Ruas cachoeirenses iluminadas no decorrer da noite A espessa escuridão das trevas que cegavam os olhos dos homens (1 João 2:11) ficaram no passado. Nós, viventes do século 21, já nos vimos livres das trevas e da sombra da noite, já foram quebrados os grilhões (Salmos 107:14) . O escuro da noite que era uma amostra da morte, fez-me morar nas trevas como os mortos do tempo antigo (Lamentações 3:6) , ficou no passado. A noite deixou de ser escura e misteriosa em Carmo da Cachoeira, passando ela a ser um momento de descanso seguro para um novo dia. Não mais nos lembramos do poder das sombras e dos perigos e medos que passamos, desde as matas africanas no início da epopeia humana sobre a Terra há 2,5 milhões de anos, chegando aos primitivos moradores dessas terras cachoeirenses: povos primitivos, colonizadores e imigrantes forçados. A Bíblia não deixou de registrar em dezenas de trechos essa apreensão humana quanto as tão temidas trevas e a escuridão da noite: Era ao anoitecer, na ho...
Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai...