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Mostrando postagens que correspondem à pesquisa por "Fazenda Caxambu"

Distritos, fazendas, ermidas e patrimônios.

P ara este trabalho , só um olhar singelo sobre cada fazenda e uma busca para encontrar o ponto de religiosidade existente em cada uma. Pensou-se um pouco em sua história e a reconstruímos com imagens através de fotos e ilustrações. O primeiro documento estudado em relação a limites foi a Carta Patente de Criação da Companhia de Ordenanças de 1811 . D iferentes critérios foram utilizados para agrupar as nossas fazendas. Aqui citamos alguns destes trabalhos: Professor Wanderley F. Resende , Carta Patente de 1811 , relatório do juiz de paz Raphael dos Reis e Silva de 1842 ; Lei de Criação da Paróquia ( freguesia ) de 1857 ; Limites do Patrimônio da Paróquia de 1893 ; Álbum da Varginha , de 1917 e de 1918 ; Registro no tabelião de Varginha de 1922 ; além das citações encontradas em documentos e livros dispersos. I - As citadas pelo Prof. Wanderley são: - fazenda do Retiro ( fazenda Retiro ) ; - fazenda do Rancho ( fazenda Rancho ) ; e - sítio Cachoeira ( da Cachoeira ) . II - C...

Detalhe da mata na fazenda Caxambu, Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. N a fazenda do Caxambu , águas cristalinas brotam das pedras e, sem conhecer os vícios, são claras como a pureza e as pessoas que aí estão como seus guardiões. Respira-se neste local pleno em umidade singeleza e simplicidade - lembranças do passado . O ambiente singelo é decorado e moldurado apenas com elementos da natureza - humana, vegetal, animal e mineral, entre outros reinos, manifestados neste ambiente. As fortes presenças do Curral e seus falantes moradores que, com seus espaçados mugidos integram-se a paisagem em plena sintonia ao cântico dos pássaros, e o burbular das águas que movem o Moinho. No Muro de Pedras, a lembrança da abençoada mão daqueles que o construiu, nos idos anos do Brasil Colônia. B em próximo desta Centenária fazend...

Duas ou três coisas sobre a fazenda Ponte Falsa

"Alves Pedrosa" nas paragens da Ponte Falsa durante o século XVIII A fazenda Ponte Falsa localiza-se próxima ao ribeirão da Chamusca , aos pés do morro do Joannico. Este ribeirão deságua no rio do Cervo . No mapa de 1897 além da própria fazenda aparecem como fazendas vizinhas: Caxambu, Palmital, Chamusca, Capão Redondo, do Balbino, Barra, Rancho e do Vau. A ascendência do proprietário desta fazenda está em Alves Pedrosa e a ilhoa Antônia da Graça. A segunda filha de Manoel Alves Pedrosa e Maria Assunção França, casou-se com Antônio Dias de Gouveia, falecido aos 27 de junho de 1789. Seu inventário foi aberto na paragem Ponte Falsa da paragem de Lavras do Funil. Deste patriarca descendem os "Gouveias" , através de Ana Teresa de Jesus. O casamento de Antônio Dias de Gouveia e Ana Tereza aconteceu na matriz de Nossa Senhora do Pilar em 1766. A fazenda Rancho , citada pelo professor Wanderley como uma das mais antigas foi de um dos filhos deste casal, o Martinho Dias de...

Inventários de Antônio Dias de Gouveia e esposa

A ntônio Dias de Gouveia , falecido em 27 de junho de 1789, teve seu inventário aberto na paragem da Ponte Falsa da Freguesia de Santa Ana de Lavras do Funil, do termo de São João Del Rey, Minas e Comarca do Rio das Mortes, tendo como inventariante sua esposa Ana Teresa de Jesus. Nos chama a atenção os limites e os bens que ficaram de herança. “(...) que de uma banda parte com fazenda de João Francisco Carvalho e com a fazenda chamada a dos Barreiros”. J á o inventário de Ana Teresa de Jesus, Ana Teresa de Jesus, filha de Maria da Assunção Franca e Manoel Alves Pedrosa, cita como seu genro Manoel Pereira de Carvalho; Gabriel Antônio de Carvalho e Joaquim Antônio de Carvalho e os filhos João Dias de Gouveia e irmãos. E aponta como bens: fazenda Chamusca – 14:090$000; fazenda Rio Grande – 3.000$000; fazenda Palmital – 200$000; terreiro fazenda Chamusca – 1.000$000; terreiro da fazenda Rio Grande – 400$000; terreiro da fazenda Caxambu – 270$000. A fazenda Chamusca ficou em comum,...

