Rinaldo Gonçalves de Almeida , homem formado em Magistério, pela Escola Nossa Senhora do Carmo, em Carmo da Cachoeira, no ano de 1986 (E.E. Prof. Wanderley Ferreira Resende) , foi aprovado em concurso público, realizado no Vale do Paraíba, no ano de 2006, pela Caixa Econômica Federal. Apicultor, possui curso em nível técnico de gerenciamento rural mas a sua maior paixão: pesquisa, a qual várias horas de seu dia. P arte dos frutos desta pesquisa são os dados que nós apresentamos aqui em http://www.carmodacachoeira.com/ , pois é graças a sua colaboração ao Projeto Partilha muitos dados aqui são confirmados antes de serem publicados. Projeto Partilh...

O medo dos quilombolas e a despovoação mineira.

D iante a presença constante dos grupos quilombolas, [eles passaram a ser] vistos como elementos capazes de perturbar o sossego público e no caso do Sertão, impedir o avanço da civilidade e do povoamento. S e o Sertão era uma área de perigos reais , estes em muitos momentos eram causados pelos negros fugitivos que lá viviam. Como a inserção desta região se fazia cada vez mais necessária, inúmeras tentativas ocorreram visando à liquidação destes grupos. Contudo, sempre foram inúteis. Quando muito, conseguiam aprisionar alguns poucos escravos ficando a grande maioria dispersa nas matas. Em toda a documentação percebe-se que havia um clima de terror provocado por estes negros não só na população que vivia por perto, mas também entre os próprios participantes das expedições que buscavam acabar com os quilombos e com os quilombolas. “... neste mesmo lugar senti um notável enfadamento porquanto todos os principais homens que me acompanhavam e tinham por exercício a frequência nos matos, e...

A fazenda das Carapinas dos "Costas" de S. Bento.

E m 21/10/1918 , Gabriel Flávio da Costa e sua mulher Candida Theodora de Jesus, moradores no curato de São Bento Abade, constituem procurador em Carmo da Cachoeira Francisco Antônio de Rezende , para vender a fazenda Carapinas . A outorgante não sabe ler e escrever e assina a rogo Nicolau Antônio . Testemunhas: Antônio Marinho Rodrigues e Antônio Zacharias D'Oliveira . Projeto Partilha - Leonor Rizzi Próxima matéria: Os primeiro crime registrado em Carmo da Cachoeira. Artigo Anterior: Eleição para vereador na antiga Carmo da Cachoeira.

O batismo e o cemitério de Carmo da Cachoeira.

C onsta que o primeiro cemitério que existiu aqui era apenas um cercado feito de bambus. Mais tarde fizeram um muro de taipa, substituído depois pelo de pedras. O local, o mesmo onde se encontrava o cemitério paroquial que foi ampliado entre 1922 e 1924 pelo então vigário da paróquia Padre Teófilo Saez, atual vigário de Campos Gerais. O Sr. José Mariano de Oliveira , falecido a 28 de novembro de 1961, aos 121 anos de idade, contava que ele foi batizado com 12 anos, no dia em que por aqui apareceu um padre que benzeu o cemitério; dizia também que ele foi candeeiro de carro de bois que puxava pedras para a construção do mesmo. Disto se conclui que o cemitério deve ter sido construído entre 1848 e 1852 e também, que capela e cemitério foram construídos dentro da mesma década, que por sua vez marca o início do povoamento de Carmo da Cachoeira. C omo se vê , estas datas são aproximadas tanto quanto possível, porque as datas exatas talvez nunca as saberemos. Q uem doou o terreno que viria ...

Correspondência recebida.

de: anônimo Oi, pessoal. Ao Criador um pedido: que aumente, cada vez mais os dons de todos vocês, semeadores de luz atravé da NET. Que esta luz se faça presente para que, este dom não seja aprissionado por pequenos grupos terrestre. Ele vem do Criador e, é para ser universalizado e retristribuido democraticamente entre todos, independentemente de credo ou raça. Luz para ver e sabedoria para discernir.

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As três ilhoas de José Guimarães

Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai...

Ainda garoto, o Pe. Manoel F. Maciel ao colo do pai.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas. Imagem anterior: Os Maciéis, uma família Brugre com muito orgulho.

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.