Antônio Severiano de Gouveia da fz. Caxambu.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. A ntônio Severiano de Gouveia ( Gouvêa ) foi o proprietário mais antigo de que temos notícia da fazenda Caxambu , mas ainda não tivemos acesso ao seu De Genere. Segundo dados vindos de seus descendentes, ele completou os estudos visando o serviço religioso, no entanto, pouco antes da ordenação pediu licença para deixar o ministério. Não chegou a celebrar a primeira missa, embora a família o chamasse por Padre. Proprietário de extensa propriedade, era frequentador assíduo de Congonhal , de onde trouxe a imagem do Senhor Morto . A ntônio Severiano de Gouveia , teve com dona Francisca Cândida das Dores (Chiquinha) vários filhos. Um deles, Waldemar Severiano de Gouveia, casado com Luiza Milani de Gouveia são pais da cachoeirense Juraci . Foi el...

Uma janela aberta para o passado — Cemitério Carmo dos Escravos

Marta Amato (in memorian)  em sua obra histórica sobre Carrancas registrou que em 1739 constava no Livro de Provisões da Cúria do Rio de Janeiro de 1728 à 1732 que pertenciam a Carrancas vários cemitérios, onde foram enterrados escravos e desconhecidos falecidos na freguesia. Entre eles o Cemitério do Campo Belo e Cemitério do Deserto do Dourado (hoje São Bento Abade ). Em 1782 consta do Anuário Eclesiástico da Diocese da Campanha a presença da Capela de São Bento do Campo Belo , portanto, um dos cemitérios estaria junto a essa capela e o outro, provavelmente, seria o cemitério da Chamusca . Como educadores aproveitamos a celebração do Dia de Finados para refletir e despertar o compromisso de toda a sociedade na construção de uma "aldeia educativa", como prevê o Pacto Educativo Global (PDF) proposto pelo Papa Francisco . É o nosso compromisso com a cultura, com nosso passado, com todos os que nos antecederam. Nossa missão é educar, dentro de uma visão abrangente, ...

Mais Lidas nos Últimos Dias

O Capitão Diogo Garcia da Cruz.

G ravura da obra O Capitão Diogo Garcia da Cruz de Ricardo Gumbleton Daunt , onde se lê: O Capitão Diogo Garcia da Cruz neto de Diogo Garcia e Júlia da Caridade naturais da Ilha do Faial e sua geração. A Edição de que o Projeto Partilha dispõe foi editada em São Paulo - 1974 foi revista, ampliada e atualizada pelo Professor Caio de Figueiredo e Silva. Próxima imagem: Denise Garcia e os Garcia Frades. Imagem anterior: As três ilhõas de José Guimarães.

Ave Maria na Igreja Matriz N. Srª. Carmo

Recital de Piano e Canto em Carmo da Cachoeira Além do pianista Francis Vilela e das mezzo-sopranos Larissa Amaral e Maisa Nascimento, durante a apresentação do tema Berceuse da Suíte Dolly, de Gabriel Fauré houve a participação especial do pianista Hélcio Barone Júnior, formado pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade São Paulo. Um momento especial, raro, em que os espectadores puderam apreciar uma apresentação de pianos a quatro mãos. A Ave Maria, ou ave-maria, também chamada de Saudação Angélica, é uma oração, que saúda a Virgem Maria baseada nos episódios da Anunciação e da Visitação (Lucas 1:28-42). Segundo São Luís Maria Gringnon de Montfort, cada vez que se reza a Ave Maria, a Virgem Maria no céu louva a Deus por nós com seu canto, o Magnificat  A Ave Maria é repetida várias vezes na recitação do Santo Rosário, uma oração completa, porque nela reside a história da nossa salvação ao meditar os mistérios da vida de Jesus e Maria; incluindo as orações, do Credo; o Pai...

Hino do Centenário de Carmo da Cachoeira

letra: Haroldo Ambrósio Caldeira música: Álvaro Arcanjo Athaíde interpretação: Glória Caldeira teclado: Teresa Maciel do Nascimento estúdio de som: João Paulo Alves Costa - DjeCia edição de vídeo: Rícard Wagner Rizzi Letra do Hino do Centenário Cem anos de existência bem vivido Cantemos este hino de alegria Saudando essa data memorável do nosso centenário nesse dia. Cachoeira, Carmo da Cachoeira, Berço de um povo acolhedor Ergue hoje um pavilhão Rendendo Graças ao Senhor.